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- A empresa mais beneficiada com a Copa. (apenas para clientes)
Todo mundo só fala em guerra com o Irã e esquece que faltam poucos meses para a Copa do Mundo de 2026. O roteiro você já conhece, pode estar chovendo canivete, o brasileiro entra no clima da festa. O Brasil inteiro vira técnico de futebol, ruas são pintadas de verde e amarelo, e até quem não sabe o que é um impedimento resolve comprar uma bola para bater um "racha" com os amigos. É o ápice do consumo esportivo. O mercado, na sua miopia habitual, costuma olhar para as grandes varejistas de shoppings que estão capengando com juros nas alturas. Enquanto o varejo tradicional apanha da Selic de 15%, a companhia da qual falo hoje limpou a casa, está sentada em uma montanha de dinheiro, e já soou para ela o apito inicial de 2026 para executar um plano que pretende dobrar o seu tamanho!!!! Se você quer parar de ser apenas o torcedor que paga a conta e quer ser o sócio de quem fatura quando a bola rola, você precisa ler o que eu descobri nos números do último balanço dela. Só para quem não tem medo de ganhar dinheiro de verdade. Assine o All In One agora e descubra qual é a Small Cap que vai transformar a Copa de 2026 no seu melhor investimento da década, clicando abaixo.
- RESULTADOS 4T25: #NATU3 mostra que o pior ficou pra trás, #DMVF3 e a sua “mãe” #PFRM3 entregam bem também ! + #VITT3 e #LEVE3
Tem empresa dando a volta por cima e custando pouco aqui ... Veja tudo aqui: #DMVF3 | Começou a colher o que plantou Entrega de um 4T25 MUITO BOM! COMEÇOU a fase de colher margem por alavancagem operacional com maturação das lojas. Receita +17% e EBITDA +26%, com ganho de margem (4%). Omnichannel (estratégia que integra todos os canais de venda, físicos e digitais) acelerando para 13% das vendas com +70% de crescimento e com CRM forte A tese começa a virar: • Alavancagem operacional aparecendo• Lojas maturando• Omnichannel acelerando (12,9% das vendas, +70%)• CRM forte• Expansão contínua (300 lojas, +9%) Esse é o ponto do ciclo onde o mercado costuma reagir! E a empresa segue muito barata a 3x Ebitda e 7x P/L #NATU3 | Quase inacreditável Depois de anos… finalmente um bom resultado. • Margem praticamente DOBROU (recorrente) • EBITDA +57% a/a no 4T25 • Alavancagem caiu pra 1,57x • Lucro voltou no consolidado de 2025 Agora falta a última peça: • Receita voltar a crescer Drivers:→ relançamento da Avon→ normalização América Hispânica→ inflexão do Brasil Valuation chama atenção: • P/E 2026E: 8xvs • L’Oréal: 25x • Estée Lauder: 20x Se a receita virar… pode convergir para o P/L das pares. #LEVE3 | Máquina de caixa, sem surpresa Ano forte — mas o 4T já mostra desaceleração: Receita cresce forte no ano (+18%), mas o 4T já mostra a realidade: praticamente de lado (+0,6%), com pressão externa e juros travando demanda no Brasil. EBITDA segue sólido (19,3%) Lucro cresce (R$ 608 mi no ano) Caixa forte + JCP pago segue uma máquina de geração de caixa. A alavancagem subiu (0,96x), mas ainda confortável. Bom pra quem quer previsibilidade e dividendo. Fraco pra quem busca re-rating ou grande upside. Valuation: P/E 2026E 8x FCF Yield 14% Resumo simples:→ excelente pra previsibilidade e dividendos→ limitado pra re-rating Valuation: P/E 2026E: 8x FCF Yield: 14% #VITT3 | Cresce… mas no lugar errado 4T25 veio fraco — e o problema NÃO é pontual. • Receita cresce puxada por fertilizantes (commodity) • Queda em biológicos/foliares (maior margem) • EBITDA pressionado + SG&A pesado • Lucro com baixa qualidade (não recorrentes ajudando) A leitura é direta: a empresa cresce no que destrói valor e perde tração no que gera margem. O risco não é o trimestre — é o caminho. Olhando pra frente: • Fertilizante caro pode inflar receita • Mas não resolve margem com mix deteriorado O case hoje depende de:→ retomada dos biológicos→ execução comercial Valuation: P/L 2026E: 10x EV/EBITDA 2026E: 7,5x E não “rerateia” porque o mercado está olhando isso: • mix piorando • biológicos fracos • crescimento de baixa qualidade Se inverter esse jogo, dá pra discutir 12x.Hoje… ainda não. Conclusão O mercado não está mais pagando crescimento. Está pagando qualidade. Tem empresa barata que continua barata. E tem empresa que começa a entrar no radar — antes do múltiplo andar. Separar isso agora… faz toda a diferença. Por isso, assine ALL IN ONE e copie minha carteira de investimentos aqui www.investe10.com.br/assine NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS!COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- Resultados parecem ruins… até você olhar o caixa (#COGN3 #YDUQ3 #AZZA3 #PLPL3)
A temporada de resultados muitas vezes engana quem olha apenas a manchete. No 4T25, vários números pareceram fracos à primeira vista, mas quando analisamos qualidade do resultado, geração de caixa e posição no ciclo, a leitura muda bastante. Abaixo, consolidei os principais pontos das empresas que comentei hoje. Educação: números confusos, mas muito caixa Cogna (#COGN3) O resultado pareceu fraco inicialmente, mas era só poluição Receita +2% EBITDA -5% a/a Margens pressionadas Mas houve muita poluição não recorrente. 1) Kroton: crescimento mascarado A receita parece fraca porque descontos que antes apareciam em outra linha passaram a reduzir diretamente a receita. Ajustando essa reclassificação, o crescimento operacional foi próximo de 10%. 2) Medicina pressionando custos Cursos de medicina exigem mais professores, laboratórios e estrutura. Isso pressiona margem no curto prazo, mas tende a melhorar rentabilidade no longo prazo. 3) PNLD adiado No segmento Saber (educação básica), o adiamento do PNLD para 2026 empurrou receitas para frente, enquanto parte dos custos já entrou no 4T25. 4) Caixa e desalavancagem O fluxo operacional foi forte e a dívida líquida caiu para 1,2x EBITDA. Valuation: P/E 2026E: ~8x FCF yield 2025: ~11% FCF yield 2026: ~14% Yduqs (#YDUQ3) -;A ação caiu forte, mas a qualidade do resultado foi melhor do que parece. EBITDA +16% acima das estimativas Margem 35% Fluxo de caixa livre acima de R$1 bilhão em 2025 O que pesou no resultado: queda nas matrículas resultado financeiro transição do EAD para modelos semipresenciais após mudanças regulatórias O crescimento do setor ainda está fraco. A própria gestão foi clara: o ciclo do mercado educacional está ruim, então o foco agora é geração de caixa e remuneração ao acionista enquanto o ciclo não vira. O paradoxo da ação hoje é: lucro contábil fraco mas geração de caixa muito forte. A tese atual é eficiência e desalavancagem, não crescimento. Valuation: P/E ~6x FCF yield ~15% Varejo: disciplina de capital voltando Azzas 2154 (#AZZA3): O 4T25 veio com menos volume, mas isso faz parte de uma estratégia para entregar um 2026 mais saudável. Receita -4% EBITDA -3,5% Apesar disso, a geração de caixa foi forte: R$838 milhões no trimestre A alavancagem caiu para 1,28x EBITDA. Hoje a companhia negocia a: P/E ~7x FCF yield ~11% Barata frente aos pares. A disputa de visões dentro da companhia também é relevante: Alexandre Birman (ex-Arezzo) → foco em margem e disciplina de capital Roberto Jatahy (ex-Soma) → histórico de expansão e crescimento de marcas Hoje a gestão segue mais alinhada à visão Birman, com ele como CEO. Jatahy continua relevante, como executivo e membro do conselho. Um ponto curioso: a Hering segue sendo uma grande consumidora de energia e recursos dentro do grupo. Mineração: resultados bons, ciclo ainda incerto CSN (#CSNA3): A companhia até entregou um 4T25 acima do esperado, mas o problema é estrutural: alavancagem elevada juros altos no Brasil forte dependência de minério de ferro E o minério continua dependente de uma China ainda travada no setor imobiliário. Isso limita o entusiasmo com a tese. CSN Mineração (#CMIN3): Resultado sólido no trimestre. Volumes maiores compensaram preços mais fracos e custos pressionados. margem 43% alavancagem praticamente nula produção anual 45,5 milhões de toneladas custo C1 competitivo. Mas a tese continua sendo macro. Sem uma recuperação clara do setor imobiliário chinês, o minério tende a ter upside limitado. Um ponto importante: CMIN3 é muito mais alavancada ao preço do minério, pois praticamente só vende minério de ferro. Já Vale (#VALE3) tem diversificação relevante: cobre níquel logística contratos de longo prazo Construção: ciclo começando a destravar Plano & Plano (#PLPL3): O resultado foi forte, mas o ponto mais importante está no ciclo operacional. Depois da extensão do ciclo de obras em 2023–2024, vários projetos começam agora a avançar no POC (percentual de obra concluída), acelerando o reconhecimento de receita. 4T25: Receita +60% a/a 2025: Vendas +42% R$5,3 bilhões em lançamentos Ou seja: existe muito projeto contratado que ainda vai virar receita e lucro. Rentabilidade impressionante: ROE de 38,7% Com o ciclo de obras normalizando, 2026 deve destravar receita de forma relevante. Estimativa: lucro próximo de R$500 milhões geração de caixa semelhante Valuation atual: P/L ~6x crescimento de receita acima de 20% Agro: entendendo o ciclo SLC Agrícola (#SLCE3) O 4T25 isolado diz pouco. Receita +15% a/a EBITDA +4% prejuízo de R$71 milhões (impacto financeiro após aquisições de terras) No ano cheio, os números foram bem mais fortes: EBITDA R$2,66 bilhões (+31%) lucro R$565 milhões (+17%) produtividade recorde em soja e milho Mas o mais importante é entender o ciclo do agro. No setor agrícola, o custo é um choque imediato e o preço é uma resposta atrasada. Quando fertilizantes, diesel e defensivos sobem como agora pela guerra no Ira... → a margem do produtor comprime primeiro. Se esses custos elevados levam a: menor área plantada ou menor produtividade global então o ajuste vem depois: menos oferta → preços agrícolas mais altos. O ciclo clássico costuma ser: custos sobem → margem aperta → oferta futura cai → preço agrícola sobe. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! 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- As maiores distorções da bolsa ! Nos EUA, exterior e Brasil !!!!
Bom dia pessoal! Atualizei o site com algo que há muito me pediam! Agora, na carteira maiores distorções da bolsa, aquela que mapeia as possíveis pechinchas (e estamos em uma ótima hora para falar nelas não é mesmo), temos também papéis internacionais além dos brasileiros!!! Confira agora mesmo aqui: (apenas para assinantes) https://www.investe10.com.br/maiores-distor%C3%A7%C3%B5es-da-bolsa Obs. Estou trabalhando em algo INCRÍVEL para divulgar em breve na sequencia desta atualização. Quem ainda não é assinante e assinar agora vai ter acesso BETA em primeira mão!
- Brava Energia (BRAV3): hedge agressivo gera debate após resultado do 4T25 | O que o hedge esconde e quanto a empresa pode valer com Brent entre US$70 e US$150
O resultado do 4T25 da Brava Energia reacendeu um debate importante no mercado: até que ponto a empresa sacrificou o potencial de ganho com o petróleo ao ampliar de forma agressiva sua estratégia de hedge. O trimestre veio operacionalmente pressionado, com produção menor e descontos maiores na comercialização do petróleo, mas o principal ponto de discussão e desagrado foi a quantidade de barris protegidos por derivativos. A decisão de ampliar a proteção ocorreu justamente quando o cenário geopolítico voltou a pressionar o preço do petróleo para cima. Vamos por partes.... Resultado do 4T25 A Brava reportou um trimestre misto. Receita líquida R$ 2,54 bilhões, 31% maior antes o ano anterior EBITDA ajustado R$ 808 milhões, 60% maior Margem EBITDA 31,7% Lucro líquido –R$ 588 milhões O prejuízo decorreu principalmente de: menor produção offshore descontos na venda do petróleo de Atlanta custos fixos diluídos em menor volume geração de caixa praticamente nula no trimestre Produção pressionada A produção média caiu para 76,5 mil boe/d. O trimestre foi impactado por: • manutenções programadas • inspeções regulatórias • menor volume em campos offshore Esse efeito é relevante porque a estrutura de custos da empresa tem componente fixo elevado. Quando a produção cai, as margens se deterioram rapidamente. Esse foi um dos fatores que pressionaram o resultado. O grande debate: o hedge de petróleo O ponto que mais chamou atenção no resultado foi a expansão significativa do hedge de petróleo. A empresa passou a ter mais de 20 milhões de barris protegidos ao longo de aproximadamente 15 meses. Essa proteção está dividida em duas estruturas principais. NDFs Preço fixo próximo de US$ 63–64 por barril Collars Faixa aproximada de US$ 65 a US$ 75 Acima desse nível, a empresa deixa de capturar a alta adicional do Brent. Quanto da produção está travado?! Considerando: produção atual próxima de 75 mil barris/dia potencial de crescimento para 90–100 mil barris/dia com novos ativos Os 20 milhões de barris hedgeados equivalem aproximadamente a: 7 meses de produção (de um total de 15 meses) em um cenário de 100 mil barris/dia ou cerca de 9 meses na produção atual Por trimestre temos algo como 1T26 e 2T26 - cerca de 70% da produção travada 3T e 3T26 - hedge cai. No ano de 2026 : 50% da produção travada Ou seja, parte relevante do fluxo de caixa futuro já está protegida. Por que isso gerou tanta discussão, justificada! A tese de investimento em empresas de petróleo normalmente está ligada a dois fatores principais: 1. exposição à commodity 2. proteção natural contra inflação Quando o preço do petróleo sobe, o lucro da empresa tende a aumentar de forma significativa. O hedge excessivo altera essa dinâmica. Se o Brent subir para níveis muito elevados — por exemplo US$100 ou US$120 — parte relevante da produção da empresa continuará sendo vendida perto de US$70. Isso reduz o potencial de geração de caixa em cenários de alta. A crítica de parte do mercado é justa... Alguns investidores passaram a questionar a estratégia da empresa. A crítica central é que a companhia teria neutralizado boa parte da principal tese de investimento em petróleo. Em um cenário de choque de oferta, como agora com a guerra e restrições logísticas, empresas do setor normalmente capturam lucros extraordinários. Mas com grande parte da produção travada em derivativos, a Brava poderia capturar apenas uma fração desse movimento. Essa visão levou alguns investidores a argumentar que a empresa teria criado um “teto” artificial para o preço realizado do petróleo. O contraponto: proteção de caixa Por outro lado, há uma leitura mais construtiva da estratégia. Empresas independentes de petróleo costumam ser mais sensíveis a ciclos de preço. Se o Brent cair para níveis abaixo de US$60, o impacto na geração de caixa pode ser significativo. Nesse contexto, o hedge funciona como proteção financeira. Ele garante que uma parcela relevante da produção seja vendida a preços capazes de cobrir: custos operacionais Juros da dívida investimentos Ou seja, reduz o risco de estresse financeiro. A questão central: a empresa precisa desse hedge? Um argumento que surgiu após o resultado foi que o tamanho do hedge poderia indicar que a empresa não suporta um Brent muito baixo. Se o petróleo cair para algo próximo de US$50–55, a geração de caixa ficaria pressionada. Por isso, a empresa teria ampliado a proteção. Essa leitura ganhou força justamente porque o volume hedgeado cresceu significativamente no 4T25. Por outro lado, o caixa de curto prazo da Brava é altíssimo, em cerca de US$1 bilhão, e a dívida tem vencimentos longos, o que definitivamente mostrava que ela não estava com a corda no pescoço e nao precisaria ser tão agressiva no hedge do 1T e 2T2026 Perspectivas operacionais Apesar do ruído em torno do hedge, o cenário operacional pode melhorar. Alguns fatores importantes para 2026 incluem: Recuperação da produção Campos que passaram por manutenção devem voltar a operar com maior capacidade. Melhor desempenho de Papa-Terra: O lifting cost do campo vem melhorando gradualmente. Possível entrada de Tartaruga Verde: Caso a aquisição se concretize, a produção pode crescer de forma relevante. Redução da alavancagem: A empresa encerrou o período com dívida líquida equivalente a 2,2x EBITDA, tendência que pode melhorar com maior geração de caixa. O papel do bunker - guerra ajudou muito no preço do principal produto vendido pela empresa Um ponto menos discutido, mas relevante, é a exposição da empresa ao mercado de bunker (combustível marítimo). A elevação recente nos preços (spreads) desse combustível com a guerra pode compensar parcialmente o efeito negativo do hedge sobre o petróleo. Esse fator pode ajudar a sustentar margens em períodos de maior volatilidade da commodity. Sensibilidade da BRAV3 ao preço do petróleo Considerando: produção potencial: 100 mil barris/dia produção anual: 36,5 milhões de barris hedge total: 20 milhões de barris hedge médio: US$65–75 desconto físico médio: US$8 vs Brent A empresa fica parcialmente protegida quando o petróleo cai, mas também limita o ganho quando sobe muito. Ou seja: Mesmo com Brent a 200, o preço médio recebido pela empresa ficaria perto de US$97. O hedge faz duas coisa: • protege o caixa se Brent cair para 60 • reduz bastante o upside se Brent disparar Sem hedge, os números acima de US$100 seriam bem maiores. Conclusão Considerando o Hedge, atualizei o modelo para responder: Quanto vale BRAV3 com petróleo a..
- Guia para Escolher Ações com Confiança: Sua Jornada Começa Aqui
Investir em ações pode parecer um bicho de sete cabeças, não é mesmo? Eu sei bem como é essa sensação de insegurança na hora de decidir onde colocar seu dinheiro. Mas calma! Com um pouco de conhecimento e prática, você vai perceber que escolher ações pode ser algo simples e até divertido. Neste guia, vou te mostrar passo a passo como escolher ações com confiança, para que você possa investir de forma inteligente e construir um futuro financeiro sólido. Entendendo a Escolha de Ações: O Que Você Precisa Saber Antes de sair comprando ações por aí, é fundamental entender o que está por trás dessa escolha. A seleção de ações não é um jogo de sorte, mas sim uma decisão baseada em análise e estratégia. Você já parou para pensar por que algumas ações sobem e outras despencam? Isso acontece por vários motivos, como o desempenho da empresa, o setor em que ela atua, a economia do país e até o cenário internacional. Para começar, é importante conhecer alguns conceitos básicos: Liquidez : A facilidade com que você pode comprar ou vender uma ação no mercado. Dividendos : Parte do lucro da empresa distribuída aos acionistas. Valuation : Avaliação do valor real da empresa, que ajuda a entender se a ação está cara ou barata. Setor de atuação : O segmento econômico em que a empresa opera, como tecnologia, saúde, varejo, etc. Esses pontos são essenciais para que você não tome decisões no escuro. E olha, não precisa decorar tudo de uma vez! O importante é ir aprendendo aos poucos e aplicando o que faz sentido para o seu perfil. Analisando gráficos para escolher ações com confiança Passos Práticos para uma Escolha de Ações Segura Agora que você já sabe o básico, vamos ao que interessa: como escolher ações de forma prática e segura. Vou te dar um roteiro simples para seguir: Defina seu objetivo de investimento Quer investir para aposentadoria? Para uma viagem? Ou para comprar um imóvel? Saber o motivo ajuda a escolher ações que combinem com seu prazo e tolerância ao risco. Estude o histórico da empresa Pesquise o desempenho financeiro, a reputação no mercado e as notícias recentes. Empresas sólidas tendem a ser investimentos mais seguros. Avalie o setor Alguns setores são mais estáveis, outros mais voláteis. Por exemplo, empresas de energia costumam ser mais estáveis, enquanto tecnologia pode ter altos e baixos. Analise indicadores financeiros Indicadores como P/L (Preço sobre Lucro), ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) e margem líquida ajudam a entender a saúde financeira da empresa. Diversifique sua carteira Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Invista em diferentes setores e tipos de ações para reduzir riscos. Acompanhe o mercado regularmente O mercado muda o tempo todo. Fique atento às notícias e aos resultados das empresas para ajustar seus investimentos quando necessário. Seguindo esses passos, você vai perceber que escolher ações não é um bicho de sete cabeças. É uma questão de informação e estratégia. Como juntar R$ 4.000 em 3 meses? Você já pensou em juntar uma quantia significativa em pouco tempo para começar a investir? Juntar R$ 4.000 em 3 meses pode parecer difícil, mas com disciplina e planejamento, é totalmente possível. Quer saber como? Faça um orçamento mensal : Anote todas as suas receitas e despesas. Identifique gastos que podem ser cortados ou reduzidos. Estabeleça metas semanais : Divida os R$ 4.000 em metas menores, como R$ 333 por semana. Isso torna o objetivo mais palpável. Automatize suas economias : Programe transferências automáticas para uma conta poupança ou investimento logo que receber seu salário. Busque renda extra : Se possível, faça trabalhos freelancers, venda itens que não usa ou explore outras fontes de renda. Evite dívidas desnecessárias : Dívidas com juros altos podem atrapalhar seu planejamento. Com foco e organização, você vai conseguir juntar esse valor e dar o primeiro passo para investir em ações com confiança. Planejamento financeiro para juntar dinheiro e investir Dicas para Evitar Erros Comuns na Escolha de Ações Errar faz parte do aprendizado, mas alguns erros podem ser evitados com atenção. Vou compartilhar os mais comuns para você ficar esperto: Comprar ações só porque estão baratas Preço baixo não significa bom investimento. Pode ser sinal de problemas na empresa. Seguir a manada Investir só porque todo mundo está fazendo pode levar a perdas. Tenha seu próprio critério. Não diversificar Colocar todo o dinheiro em uma única ação é arriscado demais. Ignorar os custos Taxas de corretagem e impostos podem impactar seus ganhos. Saiba quanto vai pagar. Não ter paciência Investir em ações é para quem pensa no médio e longo prazo. Não espere ficar rico da noite para o dia. Lembre-se: aprender com os erros é importante, mas evitar os mais comuns já te coloca à frente de muita gente. Como usar a análise fundamentalista para escolher ações Se você quer ir além do básico, a análise fundamentalista é uma ferramenta poderosa. Ela consiste em avaliar os fundamentos da empresa para entender seu valor real. Aqui estão os principais pontos que eu sempre observo: Receita e lucro líquido : Empresas que crescem consistentemente são mais confiáveis. Endividamento : Dívidas altas podem ser um sinal de risco. Fluxo de caixa : Mostra a capacidade da empresa de gerar dinheiro. Governança corporativa : Empresas com boa gestão tendem a ser mais transparentes e eficientes. Perspectivas futuras : Avalie o mercado e a inovação da empresa. Com esses dados, você consegue identificar ações que estão subvalorizadas ou com potencial de crescimento. É um passo a mais para investir com segurança. Seu próximo passo para investir com confiança Agora que você já sabe o caminho para escolher ações com confiança, que tal colocar em prática? Comece pequeno, estude sempre e não tenha medo de errar. O importante é estar em movimento e aprender a cada passo. Se quiser aprofundar ainda mais, recomendo que você confira este guia completo sobre como escolher ações para investir . Lá, você vai encontrar dicas detalhadas e ferramentas que facilitam sua decisão. Lembre-se: investir é uma jornada, e a Investe10 quer ser sua bússola para navegar nesse mercado com segurança e inteligência. Vamos juntos construir um futuro financeiro sólido! Quer trocar uma ideia ou tirar dúvidas? Deixe seu comentário! Estou aqui para ajudar você a investir melhor.
- Escândalo Vorcaro e Moraes escancara por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (esse texto é pq eu não quero isso pra vc)
Confesso q perdi produtividade essa semana. Acabei trabalhando 15h por dia a não as 10h que costumo trabalhar. Não tive como não perder tempo com o escândalo e as aventuras amorosas do Vorcaro, além da guerra, explosão do preço do petróleo junto com o Irã e claro, temporada de resultados (a coisa realmente mais importante dessa lista). Dito isso, e sabendo que sou uma empreendedora, vocês agora entendem as 15h (por baixo) de trabalho por aqui. Se algo me redime, acho que ocorreu com todo mundo. Me diga, por favor, que você também perdeu alguns minutos essa semana rindo da peleleca (nós merecemos rir um pouco). Tem a AI para ajudar, mas francamente, ela (ainda) não substitui nossa alma e espontaneidade e perspicácia humana. Esse texto por exemplo, estou escrevendo palavra por palavra querido leitor, em pleno sábado de chuva aqui no meu paraíso escondido no mundo. Escândalo Vorcaro (ex dono do liquidado banco Master) e Moraes escancaram por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (escrevi esse texto porqdue não quero isso para você) Chegamos na prisão de Vorcaro. A morte de seu capataz bem pago (R$1 milhão por mês, imagine o que ele não fazia meu querido amigo leitor) poucas horas após sua prisão (nenhum ser humano pensaria em queima de arquivo aqui) Não bastasse, entra na história um (o segundo!) ministro do Supremo (se fosse filme, já começaríamos pensa que o diretor estava forçando a barra aqui). Nossos dois malvados favoritos trocaram mensagem DE VIZUALIZAÇÃO ÚNICA no DIA DA PRISÃO Os bastidores do sistema financeiro. A trama não seria perfeita se não tivesse romance, traição, ostentação afinal, aqui é Brasil! E teve. Postei o vídeo do noivado de (dizem) 40 milhões de euros na Itália no meu Twitter, ele viralizou e teve algo como milhares de visualizações. Vorcaro não é só um escândalo. E aí é que começa a parte mais triste dessa história. Talvez ele esteja mostrando, de forma quase didática, como funciona o ambiente econômico brasileiro e porque o brasileiro continua pobre em dólares. Essa semana, por exemplo, saiu mais um dado simbólico. O Brasil deixou de ser a 10ª maior economia do mundo e caiu para a 11ª posição , sendo ultrapassado pela Rússia. Sim, eu sei. Parte disso tem a ver com a valorização recente do rublo. Mas, sinceramente, isso não nos redime. Porque não faz tanto tempo assim que o Brasil chegou a ser a 6ª maior economia do planeta . Estamos falando de um país que perdeu posições ao longo do caminho . Poucos países no mundo têm uma combinação tão poderosa de recursos naturais e população. Temos terra fértil (eu acho que é a melhor do mundo – Aqui, tudo que se planta, dá). Tem petróleo. Tem minério e minerais estratégicos. Tem energia (que seria) barata (não fosse nossos roubos).Tem um mercado consumidor enorme. Tem carisma. Não tem guerra. Mesmo assim, quando comparamos nosso padrão de vida com países desenvolvidos — especialmente em moeda forte — somos POBRES. É que produzir riqueza no Brasil virou uma atividade cara demais . impostos complexos, burocracia infinita, regras que mudam o tempo todo. - não vou chover no molhado aqui Prometo te mostrar o lado bom depois de falar o ruim, até o final do texto (fica comigo) Mas antes de te mostrar como ganhar dinheiro no caos, quero falar existe algo ainda mais profundo... O ambiente institucional: Corrupção, insegurança jurídica e o famoso jeitinho brasileiro criaram um sistema onde praticamente todo mundo precisa gastar energia demais tentando se proteger. Empresas gastam fortunas com advogados. Investidores exigem retornos maiores para compensar riscos. Projetos demoram anos para sair do papel. é o custo Brasil: · quando uma empresa brasileira paga juros muito maiores que uma americana para financiar um projeto. · quando investimentos em infraestrutura demoram décadas para sair do papel. · quando empreendedores gastam mais tempo tentando entender regras do que inovando. Tudo isso reduz produtividade. E produtividade, no longo prazo, é o que determina a riqueza de um país. Países ricos produzem mais valor por hora trabalhada. No Brasil, muitas vezes o talento (se é que não saiu daqui ainda) vai para outra coisa: aprender a navegar o sistema . O jeitinho brasileiro, celebrado como criatividade, é apenas um mecanismo de sobrevivência dentro de um ambiente institucional IMPOSSÍVEL. Não é coincidência que os juros no Brasil historicamente tenham sido tão altos. É um reflexo do risco estrutural do país. O PARADOXO DO QUANTO PIOR, MELHOR O Brasil é muito BOM para o investidor. E é exatamente por isso que todos que moram aqui sabem que aqui O rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre... (Xibom Bombom - As Meninas) Você pode ter uma carteira que ao mesmo tempo: Invista parcela no exterior, em dólares, ganhe juros extraordinários localmente e ainda ganhe RIOS DE DINHEIRO NA BOLSA. O mesmo ambiente imperfeito que limita o crescimento do país também cria algumas das maiores distorções de preço do mundo no mercado financeiro . Porque quando o capital é mal alocado por muito tempo e o país vive ciclos constantes de desconfiança, ativos bons acabam sendo negociados muito abaixo do que realmente valem. (sabe quem fez fortuna aproveitando isso? André Esteves, do BTG!) A história da bolsa brasileira está cheia desses momentos. Empresas excelentes negociadas a preços absurdamente baixos simplesmente porque o cenário parecia confuso demais para que alguém quisesse prestar atenção. Eu passo praticamente todos os meus dias tentando identificar essas distorções. Há cerca de 20 anos analiso empresas brasileiras, tentando separar o barulho político daquilo que realmente importa: geração de caixa, vantagens competitivas e preço. Foi assim que várias das grandes histórias de valorização da bolsa começaram — quando o ambiente parecia caótico demais para que alguém quisesse olhar com calma. Hoje eu mantenho uma carteira chamada All In One , com as ações que considero as melhores oportunidades da bolsa brasileira neste momento. E também investir no exterior e nos nossos ricos juros e FIIs, porque merecemos TUDO. Não é uma carteira para quem quer apostar. É para quem quer entender onde estão as distorções antes que o mercado perceba. Se você quiser conhecer as empresas que estão ali e entender por que acredito que elas podem se beneficiar justamente dessas imperfeições do Brasil, você pode ver aqui: www.investe10.com.br/assine Porque existe uma ironia curiosa sobre investir no Brasil. O país pode continuar complicado por muito tempo. Mas exatamente por isso as oportunidades aqui costumam ser enormes para quem entende o jogo. Te encontro do lado de lá, vamos ganhar dinheiro juntos. Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA e consultora CVM Escândalo Vorcaro e Moraes escancaram por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (esse texto é pq eu não quero isso pra vc)
- Lojas Renner (LREN3) volta a executar: margens sobem, caixa cresce e dividendos podem chegar a 8%
A Lojas Renner (LREN3) divulgou um resultado sólido no 4T25 , com expansão de margens, geração de caixa e lucro recorde em 2025. Mais do que o crescimento do lucro, o que chama atenção no resultado é a qualidade da execução operacional , indicando que a companhia voltou ao padrão de eficiência que sempre caracterizou a empresa no varejo brasileiro. O EBITDA ajustado atingiu R$ 1,1 bilhão no trimestre (+9% na comparação anual) , acompanhado de uma expansão relevante de rentabilidade. A margem bruta chegou a 56,5% (+0,7 p.p.) , enquanto a margem EBITDA alcançou 25,6% (+1,1 p.p.) . Outro ponto importante foi a queda de 3,4% nos estoques , sinalizando melhor gestão de coleções e da cadeia de suprimentos. Estoques mais equilibrados reduzem a necessidade de promoções agressivas e ajudam a sustentar margens ao longo dos trimestres. A melhora operacional também se refletiu na geração de caixa. A companhia reportou R$ 561 milhões de fluxo de caixa livre no 4T25 , reforçando a capacidade do negócio de converter resultado operacional em caixa. No acumulado de 2025, a fotografia é ainda mais positiva. A Renner registrou lucro líquido recorde de R$ 1,46 bilhão (+21,8%) , enquanto o EBITDA alcançou R$ 3,19 bilhões (+20%) , consolidando um ciclo de recuperação de rentabilidade após os desafios enfrentados pelo varejo nos últimos anos. O crescimento das vendas também mostrou qualidade. O SSS (vendas mesmas lojas) avançou 3,3% , indicando que a melhora não depende apenas da abertura de novas unidades. Para 2026, a companhia projeta investimentos de aproximadamente R$ 1,05 bilhão , com plano de expansão relevante: 22 a 30 novas lojas Renner 23 a 25 lojas Youcom aproximadamente 5 novas unidades da Camicado Além dos números operacionais, outro dado relevante reforça a força da marca Renner. Uma pesquisa do UBS Evidence Lab mostrou que 54% dos consumidores pretendem comprar na Renner nos próximos 12 meses , colocando a companhia na liderança da intenção de compra no varejo de vestuário brasileiro , à frente de C&A e Riachuelo. Ao mesmo tempo, a Shein perdeu posição no ranking , após mudanças nas regras de tributação de importações, o que ajuda a reduzir uma das preocupações recentes do mercado: o impacto estrutural dos players asiáticos sobre o varejo nacional. Outro ponto que começa a chamar atenção é a mudança gradual na natureza da tese da Renner . Historicamente, a empresa sempre foi vista como uma história de crescimento , reinvestindo grande parte do caixa na expansão da operação. Agora, com o negócio mais maduro e a rentabilidade recuperada, a companhia começa a mostrar uma capacidade maior de geração de caixa , abrindo espaço para remuneração mais relevante aos acionistas . Em alguns cenários, considerando dividendos e recompras de ações, o retorno ao acionista pode se aproximar de 8% ao ano — algo que poucos investidores associavam à Renner no passado. Se o ciclo de queda de juros avançar no Brasil , o varejo de vestuário tende a ser um dos primeiros setores a sentir melhora na demanda, o que pode beneficiar ainda mais o desempenho da companhia. Mesmo com essa melhora operacional relevante, as ações seguem sendo negociadas a aproximadamente 9 vezes lucro , um nível que, na minha visão, não reflete a qualidade do ativo nem a recuperação de rentabilidade que já está em curso . Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA Consultora de investimentos 🔎 Mais análises em: https://www.investe10.com.br 📲 Participe do grupo gratuito no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t A Lojas Renner (LREN3) divulgou um resultado sólido no 4T25 , com expansão de margens, geração de caixa e lucro recorde em 2025.
- Simpar chama o BNDES e levanta até R$3,4 bi: reforço de capital ou sinal de aperto?
Simpar levanta até R$3,4 bilhões com BNDES: aumento de capital em SIMH3, VAMO3 e MOVI3 preocupa minoritários ------ Nos últimos dois anos, o mercado brasileiro viveu um deserto de IPOs. Agora, o que não veio em aberturas de capital começa a aparecer em follow-ons — e o grupo Simpar acaba de dar um dos maiores exemplos disso. A Simpar (SIMH3), junto com Vamos (VAMO3) e Movida (MOVI3), aprovou aumentos de capital que, somados, podem chegar a cerca de R$3,4 bilhões. Parte relevante desse montante terá como âncora a BNDESPar, braço de participações do BNDES, além do próprio controlador do grupo. Na prática, trata-se de um reforço de capital em três frentes: SIMH3: até R$2 bilhões VAMO3: R$400–600 milhões MOVI3: R$500–750 milhões A diluição potencial é relevante principalmente na holding. SIMH3: 22% a 29% VAMO3: 9% a 12% MOVI3: 11% a 16% Naturalmente, a primeira reação do mercado foi a previsível: minoritários reclamando de diluição. Mas a análise precisa ir um pouco além. O problema estrutural do grupo: dívida Quem acompanha o grupo Simpar sabe que o crescimento dos últimos anos veio acompanhado de alavancagem elevada. A estratégia sempre foi agressiva: crescer frota, ampliar operações logísticas, financiar expansão e capturar escala. Esse modelo funciona muito bem quando: crédito é abundante juros são baixos mercado de capitais está aberto Mas quando o custo de capital sobe — como ocorreu no Brasil — a alavancagem começa a pesar no valuation. Nesse contexto, levantar equity vira uma alternativa quase inevitável. Não é por acaso que o mercado vinha especulando sobre isso há meses. --- O BNDES entra e isso muda bem a figura A entrada da BNDESPar como investidor relevante gera ruído em duas frentes. Primeiro, governança. Parte do mercado sempre torce o nariz para a presença do banco estatal no capital. Segundo, percepção de necessidade. Quando uma empresa precisa de um investidor âncora estatal para estruturar uma capitalização, a leitura imediata de parte dos investidores é que o mercado sozinho talvez não absorvesse facilmente a oferta. Por outro lado, há um lado pragmático nessa equação. Com o BNDES na base acionária, o risco de crédito percebido pelo mercado tende a cair. Isso pode se traduzir em: spreads menores em dívida melhor acesso a funding maior previsibilidade financeira Para um grupo intensivo em capital como a Simpar, isso não é trivial. --- Diluição existe — mas o desconto não é extremo para as controladas Outro ponto importante é que o preço das emissões não veio com desconto destrutivo, algo comum em momentos de estresse. Os valores indicados foram próximos às cotações de mercado: SIMH3: emissão a R$11,24 (ação R$11,83) VAMO3: emissão a R$3,85 (ação R$4,28) MOVI3: emissão a R$11,72 (ação R$13,33) Isso significa que o ajuste teórico de preço tende a ser relativamente limitado. No caso da Vamos, por exemplo, o impacto estimado no preço teórico da ação seria da ordem de 1% a 2%. Ou seja: há diluição, mas não é uma diluição predatória. Além disso, os acionistas têm direito de subscrição, podendo manter sua participação proporcional se desejarem. --- O verdadeiro trade-off para o acionista No fundo, a discussão não é sobre diluição. É sobre estrutura de capital. O investidor da Simpar precisa decidir entre duas alternativas: 1. Aceitar alguma diluição hoje 2. Conviver com uma empresa mais alavancada e com risco financeiro maior Na minha leitura, o grupo escolheu antecipar o reforço de capital em um momento relativamente favorável. Vale lembrar: Simpar dobrou de preço no último ano Movida chegou a quadruplicar desde as mínimas ambas negociam acima de 1,6x P/VP Captar capital depois de uma recuperação forte do papel é financeiramente racional. Empresas raramente levantam equity quando a ação está barata. --- O mercado pode reagir mal no curto prazo Dito isso, é possível que o mercado reaja negativamente no curtíssimo prazo. Follow-ons quase sempre pressionam preço no dia seguinte, por três razões: efeito mecânico da diluição aumento de oferta de ações ruído de percepção Mas isso não significa necessariamente destruição de valor. Às vezes, é simplesmente o custo de fortalecer o balanço. --- A pergunta que realmente importa A questão central para o investidor não é o aumento de capital em si. É se o capital novo vai realmente reduzir risco financeiro ou apenas sustentar crescimento alavancado. Se for para desalavancar e reduzir custo de dívida, a operação pode até aumentar o valor do grupo no longo prazo. Se for apenas para continuar expandindo com capital intensivo, a discussão volta rapidamente. Minha leitura Não é uma notícia confortável para o minoritário. Mas também não é o desastre que alguns estão pintando. É, acima de tudo, um movimento clássico de ajuste de balanço em um grupo que cresceu rápido demais em um ambiente de juros que mudaram de patamar. E no mercado de capitais existe uma regra simples: Empresas muito alavancadas sempre acabam tendo que escolher entre equity ou dor. A Simpar escolheu equity. Se você quer entender quais ações realmente valem a pena comprar — e quais parecem baratas mas escondem riscos como esse de estrutura de capital, eu mostro tudo na minha carteira All In One. É a estratégia que uso para selecionar empresas com potencial de valorização e risco controlado, já analisando balanço, dívida e qualidade do negócio. Conheça a carteira e veja as ações que estou comprando agora. www.investe10.com.br/assine
- Na Grendene (GRND3), o caixa rende mais que o chinelo | Análise do resultado do 4T25
A Grendene ( GRND3 ) apresentou um operacional fraco no 4T25 . A receita líquida caiu 18 % na comparação anual , refletindo principalmente a forte queda de volume. O volume vendido recuou cerca de 20%, enquanto o custo por par subiu aproximadamente 10% ao ano. Com menor diluição de despesas e custos pressionados, o impacto sobre a rentabilidade foi relevante. O EBIT caiu 44% ano contra ano, evidenciando a deterioração do resultado operacional. Apesar disso, o lucro líquido veio forte, atingindo R$ 286 milhões no trimestre. O motivo foi claro: o resultado financeiro. Com cerca de R$ 1,4 bilhão em caixa aplicado, a Grendene acabou ganhando mais dinheiro com aplicações atreladas ao CDI do que com a venda de calçados. Dividendos elevados e valuation baixo A empresa anunciou um dividend yield de aproximadamente 33% no período, impulsionado por eventos extraordinários. O dividend yield recorrente gira em torno de 10%. Nos múltiplos, a ação também parece barata: FCF Yield: cerca de 8% EV/EBITDA: aproximadamente 5x P/L: perto de 5x EV/Lucro: aproximadamente 3 O EV/EBITDA ao redor de 5x reflete melhor o operacional do negócio e não parece caro para uma empresa com caixa líquido relevante. Já o EV/Lucro perto de 3x parece extremamente barato, mas essa percepção é influenciada pelo grande volume de caixa e pelo resultado financeiro elevado enquanto a Selic permanece alta. O verdadeiro problema da Grendene: o volume O principal ponto de atenção no resultado foi a queda de volume. O sell-in (vendas da Grendene para o varejo) caiu 22%, enquanto o sell-out (vendas do varejo para o consumidor final) caiu cerca de 10%. Isso indica que: o consumo final caiu aproximadamente 10% mas os varejistas reduziram compras em mais de 20% Ou seja, o problema não foi apenas demanda final. Houve um forte ajuste de estoques no varejo. Muitos lojistas simplesmente pararam de comprar, seja porque estavam com estoques elevados ou porque estavam cautelosos com o consumo. Perspectivas para 2026 A própria gestão da Grendene sinalizou possível melhora operacional em 2026, caso ocorra recomposição de estoques no varejo. Se o consumo permanecer relativamente estável e os estoques forem normalizados, os pedidos do varejo podem voltar a crescer. Nesse cenário, o sell-in pode subir entre 15% e 20% por alguns trimestres, mesmo sem um boom de consumo. O ambiente de consumo mais fraco em 2025 não foi exclusivo da Grendene. Diversos varejistas reportaram dificuldades, incluindo same store sales negativos no 4T, como observado também na C&A (CEAB3). Melissa e varejo próprio ganham importância Outro destaque foi o varejo próprio da companhia, que mostrou maior resiliência no trimestre. Esse segmento inclui: Club Melissa (franquias e lojas próprias) E-commerce da marca operações internacionais Esse canal tende a ganhar relevância na estratégia da empresa. Historicamente, a Grendene sempre foi muito dependente do atacado e do sell-in para lojistas. O fortalecimento do varejo próprio pode ajudar a empresa a ter maior controle sobre a demanda e capturar mais margem. Vale a pena investir em Grendene (GRND3)? A Grendene (GRND3) segue negociando a múltiplos baixos, com P/L perto de 5x e EV/EBITDA ao redor de 5x. No entanto, parte relevante do lucro recente vem do resultado financeiro, impulsionado pelo grande volume de caixa da companhia enquanto a Selic permanece elevada. O principal ponto para acompanhar em 2026 será a evolução do volume e a recomposição de estoques no varejo, que podem destravar uma recuperação do sell-in e da alavancagem operacional da empresa. Se isso acontecer, a companhia pode voltar a apresentar crescimento operacional depois de um 2025 marcado por queda de volume e margens pressionadas. Grendene (GRND3) paga bons dividendos? A Grendene (GRND3) é tradicionalmente conhecida como uma empresa boa pagadora de dividendos. No resultado recente, a companhia anunciou um dividend yield próximo de 33% no período, impulsionado por eventos extraordinários. Considerando apenas os pagamentos recorrentes, o dividend yield gira em torno de 10%, sustentado principalmente pela forte geração de caixa e pelo elevado volume de recursos financeiros aplicados. Grendene (GRND3) está barata? Nos múltiplos, a Grendene (GRND3) negocia atualmente perto de: P/L: cerca de 5x EV/EBITDA: aproximadamente 5x EV/Lucro: em torno de 3x FCF Yield: próximo de 8% Esses números sugerem uma ação aparentemente barata, mas parte relevante do lucro atual vem do resultado financeiro, favorecido pelo elevado caixa da companhia e pelas taxas de juros ainda altas no Brasil. Perguntas frequentes sobre Grendene (GRND3) A Grendene (GRND3) paga dividendos? Sim. A companhia é conhecida por distribuir dividendos elevados, com yield recorrente próximo de 10%. Por que o lucro da Grendene está alto? Parte relevante do lucro recente vem do resultado financeiro, já que a empresa possui cerca de R$ 1,4 bilhão em caixa aplicado. O que esperar da Grendene em 2026? A expectativa é de possível melhora operacional caso ocorra recomposição de estoques no varejo e recuperação do volume de vendas. Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA Consultora de investimentos https://www.investe10.com.br Whatsapp https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t
- Resultados corporativos: Ultrapar melhora forte na Ipiranga, LJQQ3 vira aposta em queda de juros e Dexco segue dependente da construção
O trimestre trouxe três histórias diferentes no mercado brasileiro: uma empresa melhorando estruturalmente (Ultrapar), uma tese extremamente sensível aos juros (Lojas Quero-Quero) e um setor ainda esperando a volta da construção civil (Dexco). #UGPA3 Operacionalmente excelente com margem da Ipiranga subindo + caixa recorde Volume: +7% Margem EBITDA: R$165/m³ vs R$140/m³ no 4T24 É um salto de 18% na margem unitária Geração de caixa operacional (CFO) recorde de R$5,5 bi +46%, EBITDA recorrente +36% e melhora clara de rentabilidade na Ipiranga (margem R$165/m³ vs R$140). Desconsidere o lucro fraco -71% pela base inflada por crédito fiscal em 2024 + impairment na Hidrovias. O CEO deixou claro que houve avanço no combate a postos ilegais e devedores contumazes. Combate aos postos ilegais está melhorando a estrutura do setor. Isso é enorme para o setor de combustíveis. Postos que: não pagam ICMS adulteram combustível operam com sonegação sistemática conseguem vender mais barato e pressionam as margens de toda a indústria. Se UGPA3 sustentar R$6 bi de EBITDA anual com capex R$2,6 bi e alavancagem 1,7x, a empresa vira um gerador de FCF relevante. CFO'25: R$ 5,5 bi Capex: R$ 2,6 bi FCF yield anualizado 10% DY 6% A virada da Ipiranga pode fechar esse Gap de desconto da #ugpa3 ante a vibra #VBBR3 #LJQQ3 é para mim uma tese de deep value / juros. Virou basicamente uma opção barata de queda de juros. É um negócio sensível à Selic sofrendo mto com os 15% Receita +4% no 4T25, EBITDA caiu 65% (margem 1,8%) e prejuízo de R$ 43 mi. Dívida líquida R$ 207 mi. Mesmo assim, a empresa segue gerando caixa (FCO anualizado R$158 mi) e projeta abrir até 10 lojas até 2026. A ação caiu 87% desde o IPO. O mercado está precificando a empresa a algo como 34% de FCF yield anualizado Dexco #DXCO3, aquela das marcas Duratex, Deca e Hydra, e controle da Itaúsa com 40,8% teve melhora operacional no 4T25: EBITDA recorrente +12%aa e lucro recorrente de R$36 mi. Lucro contábil prejuízo de R$48 mi com ajuste de valor do negócio de cerâmicas (impairment), com o mercado imobiliário fraco. Uma alta nessa ação segue dependente da retomada da construção civil. #EUCA3 no sgto madeira negocia 4x EV/EBITDA com desconto ante 5x da #DXCO3 Mas o problema aqui nem é múltiplo retorno baixo: ROIC 5% alavancagem alta 3x e FCF fraco Uma queda na Selic e animada na construção civil, além de vendas de ativos para desalavancar pode animar o papel, mas por enquanto eu não me animei E por fim... Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA, consultora de investimentos www.investe10.com.br Whatsapp - https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t Resultados corporativos: Ultrapar melhora forte na Ipiranga, LJQQ3 vira aposta em queda de juros e Dexco segue dependente da construção
- Baidu, o “Google chinês”, tem caixa, tecnologia e IA. Então por que negocia a apenas 7x EBITDA?
A companhia segue gerando caixa com o negócio de busca, mas aposta na expansão da IA e da AI Cloud como motores de crescimento capazes de reduzir o desconto no valuation. A Baidu entregou um trimestre com crescimento mais moderado no negócio tradicional de busca, mas avanço consistente nas frentes ligadas à inteligência artificial e cloud. A companhia segue tentando migrar sua tese de investimento de “search advertising” para “AI infrastructure”. A Receita cresceu 6% a/a e o lucro líquido ajustado foi de RMB 7,8 bilhões com 23% de margem operacional - acima do esperado graças a controle de custos e resiliente mesmo com investimentos em IA. Além disso, gerou um fluxo de caixa livre de RMB 6 bilhões O principal ponto negativo continua sendo o negócio de publicidade da busca , que cresce pouco, já o destaque foi a expansão das áreas ligadas à inteligência artificial. O crescimento veio principalmente do Baidu AI Cloud, enquanto o negócio tradicional de publicidade digital continua com expansão mais lenta, refletindo o ambiente macro ainda fraco na China. Baidu Core: IA passa a ser o motor A divisão Baidu Core (busca + IA + cloud) cresceu cerca de 7% aa, o que é mais fraco... mas... Na divisão de AI Cloud , o destaque foi o crescimento de dois dígitos, impulsionado pela demanda crescente de empresas por soluções de inteligência artificial. Cada vez mais companhias estão procurando o Baidu para rodar, treinar e integrar modelos de IA em seus próprios sistemas — desde atendimento automatizado e geração de conteúdo até análise de dados e automação de processos. Grande parte dessas aplicações utiliza o modelo de linguagem Ernie , desenvolvido pela própria empresa, em um movimento semelhante ao que companhias como OpenAI e Google vêm fazendo no Ocidente. Na prática, isso mostra a tentativa do Baidu de migrar de um modelo baseado principalmente em publicidade digital para um negócio de infraestrutura de IA e serviços corporativos em nuvem , que tende a ser um dos principais vetores de crescimento da companhia nos próximos anos. O Ernie Bot , baseado no modelo de linguagem Ernie (LLM) desenvolvido pelo Baidu, já ultrapassou 200 milhões de usuários . Trata-se de um sistema de inteligência artificial generativa semelhante ao ChatGPT, capaz de responder perguntas, gerar textos, criar códigos, resumir informações e interagir de forma conversacional com os usuários. Além do uso direto pelo público, o modelo também está sendo integrado a produtos e serviços corporativos, permitindo que empresas desenvolvam aplicações próprias de IA — como assistentes virtuais, automação de atendimento e análise de dados — usando a infraestrutura tecnológica do Baidu. Esse avanço é central para a estratégia da companhia de se posicionar como uma das principais plataformas de IA generativa na China . A empresa está em expansão de soluções de IA generativa para empresas A estratégia é clara: transformar o Baidu em um provedor de infraestrutura de IA, algo semelhante ao papel que empresas como Microsoft e Amazon desempenham no Ocidente. Segmento Receita Participação Publicidade em busca (search advertising / online marketing) ~RMB 12,3 bilhões ~ 47% Negócios de IA (AI Cloud, IA apps, Ernie, etc.) ~RMB 11 bilhões ~ 43% Outros (principalmente streaming iQIYI) ~RMB 6,7 bilhões ~ 10% Publicidade ainda é a base do caixa Apesar do foco crescente em IA, o search advertising ( a publicidade que aparece quando alguém faz uma busca na internet .) ainda responde pela maior parte da geração de caixa. O problema é que o crescimento do e-commerce na China desacelerou e as empresas estão reduzindo gastos em marketing digital. Além disso, concorrentes como ByteDance e Tencent seguem ganhando participação em publicidade Isso mantém o crescimento da receita consolidada em ritmo moderado. Apollo e robotáxis Outro vetor estratégico é a divisão de direção autônoma Apollo. Já são mais de 6 milhões de corridas de robotaxi acumuladas e a operação já é presente em várias cidades chinesas novos negócios do Baidu - robotaxi Apollo Ainda não é relevante financeiramente, mas representa opcionalidade relevante de longo prazo. Valuation Mesmo com forte investimento em IA, o mercado continua precificando a companhia com desconto relevante. O EV/EBITDA é de apenas 8x e o preço sobre o fluxo de caixa livre é de 10x (P/FCF) Para comparação, empresas globais de tecnologia e IA costumam negociar acima de 15–20x EBITDA. As empresas chinesas negociam quase pela metade do múltiplo das big techs americanas. Se compararmos com o Google, vemos 50% de desconto ! Alphabet: ~15x EV/EBITDA Baidu / Alibaba: ~7x Empresa EV/EBITDA FCF Yield Baidu 7,3 4,0% Alibaba Group 7,5 5,0% Tencent 12,7 3,0% Alphabet 15,5 4,5% Esse desconto reflete principalmente: • risco regulatório na China • competição em publicidade digital • incerteza sobre monetização da IA Mesmo dentro da China, o Baidu costuma negociar com desconto frente à Tencent. Supostamente porque tem um crescimento menor do core business (publicidade), a monetização da IA ainda é incerta e tem uma menor diversificação que Tencent O resultado reforça três pontos importantes: 1. Search continua financiando a empresa, mas não é mais o principal vetor de crescimento. 2. IA e cloud são a nova tese, ainda em fase de monetização. 3. O valuation segue descontado enquanto o mercado espera provas mais claras de crescimento acelerado. Se a Baidu conseguir transformar sua liderança em modelos de IA em receita recorrente de cloud, a reprecificação pode ser relevante. Caso contrário, a ação tende a continuar negociando como uma empresa de busca madura com opcionalidade em IA. Insight mais importante para quem está comprado O resultado reforça três pontos: Baidu continua gerando muito caixa: Mesmo com crescimento moderado, a empresa mantém margens altas e fluxo de caixa relevante. A tese está migrando de “search” para “IA”: O crescimento futuro depende cada vez mais de AI Cloud e aplicações de IA. O valuation continua descontado: A empresa negocia perto de 7x–8x EV/EBITDA , enquanto empresas globais de tecnologia costumam negociar acima de 15x . A tese OTIMISTA em Baidu hoje é simples: O core business (search/publicidade) financia a empresa enquanto a IA pode gerar reprecificação. A companhia está apostando forte em: Ernie (LLM tipo Chat GPT) AI Cloud Robotaxi Apollo Se essas linhas começarem a gerar receita relevante, o mercado pode começar a precificar Baidu mais próximo das big techs globais. A pergunta para o investidor é: o Baidu é um Google barato… ou apenas um buscador maduro com crescimento limitado? Eu gosto de comprar opcionalidades quando elas estão baratas ! Se você é como eu, te convido a seguir a carteira ALL IN ONE : www.investe10.com.br Baidu, o “Google chinês”, tem caixa, tecnologia e IA. Então por que negocia a apenas 7x EBITDA?
- Quando um míssil aponta para a OTAN
Interceptação de míssil direcionado à Turquia eleva tensão entre OTAN e Irã e reacende debate sobre escalada militar no Oriente Médio Hoje aconteceu algo que pode parecer apenas mais uma notícia no meio do ruído geopolítico. Mas não é. Um míssil balístico foi interceptado a caminho da Turquia , país membro da OTAN . O episódio rapidamente chamou atenção de analistas de risco e estrategistas militares porque a Turquia faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) , a principal aliança militar do Ocidente. Caso um ataque contra um país membro seja confirmado, a aliança pode invocar o Artigo 5, a cláusula de defesa coletiva que prevê resposta conjunta dos aliados. Até agora, a OTAN afirmou que não pretende acionar o Artigo 5, sinalizando uma tentativa de evitar uma escalada militar mais ampla. Mesmo assim, o episódio aumenta o nível de tensão em um momento já delicado no cenário internacional. Um ambiente geopolítico mais instável Nos últimos dias, diversos eventos contribuíram para elevar o risco geopolítico global: • intensificação de ataques militares no Oriente Médio • mobilização crescente de forças armadas na região • retomada do debate sobre armas nucleares em discursos de líderes globais • agora um míssil direcionado a um país da OTAN Historicamente, grandes conflitos raramente começam de forma abrupta. Eles costumam surgir a partir de uma sequência de incidentes e escaladas que, somados, aumentam gradualmente o nível de risco global. O impacto nos mercados Sempre que o risco geopolítico aumenta, alguns mercados tendem a reagir primeiro. Entre eles: • energia e petróleo • commodities estratégicas • empresas do setor de defesa • ativos considerados proteção de patrimônio Por isso, acompanhar eventos geopolíticos deixou de ser apenas uma questão política. Também passou a ser um fator importante na gestão de risco e posicionamento de portfólio. Como acompanho esses movimentos No mercado financeiro, muitas vezes os sinais aparecem antes nas mudanças geopolíticas. Por isso acompanho esses eventos minuto a minuto para meus assinantes, analisando como cada movimento pode impactar os mercados e os investimentos. Se você quer investir com uma carteira preparada para diferentes cenários globais — e acompanhar comigo as oportunidades e riscos que surgem no mercado — conheça a All In One. 👉 www.investe10.com.br/assine Lá eu mostro exatamente como estou posicionando meu portfólio e o dos meus clientes para atravessar diferentes ciclos do mercado, enquanto analisamos em tempo real os eventos que podem mudar o jogo para investidores. Interceptação de míssil direcionado à Turquia eleva tensão entre OTAN e Irã e reacende debate sobre escalada militar no Oriente Médio.
- A bolsa voltou a respeitar o que realmente importa: fluxo de caixa
Resultados recentes de empresas como Mercantil, Auren, Vulcabras, RD Saúde e LWSA mostram uma mudança silenciosa na bolsa brasileira: investidores voltaram a priorizar geração de caixa e retorno sobre capital. Tem uma cena que se repete em praticamente toda temporada de resultados. Primeiro vem o entusiasmo. Lucro cresce. Receita sobe. Margem melhora. Os releases corporativos parecem sempre escritos no mesmo tom otimista. Depois de alguns minutos analisando os números, alguém faz a pergunta que realmente importa: “Ok… mas quanto caixa isso gerou?” E é nesse momento que muitas histórias mudam completamente. Porque lucro contábil pode ser ajustado. Fluxo de caixa não tem esse talento diplomático. Ou entrou dinheiro. Ou não entrou. E os resultados recentes da bolsa brasileira estão mostrando exatamente isso. Durante anos o mercado se apaixonou por crescimento.Agora parece estar redescobrindo algo bem menos glamouroso: empresas que geram caixa. Mercantil: quando ROE ainda parece coisa de outro planeta #BMEB3 #BMEB4 O Banco Mercantil apresentou um resultado que chama atenção até em um setor acostumado a números altos. O banco segue operando com ROE acima de 40% , ao mesmo tempo em que mantém crescimento de lucro próximo de 30% . O ponto de atenção foi a queda do Índice de Basileia de cerca de 15% para 13% , reflexo da expansão da carteira. Nada alarmante. Na prática, é o tipo de “problema” que aparece quando um banco cresce rápido demais. E historicamente o mercado costuma aceitar esse tipo de ajuste com bastante tranquilidade — desde que o retorno sobre capital continue absurdo. Banco Mercantil #BMEB4 entrega algo raro ROE >40% com crescimento forte do lucro de 1bi em '25 +33%aa 6x P/L e 2x P/VP. Parece barato MAS TEM risco de capital: Basileia caiu para 13%. Sem reforço de capital o crescimento tem limite Queda de capital incomoda muito menos quando o retorno é extraordinário. Auren #AURE3: quando o lucro volta… mas tem porém A Auren apresentou uma virada importante no trimestre. Depois de registrar prejuízo de R$ 363 milhões no ano anterior , a empresa reportou lucro de R$ 354 milhões no 4T25 . Mas como quase sempre acontece, o número mais chamativo nem sempre conta a história inteira. Uma parte relevante do resultado veio de itens não recorrentes . R$143 mi do EBITDA de indenização da CESP. EBITDA recorrente -2,6% aa Msm com vento contra (GSF, curtailment), o EBITDA perto de R$870 mi, mostra resiliência pós integração da AES Com ND/EBITDA em 4,8x, é converter R$4 bi de EBITDA em FCF e desalavancar Resultados podem melhorar rápido. Fluxo de caixa recorrente leva mais tempo. Vulcabras: me convenceu no mix e pricing O crescimento no tri veio daí, melhores preços e mix mais premium, já que o volume ficou estável no 4T25. Há um vetor estrutural favorável E IMPORTANTE: o crescimento do esporte no Brasil Estamos na era que troca cerveja por corrida e café, lembra? A #VULC3 negocia a 9x P/L e 6x evEBITDA, seu Retorno sobre o capital investido ROIC é de 30% Enquanto algumas empresas ganham atenção com viradas dramáticas, outras constroem valor de forma quase silenciosa. A Vulcabras entregou: EBITDA de R$ 220,7 milhões (+14,8%) e lucro recorrente de R$ 158,8 milhões Mas extremamente consistente. Empresas que conseguem sustentar crescimento operacional com ROIC elevado costumam ter uma característica interessante. Empresas consistentes raramente parecem emocionantes no curto prazo. Mas frequentemente dominam no longo prazo. RD Saúde: execução impecável, preço exigente A RD Saúde continua sendo uma das máquinas operacionais mais eficientes do varejo brasileiro. No trimestre: EBITDA ajustado de R$ 936 milhões crescimento de 38,2% O lucro ajustado ficou em R$ 361 milhões . #RADL3 entregou sim um 4T forte em operação (SSS +14,5%, EBITDA +38%), mas o que realmente importa: FCF negativo, puxado por capital de giro (estoques) e despesa financeira. A 30x lucro, bem acima #PGMN3 20x, #PNVL3 20x, #DMVF3 16x e #PFRM3 9x. Eu não compro O debate em torno da empresa não é operacional. É valuation. Comparada com pares como Profarma (PFRM3) e Panvel (PNVL3) , a RD negocia com prêmio relevante de múltiplos . O mercado aceita pagar esse prêmio por um motivo simples: a empresa executa melhor que quase todo mundo. A questão é sempre a mesma: quanto crescimento ainda cabe dentro do preço? Empresas que executam melhor quase sempre negociam mais caras.A pergunta é: quanto crescimento já está no preço? #LWSA3: o raro momento que empresa de tecnologia gera caixa Durante anos, muitas empresas de tecnologia brasileiras foram avaliadas quase exclusivamente pelo crescimento de receita. A LWSA começa a mudar essa narrativa. O trimestre trouxe: lucro ajustado de R$ 69 milhões crescimento de 60,9% EBITDA de R$ 96,6 milhões Mas o dado realmente interessante é outro. O FCF yield anualizado já se aproxima de 15% . 4T25 foi excelente com FCF de R$ 64 mi no tri raríssimo pra empresa de software. Se for recorrente, o papel parece barato Para uma empresa de tecnologia, esse número começa a alterar completamente a percepção de risco e valuation. 15% FCF yield anualizado é uma oportunidade após o selloff de SaaS com medo do AI acabar com essa indústria? Me responde nos comentários. Quando uma empresa de tecnologia começa a gerar caixa, o mercado costuma olhar para ela de outra forma. Conclusão do dia : A nova moda está aí A bolsa brasileira já viveu várias modas. Agora, voltou ao básico. A moda das commodities. A moda das empresas “disruptivas”. A moda do crescimento a qualquer custo. Agora parece estar voltando a algo bem menos glamouroso. Empresas que geram caixa de verdade . Pode parecer óbvio. Mas curiosamente, em ciclos anteriores, isso foi ignorado por muito tempo. O mercado sempre volta ao básico. E o básico é simples: empresas existem para gerar caixa. Empresas existem para gerar caixa. Pode parecer óbvio. Mas o mercado frequentemente precisa redescobrir o óbvio a cada ciclo. Investir bem costuma parecer sofisticado. Mas quase sempre volta ao mesmo ponto. Empresas que:geram caixa,usam bem capital,e ainda não ficaram óbvias demais. É nesse pequeno espaço — entre valor real e percepção do mercado — que normalmente nascem os melhores investimentos. Depois de quase vinte anos analisando empresas, uma coisa fica cada vez mais clara. O desafio raramente é identificar boas empresas. O desafio é encontrar boas empresas antes que o mercado perceba o valor delas . Porque depois que o mercado percebe… o desconto desaparece. Foi justamente com essa lógica que surgiu a carteira All In One . procurar empresas brasileiras que combinam três coisas raras ao mesmo tempo: geração consistente de caixa retorno alto sobre capital preço ainda distorcido. Não é sobre prever o próximo hype da bolsa. É sobre encontrar valor ANTES . 👉 Conheça a carteira All In One: https://www.investe10.com.br/assine Quando o mercado percebe o valor de uma empresa… o desconto normalmente já desapareceu. Se a temporada atual de resultados está mostrando alguma coisa, é isso: o mercado pode até se distrair por um tempo. Mas no fim, ele sempre volta a respeitar as mesmas coisas. Empresas que geram caixa.
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- NOVA RECOMENDAÇÃO: Plano de 2026 e Valuation que grita
Imagina você acordando, abrindo o app da corretora e vendo o varejo de moda inteiro em polvorosa: Uma gigante entregou lucro bombástico no trimestre que mais importa, mas a receita fez birra. Ações dando pirueta, analista gritando “fraco!”, outro dizendo “compra agora que tá mais barato que pão na promoção” e o Twitter virando ringue de MMA. Por trás desse barulho tem uma empresa que entregou onde ninguém esperava, tá investindo pesado pra virar o jogo em 2026 e um valuation que parece até piada de mal gosto de tão descontado. Vamos ver se isso daqui é armadilha fashion que nem minha roupa no Ibira (foto abaixo) ou a oportunidade que vai fazer seu portfólio agradecer até 2027? Eu em traje suspeito e o Dobi no Ibira Se você ainda não é assinante, clique no botão abaixo para assinar e ver a recomendação, se você é assinante o conteúdo já está liberado!
- Recomendação: Aproveitar ou não a queda forte em Mercado Livre' #MELI #MELI34
O mundo inteiro tá louco pelo Bad Bunny agora em 2026. Recomendação: Aproveitar ou não a queda forte em Mercado Livre' #MELI #MELI34 O cara ganhou Álbum of the Year no Grammy (primeiro todo em espanhol da história, bateu todo mundo), incendiou o Super Bowl halftime show (primeiro latino solo, todo em espanhol, com direito a protesto sutil e cultura porto-riquenha na cara dos gringos), explodiu streams no Brasil (426% de aumento pós Super Bowl, shows esgotados em SP), turnê mundial quebrando recordes de arrecadação na América Latina (River Plate e GNP Seguros dominando o top 10 histórico), e agora tá voando pra Austrália, Japão, Europa... O Bunny tá em todo canto, menos na sua playlist se você ainda tá dormindo. (eu mesma confesso que me inscrevi num curso para aprender as coreografias, juro) Pois é exatamente isso que tá acontecendo com o Mercado Livre O MELI faz a mesma coisa na América Latina: domina e-commerce + fintech + logística em um continente onde 85% ainda é feito em dinheiro vivo, entrega em 48h no fim do mundo, cresce 30%+ há 27 trimestres seguidos (única listada do mundo que faz isso), e investe pesado pra ficar imbatível enquanto concorrentes queimam caixa em promoções suicidas. Mercado Livre - fiscal AI No 4T25 a Margem apertou. Todo mundo surta quando vê margem apertar 2-3 pontinhos por causa de investimento pesado em frete grátis, 1P, crédito explodindo e logística insana. Wall Street chora, vende, ação despenca 10%. Que ótimo! Igual o Bad Bunny escolhendo fazer tudo em espanhol no maior palco do mundo – parece risco, parece polêmica, mas no final vira história, vira No. 1, vira legado. Com queda acumulada de quase 20% recentemente, o mercado tá dando o presente: desconto absurdo numa máquina de crescimento com uma infraestrutura que ninguém copia. Mas será q já é hora de comprar? Essa é a empresa que faz você questionar tudo que acha que sabe sobre investimentos na América Latina. A MELI é uma máquina de crescimento e domina o e-commerce e o fintech na América Latina do Bad Bunny, onde 85% das compras ainda são em dinheiro vivo, onde a logística é um pesadelo e o crédito é luxo de banco tradicional. Uma empresa que entrega em 48h até no fim do mundo, que transforma comprador novo em viciado em 3 cliques e que, mesmo assim, decide investir pesado pra ficar IMBATÍVEL. Resultado? Margens apertam um pouquinho no curto prazo. Ação despenca. MERCADO LIVRE: O GIGANTE QUE WALL STREET ACABA DE PRESENTEAR COM UM DESCONTO DE LUXO – ANÁLISE FUNDAMENTALISTA 4T25 Ontem saiu o 4T25 da MELI A receita bateu recorde, o crescimento acelerou, Brasil e México voando... e a ação caiu quase 10%. O Ecossistema que Ninguém Copia (que faz Inveja até pro Jeff Bezos) Ecossistema completo do Mercado Livre Mercado Livre não é “só um marketplace”. É um ecossistema completo: marketplace + Mercado Pago + logística própria + crédito + anuncios + classificados. Logística insana: +80% dos pacotes em menos de 48h, até em vilarejo perdido da Patagônia. Enquanto Shopee e Temu dependem de correios caros e lentos, o MELI entrega mais barato e mais rápido. Network effect brutal: quanto mais compradores, mais vendedores. Quanto mais vendedores, mais compradores. Quanto mais gente usando Mercado Pago, mais forte o crédito. É um círculo virtuoso que concorrente asiático nenhum consegue replicar. Marca #1 da América Latina (Kantar dixit). Confiança cega: “comprei no MELI, vai chegar e se não gostar devolvo fácil”. E-commerce na LA ainda tem só ~15% de penetração (EUA 30%, China 39%). Na operação de Fintech tem espaço pra MELI crescer 5x fácil. A maior parte da população da America Latina ainda vive de dinheiro vivo. Os Números do 4T25 – Crescimento Insano com Investimento Estratégico Receita líquida + receita financeira: US$ 8,8 bilhões (+45% YoY em USD, +52% FX-neutral em alguns segmentos) Receita Commerce: US$ 5,0 bi (+40%) Receita Fintech: US$ 3,8 bi (+51%) GMV: US$ 19,9 bi (+37%) TPV: US$ 83,7 bi (+42%) Compradores únicos: 83 milhões no trimestre (+24% YoY, +16 milhões de novos!) Itens vendidos: 752 milhões (+43%) Brasil (maior mercado): GMV +35%, itens vendidos +45% (recorde), compradores únicos +26%. Reduziram frete grátis de R$79 pra R$19 e explodiu volume. Custo unitário de envio caiu 8-11%. México: Aceleração forte, penetração recorde ~80%. Carteira de crédito: US$ 12,5 bilhões (+90% YoY). NPL 15-90 dias em 4,4% (menor da história). 75% da carteira brasileira já no breakeven em 12-18 meses. Margens: EBIT US$ 889 mi (10,1% vs 13,5% a/a). O grande motivo da queda: O Lucro Liquido de US$ 559 mi (-12,5%). Os motivos foram: Aumento no Frete grátis + Aumento na modalidade 1P (venda direta) + Aumento na CBT (cross-border China) + Explosão de cartão de crédito = investimento de 5-6 p.p. na margem com provisões de crédito registradas na frente (gasto agora, lucro depois). A gestão disse na call: “Estamos no minuto 15 do primeiro tempo do futebol da América Latina”. Tradução: ainda tem MUITO jogo pela frente. Ano cheio 2025: Receita US$ 28,9 bi (+39%), Op. Income +22%, Lucro líquido US$ 2 bi. Temos de fato algumas vantagens e oportunidades pro MELI: Brasil (mercado maduro) já mostrando alavancagem operacional forte. Crédito virando máquina de lucro (margens saudáveis nas safras mais antigas). Ads +67% FX-neutral. IA já rodando: assistente do Pago resolveu 9 milhões de conversas no trimestre (87% sem humano). RECOMENDAÇÃO: OLHOS BEM ABERTOS PARA A OPORTUNIDADE, MAS A RECOMENDAÇÃO AINDA NÃO É DE COMPRA GOSTO MUITO DA EMPRESA, ENTENDO O UPSIDE MAS ACHO QUE DIANTE DO CICLO DE INVESTIDORES PROCURANDO ATIVOS MAIS DESCONTADOS, A AÇÃO PODERÁ CONTINUAR CAINDO NO CURTO PRAZO.
- Nada sexy. Extremamente eficiente. #VIVT3: vale a pena comprar a máquina de caixa?! e a #TIMS3 ?!
No 4T24 tivemos resultado bom, caixa forte, execução afiada. E isso, no longo prazo, costuma ganhar dinheiro. A Telefônica Brasil entregou um 4T25 que, para quem gosta de narrativa dramática, é quase frustrante: simplesmente sólido. Lucro líquido de R$ 1,88 bilhão, alta de 6,5% e ainda acima do consenso. Receita subindo 7,1%. EBITDA crescendo 8,1%, com margem em 42,9%. Nada de fogos de artifício, nada de “turnaround milagroso”. Só execução. Indicador 4T25 Var. YoY vs Consenso Receita R$ 15,6 bi +7,1% Em linha EBITDA R$ 6,7 bi +8,1% Em linha Margem 42,9% +0,4 p.p. Leve acima Lucro R$ 1,88 bi +6,5% Acima OpFCF — +30,5% Forte DY 2026 ~6,6% — Comprimido O que foi realmente bom? A qualidade do crescimento. O móvel acelerando 7%, margem levemente melhor e, principalmente, geração de caixa operacional saltando mais de 30%. A cia está substituindo os clientes do pré-pago pelo pós-pago, com maior receita média por usuário, segue crescendo de forma agressiva na fibra e no B2B. Capex caiu quase 4%. Traduzindo: Cada vez mais eficiente, diluindo diversos custos fixos: a empresa está gastando menos proporcionalmente e convertendo mais resultado em caixa. Isso é música para acionista, pois significa uma maior rentabilidade. O fixo continua morno? Sim. Telecom madura cresce pouco estruturalmente? Sim. Destaque para a disciplina em custos e aluguel, governança e reciclagem de ativos. Foi um resultado previsível, consistente e acima do esperado no lucro O único “problema” é que o papel já andou e o dividend yield ficou mais apertado, perto de 6,6%. Não é mais a barganha gritante de antes. Mas continua sendo aquela ação que você coloca na carteira e ela trabalha enquanto o resto do mercado decide surtar. Conclusão VIVT3 entrega mais um trimestre redondo . Nada espetacular. Nada problemático. Mas extremamente sólido. É papel para: Carteira defensiva Renda previsível Baixa volatilidade Proteção em ciclos turbulentos PONTOS DE ATENÇÃO Setor altamente regulado Crescimento estrutural limitado Competição digital crescente Yield já mais apertado Múltiplos P/L (Preço/Lucro): cerca de ~18x isso indica que a ação está sendo precificada num patamar nem barato nem ultra caro , um valor típico para telecom defensiva. EV/EBITDA (Valor da Firma sobre EBITDA): em torno de 6x — nível que mostra um valuation atraente dentro de empresas maduras de telecom sugerindo que o preço da firma não está esticado em relação à capacidade de gerar resultado operacional 23/2/26 4:12 PM P/L est. 2026 Ev/Ebitda est Earning Yield Dividendos 12M Dividendos 3A ALTA P 52WK Upside estimado (media coletada de analistas) VIVT3 17,59 5,2 5% 8% 6% 2% -12,0% TIMS3 22,74 5,7 4% 5% 6% 6% -16,5% Vivo entregou. E agora? VIVT3 mostrou exatamente o que separa empresa boa de empresa barulhenta: execução. Cresce receita, expande margem, gera caixa, controla capex e ainda entrega lucro acima do esperado. Não é narrativa. É consistência operacional. E é exatamente esse tipo de ativo que compõe a espinha dorsal de uma carteira bem construída. Mas aqui vai o ponto mais importante: não é sobre comprar uma ação isolada. É sobre saber: qual peso ela deve ter na carteira, em que momento faz sentido aumentar ou reduzir posição, como equilibrar com empresas mais cíclicas, onde estão as distorções reais do mercado agora. No ALL IN ONE , você não recebe só a análise. Você recebe: ✔ Carteira pronta e atualizada ✔ Ranking “O que comprar hoje” ✔ Acompanhamento estratégico ✔ Tese clara de cada ativo ✔ Ajustes táticos conforme cenário ✔ Mentalidade de longo prazo com disciplina de capital Enquanto o mercado oscila entre euforia e pânico, a carteira precisa de método. Se você quer parar de decidir no improviso e começar a investir com estratégia, o caminho é esse. Assine o ALL IN ONE aqui:👉 www.investe10.com.br/assine Nos vemos do lado de dentro.
- Irani #RANI3 entrega trimestre de virada: lucro recorrente dispara, margem expande e caixa jorra
Irani entregou um 4T muito melhor do que o headline sugere, com um resultado operacionalmente forte. Sem o crédito tributário inflando o 4T24, o lucro recorrente cresceu forte (~+60% a +80%).EBITDA +8,7%, margem em 31%, FCF yield de 21% e alavancagem caindo. Apesar de algumas manchetes “lucro cai 79% no 4T”. A realidade é que o 4T24 tinha R$ 168 milhões de crédito tributário não recorrente. Sem esse efeito, o lucro recorrente do 4T25 (R$ 39 milhões) foi substancialmente maior que o lucro recorrente do 4T24 (na casa de R$ 21–25 milhões). Estamos falando de crescimento estimado entre 60% e 85% ano contra ano. E o operacional foi ainda mais interessante: Margem expandindo com receita quase estável A receita cresceu apenas 2% no trimestre. Nada espetacular. Mas o EBITDA ajustado subiu 8,7%, e a margem foi para 31% (+1,9 p.p.). Isso não é sorte. Isso é eficiência. Expansão de margem com crescimento modesto de receita significa: Melhor absorção de custo fixo Disciplina comercial Maturação da Plataforma Gaia Execução mais afinada Para uma industrial cíclica, sustentar margem acima de 30% é operar num patamar elevado. Mas o número que realmente me faz feliz é o caixa. Fluxo de caixa livre ajustado: R$ 387 milhões.FCF yield: 21,5%. Isso é geração real. Caixa de verdade. Não EBITDA teórico. Com isso a empresa: Reduziu alavancagem para 1,99x Pagou dividendos relevantes Alongou dívida Manteve investimentos E ainda assim terminou o ano mais leve. ROIC voltou a criar valor ROIC de 13,3%, alta de 2,5 p.p., com spread de 4,4 p.p. sobre o custo médio da dívida pós imposto. Isso é fundamental. Depois de um ciclo pesado de capex, a companhia voltou a gerar retorno acima do custo de capital. Saiu da fase de “investir” e entrou na fase de “colher”. Irani #RANI3 relatório press release do resultado do 4T25 E o valuation? Aqui é que eu respondo se é para comprar ou vender Irani #RANI3 Este é um conteúdo apenas para assinantes : www.investe10.com.br/assine
- RECOMENDAÇÃO DE VENDA IMEDIATA: TODO MUNDO ESTÁ CONFORTÁVEL DEMAIS.
...E quando isso acontece… eu começo a ficar desconfortável. Tem ativo que virou porto seguro emocional. Virou aquela posição que ninguém questiona, todo mundo defende, analista sobe preço-alvo no automático. Tudo bem se uma empresa entrega resultado forte, tem gestão competente e tal, mas mercado é, acima de tudo e de todos um jogo de preço. E quando o consenso vira unanimidade, a pergunta DEVE SER: Quanto ainda dá pra extrair daqui? Lembre-se sempre: Uma ação cara não precisa de problema para cair Basta um destes: – gringo reduzindo Brasil – índice realizando – ruído macro – ou simplesmente falta de próximo gatilho Neste relatório você vai entender: • por que a assimetria mudou nas últimas semanas • onde o upside ficou comprimido • como o fluxo pode virar contra Lucro bom é lucro no bolso ! O restante da análise está fechado para assinantes, venha fazer parte do meu time: clique aqui para assinar. www.investe10.com.br/assine Se você já é assinante, o texto está aberto para você:
- São Martinho #SMTO3 : TRI FEIO MAIS INTELIGENTE 🧠 - ATUALIZAÇÃO DO VALUATION E PREÇO ALVO
A São Martinho (SMTO3), uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil, divulgou hoje seus resultados para o terceiro trimestre da safra 2025/2026 (3T26), referente ao período de outubro a dezembro de 2025. Os números revelam um desempenho misto, com queda na receita e no EBITDA devido à postergação estratégica de vendas de etanol para o 4T26, visando preços melhores. O lucro líquido foi impulsionado por itens não recorrentes, menor depreciação e ganhos com derivativos. Considerando o contexto desafiador do setor sucroenergético, marcado por preços voláteis de commodities como açúcar e etanol os resultados foram bons A Receita Líquida de R$ 1,59 bilhão, com queda de 13,6 reflete menores volumes de vendas de etanol (-38,8%), postergados para o próximo trimestre, e preços mais baixos de açúcar, apesar de maior produção. O açúcar atravessa um movimento intenso de desvalorização, com as operações de hedge conseguindo reduzir, de forma parcial, o impacto dessa queda. Os preços do etanol só começaram a reagir há pouco tempo e ainda operam próximos do custo de produção da cana. Veja a variação dos preços custos e da margem de cada um neste ultimo resultado: Fonte: São Martinho SMTO3 O EBITDA Ajustado foi de R$ 787,1 milhões, com recuo de 25,6% e a margem EBITDA caiu para 49,4% (vs. 57,4% no 3T25), foi impactada pela safra mais fraca (menor produtividade e ATR - Açúcar Total Recuperável). Ps. O BTG considerou a margem EBITDA "excepcional" (50%), superando projeções apesar de volumes reduzidos. Fonte: AGFEED Já o EBIT surpreendeu positivamente, beneficiado por depreciação e amortização (D&A) menores que o esperado. O Lucro Líquido de R$ 424,1 milhões teve, alta expressiva de 168% graças ao reconhecimento de créditos de subvenção e da marcação a mercado dos contratos derivativos de dívidas de longo prazo (SWAP), devido a oscilações do CDI. Bem, não vamos negar que este foi um excelente uso para o hedge! Com ajustes o lucro normalizado cresceu 19% frente ao ano anterior. Fonte: São Martinho SMTO3 Sem esses itens, o resultado operacional foi fraco. O Fluxo de Caixa Livre (FCF) ficou negativo em R$ 386 milhões, devido a investimentos em expansão e estoques elevados. Mas é importante notar que a empresa investiu R$339 mi em capex de melhoria e expansão, sem o qual a geração de caixa seria praticamente nula, mas não negativa, mesmo num cenário complicado do ciclo de preços de açúcar e etanol. Fonte: São Martinho SMTO3 Os investimentos de R$ 740 milhões realizados em 2022 já resultam em aproximadamente R$ 300 milhões de Ebitda anualizado e mais de R$ 250 milhões de Ebit em um período inferior a três anos. A avaliação segue especialmente positiva quanto ao potencial de retorno da próxima etapa da usina de milho. Alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado): se considerarmos o impacto sazonal e ajustarmos a dívida cai para 1,8x Ebitda, um patamar razoável para quem está expandindo operações. O endividamento cresceu para suportar expansões, como a planta de etanol de milho, algo esperado e que trata benefícios futuros Os estoques representam cerca de 30% da produção anual, posicionando a companhia para capturar preços melhores no 4T26. O 3T26 foi marcado por um cenário desafiador para commodities, com preços de açúcar mais baixos e safra menos produtiva. No entanto, a São Martinho demonstrou resiliência e deve colher os frutos no próximo tri. O que foi ruim no resultado: Queda na produtividade da cana e ATR, impactando volumes. Vendas de etanol postergadas, reduzindo receita no trimestre. Custos operacionais pressionados, embora custos caixa tenham caído. O que foi bom : Segmento de açúcar forte, com maior produção. Operação de milho contribuiu positivamente, com subprodutos ajudando o resultado. A planta de etanol de milho está próxima de entrar em operação plena, adicionando diversificação. Redução de custos caixa, demonstrando eficiência operacional e disciplina. A decisão de estocar etanol (volume vendido caiu 38,8%) é positiva, pois os preços do biocombustível mantêm momentum ascendente. Gostei da postergação de vendas para capturar melhores preços Para a safra 26/27, ~60% do milho está travado (positivo), mas apenas ~20% do açúcar (expondo a riscos de preço e indicando que pensam em preços pra cima) Comparado a pares como Jalles Machado (JALL3, com prejuízo) e Raízen (RAIZ4, pressionada), a São Martinho se destacou pela gestão eficiente e integração vertical (do cultivo à comercialização), garantindo resiliência. O que esperar daqui para frente:
- ITAÚ #ITUB4 NÃO É BANCO. É UMA MÁQUINA DE MOER DESCULPA.
Tem empresa que atravessa ciclo. Tem empresa que atravessa crise. + E tem empresa que atravessa qualquer narrativa — porque entrega. + O Itaú acabou de mostrar, de novo, que não é benchmark por acaso. + É constância, disciplina e uma capacidade rara de transformar capital em resultado sem fazer barulho. + Lucro gerencial de R$ 12,3 bilhões no 4T25 Crescimento de 13,2% em um ano Crescimento da carteira de crédito (+6% A/A, para R$ 1,49 trilhão), expansão de receitas de serviços, controle de despesas e inadimplência sob controle. + ROE de 24,4% — chegando a 26% no Brasil Isso não é pico de ciclo. + É modelo de negócio funcionando. + 🟢 O PREÇO RESPONDE QUANDO O BALANÇO FALA + Acões e ADRS logo subiram após o resultado, como reconhecimento de quem lê número e entende consistência. + Empresa boa não precisa convencer. + Ela só entrega — e o mercado acompanha. #ITUB4 + ⚖️ ÓTIMA NOTÍCIA ALÉM DO RESULTADO MENOS RUÍDO, MAIS VALOR + Ótima notícia porque o TRF-1 manteve a liminar que impede o CARF de julgar a autuação fiscal de R$ 18,7 bilhões ligada à fusão com o Unibanco, reduzindo risco jurídico relevante e retirando um potencial passivo do radar de valuation no curto e médio prazo. + 📊 RESULTADO FORTE, GUIDANCE REALISTA + Para 2026, o banco projeta: +Crescimento de crédito controlado +Expansão consistente no Brasil +Rentabilidade sustentada em patamar elevado Nada de milagre. Só o velho hábito de entregar mais do que promete. + CAPITAL BEM TRATADO + Programa de recompra de até 200 milhões de ações e redução de base acionária, trazem um aumento de eficiência por ação + Empresa que gera caixa e sabe o que fazer com ele cria valor no silêncio. + DINHEIRO VOLTANDO PARA O ACIONISTA + O JCP foi confirmado com pagamento em março JCP bruto de R$ 0,36975 por ação, com data-base em 09/12/2025 e pagamento em 06/03, reforçando a estratégia de remuneração eficiente ao acionista. + O PONTO CENTRAL + O Itaú é uma máquina de gerar valor — mesmo quando ninguém está olhando. O preço-alvo médio do mercado está em R$ 51,00, o que implica potencial de valorização de cerca de 14% + Se você quer saber se vale a pena comprar vender ou manter #ITUB4 entra nos grupos nos links abaixo, se inscreve no site INVESTE10 e receba informações independentes, gratuitas e de qualidade. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- Não é sorte, não é ciclo e não é hype - é Porto Seguro #PSSA3
https://www.investe10.com.br A Porto entregou um 4T25 forte, limpo e previsível, com lucro de ~R$ 839 milhões (+25% a/a) e fechamento de 2025 em R$ 3,4 bilhões, o maior da história da empresa. Nada disso veio de alavancagem, ajuste contábil ou vento a favor. Veio de rentabilidade operacional real, com ROAE próximo de 23%. Mas o resultado é melhor do que o número: – Seguros seguem sólidos sem forçar preço – Saúde virou motor estrutural de lucro, com sinistralidade caindo – Banco cresce com retorno – Serviços já tem margem e escala Quase metade do lucro vem FORA do seguro auro Seguro não é vender apólice. Seguro é precificar risco, controlar sinistro e alocar capital PERFEITAMENTE. O índice combinado segue saudável mesmo com expansão e isso difere um tri bom de um compounder de longo prazo. Com juros menores, o resultado financeiro perde peso. Fato. Mas a Porto tem ~R$ 4 bilhões de capital excedente. #PSSA3 release 4t25 + capital excedente Pode crescer, recomprar ações ou pagar dividendos. Gerar caixa demais não é problema, vamos combinar. A projeção deles é de ~R$ 3,6 bi de lucro pra 2026 Não está de graça mas tbm não está cara para quem entrega ROAE acima de 22%, previsibilidade e recompra ativa. Isso não é tese de foguetinho É tese de tempo + disciplina + retorno. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br� 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09� 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5� 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste� 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA
- Vender, manter ou aumentar #BBAS3 diante da alta espetacular recente? | O Banco do Brasil entra em 2026 diferente.
Imaginem comigo: você está no meio de uma selva financeira, com o Ibovespa balançando como uma ponte pênsil, gringos entrando como turistas em promoção, e de repente, avista um brilho no horizonte. É uma empresa que já foi estrela, mas agora está passando por um "reboot" tipo filme de Hollywood – daqueles onde o herói cai feio, mas promete voltar mais forte. Só que aqui não é filme e a realidade nem sempre é tão romântica, com final feliz. Esta é uma excelente oportunidade para exercitarmos o pensamento de "Value Investing" (investimento em valor) contra o sentimento de manada. Embora tenhamos desafios vindos de 2025 persistentes em 2026 não podemos ignorar que o mercado financeiro antecipa ciclos , e estamos justamente na transição do pessimismo extremo para a recuperação. No mercado, lucro é essencial, mas paciência com valor real é o que separa os vencedores dos impulsivos. O Banco que Dançou com o Agro e Acabou no Chão: Deveríamos Vender BBAS3 Agora e embolsar 75% de Ganho? Vocês me conhecem: eu amo uma boa história de superação, mas odeio quando ela vira novela mexicana Lembra quando eu recomendei compra lá atrás, e a gente surfou uma onda linda de ROEs de 20% e múltiplos baratinhos? Pois é, desde então, considerando dividendos, estamos com um ganho de 75% na posição. Parabéns para nós! Mas agora? Hora de pular fora? Ou não? A vida do analista de investimentos é tomar decisões e elas nem sempre são fáceis.
- JHSF #JHSF3: Luxo Não É Gasto, É Investimento | Comprar ou vender após 150% de alta ?
Ela tem shoppings que mais parecem palácios e aeroportos que fazem o Congonhas parecer um ponto de ônibus JHSF3 não é uma incorporadora qualquer – é um império multifacetado focado no high-end, com tentáculos em shoppings, hotéis, gastronomia, aeroportos executivos, locações residenciais e até gestão de fundos via JHSF Capital. A operação está voando: Shoppings (Renda Recorrente): Crescimento de vendas de 12,5% em 2025, com SSS (same-store sales) de 10,3%. Ocupação 99,2%, custo de ocupação 8,7% – números que gritam eficiência. Destaque para Cidade Jardim: +18,8% em vendas, 100% ocupado, e expansão de 3.500 m² com flagships de Dior, Prada e Chanel. Receita recorrente? Quase 100% ocupada, impulsionando NOI estável. Aeroporto Catarina: Um Boom! Movimentos +55,9%, litros abastecidos +37,6%. Líder em SP, com 5ª expansão concluída (100% ocupada) e 6ª em andamento 63% de clientes avulsos? Mostra demanda orgânica, não só de fiéis. OBS. Pediram para aceitar voos comerciais, imagina se isso acontece... Hospitalidade e Gastronomia: Diária média up 10,9% para R$ 4.368, RevPAR (Receita total de quartos / Número total de quartos disponíveis) +6,9%. Couverts +2,3%, couvert médio +8,1%. Estável, mas com novos lançamentos como Fasano Bar NY e Casablanca Beach Club – expansão internacional que cheira a dólares. Locação Residencial e Clubs: 140k m², NOI R$ 138,5 mi anual. Ocupação ~100%, com São Paulo Surf Club recém-inaugurado – nicho exclusivo que atrai o 1%. JHSF Capital: AUM explodiu para R$ 10,3 bi (+3x vs. 2024), gerenciando 17 fundos. Liderou o mega-IPO de R$ 5,2 bi: gestão de ativos no modo turbo. Incorporação: Pós-venda, landbank R$ 30 bi em PSV. Projetos como Boa Vista Village e Shops Faria Lima prontos para lançamento em 2026. Tabela de crescimento por segmento (2025 vs. 2024): Segmento Crescimento Principal Destaque Shoppings Vendas +12,5% Ocupação 99,2% Hospitalidade Diária Média +10,9% RevPAR +6,9% Aeroporto Movimentos +55,9% Líder em SP JHSF Capital AUM +300% R$ 10,3 bi Locação NOI R$ 138,5 mi 100% ocupada Em 2025 consolidou, 2026 expande A JHSF inicia o ano com caixa líquido, dividendos e um landbank bilionário
- YES, GRINGO, COME TO BRAZIL 🇧🇷
MUITA ATENÇÃO para a narrativa que está ganhando corpo na gringa: Não é só barulho de Twitter ou hype de curto prazo. Está se formando, com consistência, a tese de que o EWZ pode ser o próximo “super ativo de alta” no radar global. E, goste ou não, os fundamentos começam a sustentar essa conversa. 📉 Múltiplos brasileiros: nível “anomalia estatística” • Bolsa negociando a múltiplos historicamente deprimidos • Desconto relevante vs. emergentes e desenvolvidos • Assimetria clara: pouco downside, muito upside se o fluxo virar ⛏️ Pensou em commodities? Pensou em Brasil • Ferro, petróleo, agro, energia • O mundo precisa de hard assets • E o Brasil continua sendo fornecedor marginal de tudo isso 📊 Inflação comportada + juro real absurdo • Inflação acomodada • Juro real projetado perto de 11% • Isso não é normal — é distorção • Qualquer queda relevante de juros = reprecificação violenta de ativos 🔻 Juros podem despencar mais rápido do que o mercado imagina • Se o fiscal surpreender (mesmo que marginalmente) • Se o cenário global ajudar • O prêmio exigido hoje simplesmente não se sustenta 🗳️ Guinada “market friendly”? Existe opcionalidade • Não é cenário-base • Mas é um 50/50 real • Vide Argentina: quando a chave vira, o fluxo não pede licença 🏗️ Vale #VALE3 desponta como símbolo desse movimento • ontem divulgou mais um dado formidável: Produção de minério +6% a/a no 4T25 • Números levemente acima das estimativas • ATUALIZEI MEU PREÇO ALVO, aqui: https://www.investe10.com.br/desempenho-das-carteiras 🌍 Geopolítica tensa = commodities firmes Ajuda o petróleo que também está subindo fortemente já quase nós usd70 , bem ao contrário do que diziam os que pregavam o fim do petróleo, que ia a usd45 • Risco Irã–EUA escalando • Hard assets voltam ao centro do jogo • Brasil senta bem nessa mesa 📌 Resumo da ópera • Brasil barato • Brasil líquido • Brasil produtor de commodities • Brasil com juro real fora da curva • Brasil com opcionalidade política 👉 Em suma: YES, GRINGO, COME TO BRAZIL 🇧🇷 #EWZ #Brasil #Emergentes #Commodities #Vale #VALE3 #Fluxo #Macro #Oportunidade NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- IPCA+15 SURPREENDE E MUDA O JOGO DOS JUROS
📉 IPCA+15 de 0,20% veio abaixo das já fracas expectativas e trouxe um alívio relevante para o cenário inflacionário. ⛽ Corte de ~5% no preço da gasolina anunciado ontem pela #PETR4 ajuda ainda mais a segurar a inflação à frente. 📉 Corte da Selic cada vez mais perto. Com inflação rodando perto de 3,5%, estamos falando de juro real absurdo, perto de 11%. 🧠 Minha leitura: somando inflação comportada + alívio nos combustíveis + atividade mais fraca, não é nada absurdo imaginar a Selic abaixo de 12%. 🚀 Esse cenário é exatamente o que destrava valor em ativos sensíveis a juros. Quem quer se posicionar antes do corte, o link de compra está aqui 👇 👉 www.investe10.com.br/assine NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- O erro que engordou os EUA é o mesmo que mantém o Brasil em juros altos
A pirâmide alimentar que jogou um país na obesidade explica décadas de Brasil em 2 minutos Por décadas, disseram aos americanos que a base da alimentação deveria ser pão, cereal, massa e açúcar. A gordura virou vilã. A proteína foi empurrada pro canto do prato. O resultado? Uma epidemia de obesidade, diabetes e doença metabólica. Hoje, a pirâmide por lá está sendo invertida. Carne, ovos, legumes e comida de verdade voltam à base. Carboidrato sobe pro topo — como complemento, não fundamento. A pergunta inevitável é: como erraram tanto, por tanto tempo? A resposta é desconfortável: não foi só erro científico. Foi um sistema inteiro se adaptando a uma premissa errada — e passando a viver dela. E é aqui que o Brasil entra. Quando o erro vira modelo A pirâmide alimentar não foi mantida porque funcionava. Foi mantida porque sustentava um ecossistema: indústria de grãos ultraprocessados baratos produtos “low fat” cheios de açúcar lobby política pública e, depois, uma indústria médica gigantesca tratando as consequências Quando a população começou a adoecer, o sistema não voltou à causa. Criou remédios, dietas, cirurgias e protocolos para administrar o estrago. O erro virou modelo de negócios. Agora troca o prato pelo orçamento público. O Brasil faz exatamente a mesma coisa com juros O Estado brasileiro é estruturalmente gastador. Gasta mal, gasta muito e gasta com rigidez. Mas, em vez de atacar a causa, o país escolheu administrar o sintoma. O sintoma atende pelo nome de juros altos. Sempre que o gasto explode: sobe a dívida aumenta o risco o investidor exige prêmio o juro sobe, vai junto E aí nasce a narrativa: “Juros altos são estruturais.” “Não tem alternativa.” “É o risco país.” Do mesmo jeito que diziam: “Gordura faz mal.” “Carbo é energia limpa.” “Caloria é caloria.” Quando alguém diz “não tem alternativa”, geralmente significa: ninguém quer mexer na causa O ciclo vicioso (idêntico) Na alimentação: Carbo como base → obesidade → doença → remédio → mais gasto → lobby → diretriz mantida No Brasil: Gasto alto → déficit → dívida → juros altos → baixo crescimento → arrecada pouco → mais déficit O sistema não quebra. Ele se acomoda ao erro. Quem paga a conta? Na pirâmide alimentar: a população, a produtividade, a saúde pública Nos juros: empresas, investimento, crescimento, inovação, indústria, emprego O custo é sempre difuso. O benefício, concentrado. Juros altos não são causa. São sintoma. Assim como obesidade não é causa — é sintoma de um modelo alimentar errado — juros altos são o reflexo direto de um modelo fiscal desorganizado. Enquanto o debate ficar preso em: “quanto deve cortar o juro” “quando o BC começa a afrouxar” Sem encarar: gasto eficiência prioridades estrutura do Estado Nada muda de verdade. --- Por que demora tanto pra corrigir? Nos EUA, isso significaria assumir que uma diretriz alimentar oficial ajudou a adoecer o país. No Brasil, significaria assumir que o problema não é o juro — é o Estado. E sistemas grandes resistem ao máximo a esse tipo de confissão. --- A correção nunca vem por virtude Ela vem quando o custo fica impagável. Nos EUA: obesidade virou crise nacional gasto em saúde explodiu os dados ficaram inegáveis No Brasil: dívida crescente crescimento baixo população envelhecendo menos espaço fiscal menos tempo A realidade sempre vence a narrativa. Assim como não era a gordura que engordava, não é o juro que trava o Brasil. O juro só revela o erro. Do mesmo jeito que a balança revela a dieta errada. Enquanto não mudarmos a base, continuaremos ajustando o topo — no prato e no orçamento. E pagando a conta, de novo. É exatamente por isso que, no investimento, eu não perco tempo tentando adivinhar o próximo corte de juros. Meu foco é outro: entender a base do sistema, identificar distorções e posicionar a carteira onde o mercado ainda está olhando errado. Porque quem entende a causa não depende do acaso. É assim que eu invisto — e é assim que conduzo minhas carteiras e análises. Se você quer acesso a essa leitura estrutural aplicada na prática, com decisões reais de alocação, as minhas assinaturas estão aqui: Assine: https://www.investe10.com.br/assine Entender o sistema muda o jogo. Investir antes do consenso muda o resultado.
- O dinheiro já começou a mudar de mão. E eu quero que ele vá para a sua
Em 2025, quase todo mundo tomou a mesma decisão. Correu para dividendos. Não por convicção, mas por antecipação. Isso explica muita coisa do que aconteceu no mercado. Agora repare na virada silenciosa: se a renda passa a ser taxada, o incentivo muda. O dinheiro deixa de buscar fluxo e passa a buscar preço. Valorização. Reprecificação. Crescimento. É assim que o capital inteligente sempre se move. Antes do consenso. Antes da manchete. Quando você junta Selic em queda, fluxo estrangeiro voltando, dólar mais fraco e small caps deixadas para trás, a conclusão fica quase inevitável. O próximo ciclo não é de renda. É de crescimento. Foi essa leitura que me fez concentrar energia nas small caps — e não em qualquer uma. As small caps da assinatura são incríveis: empresas pouco acompanhadas, com fundamentos melhorando e assimetrias reais. Essa tese virou uma estratégia estruturada no Crescimento Extraordinário com Small Caps. Para novos clientes, deixei um incentivo para quem chegar antes: 50% de desconto com o código SMAL50. 👉 http://www.investe10.com.br/assine
- Ibovespa bate recorde histórico com gringo comprando pesado - o q importa hj by www.investe10.com.br
Entrada de R$ 7 bi de dinheiro gringo no Brasil só em janeiro! Em 2025 entraram R$ 20 bi = • Brasil volta ao radar como trade de Emergentes com dólar global mais fraco • JPMorgan estima potencial adicional de até US$ 25 bi em fluxo com Selic a 11,50% no fim de 2026 e Ibovespa a 190 mil pontos + Catalisadores são juros caindo esse ano e eleições E hoje saiu Atlasintel ... Lula contra Flávio 49% x 45% Diferença caiu 8 p.p. desde dezembro!!!! + O “filho” do Master caiu hoje… Will bank tem liquidação anunciada pelo BC .... A pergunta que fica: o "primo" do Master cai quando? + Tesouro dos EUA projeta petróleo a US$ 45 com Venezuela e Oriente Médio.... Mas a realidade mostra outra coisa... O Gás natural dispara nos EUA +21% no dia e +60% em apenas dois dias com Onda de frio histórica + Educação : após queda das educacionais em bolsa #seer3, #csed3, #anim3, #yduq3... Anup entra na Justiça para invalidar dados do Enamed + Pra ficar de olho: Juros d 30 anos doa EUA SOBEM E se aproximam de 5% E no Japão as taxas também não param de subir ... Pode dar problema mais pra frente . nesse cenário, fundo de pensão dinamarquês reduz exposição aos EUA mas jura q não tem "nada a ver com o Trump querer tomar pra si a Groelândia" ... A ver.... NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- CSED3, SEER3, BLAU3 e DEXP3: quando os desafios testam o curto prazo — e criam oportunidades no longo
Quem investe com visão de longo prazo aprende, com o tempo, uma lição simples e poderosa:
- 🔥 FATO OU MITO NA BOLSA? Smartfit #SMFT3 caiu 9% hoje por causa de uma polêmica em uma unidade?
Se você acha que a Bolsa funciona assim… talvez esteja investindo pelos motivos errados. A internet reage com emoção. 📊 O mercado reage com expectativa. Não foi um vídeo. Não foi um cancelamento. Não foi um episódio isolado. Foi margem. Foi concorrência. Foi revisão de futuro. A Bolsa não precifica o que já aconteceu. Ela precifica o que pode dar errado daqui pra frente. 👉 Quem vende por manchete costuma comprar topo. 👉 Quem entende fundamento atravessa correções. Vamos ver o que REALMENTE OCORREU: O QUE REALMENTE PESOU 📉 O mercado começou a rever expectativas Em evento fechado com investidores, houve: ⚠️ percepção de dificuldade de expandir margens em 2026 ⚠️ menor espaço para repasse de preços O PROBLEMA DAS MARGENS 📊 TotalPass pesa mais do que parece • Crescimento do TotalPass • Margem menor que plano tradicional • Pressão estrutural na rentabilidade 📌 Receita cresce 📉 Margem sofre NOVO FATOR DE RISCO 🇦🇺 Concorrência internacional no radar A chegada da F45 Training ao Brasil: • Presente em +70 países • Modelo premium / estúdios • Concorrência direta por público e preço 👀 Mercado antecipa problemas antes que eles apareçam. POR QUE A QUEDA VEIO AGORA? 📉 Correção após rali forte 📈 Em 2025, a ação subiu +44% 📉 Em 2026, investidores começam a perguntar: “E se o crescimento desacelerar?” 📌 Bolsa não olha o passado. Olha o que pode dar errado. VEREDITO FINAL ⚖️ FATO OU MITO? ❌ MITO: queda por polêmica pontual ✅ FATO: ajuste por • margens pressionadas • concorrência crescente • expectativas mais realistas para 2026 🧠 Emoção move redes. Quer parar de investir por manchete? Na Bolsa, quem reage a viral normalmente chega atrasado. No ALL IN ONE, o foco é: ✔ fundamento ✔ risco ✔ assimetria real 📉 Ruído passa. 📈 Estratégia fica. 💰 Expectativa move ações.
- Mercados em “alívio tático”, mas com custo no radar | 15/01/2026 – o que importa hoje
Trump sinaliza adiamento de ações contra o Irã e tom menos beligerante reduz prêmio de risco no curto prazo + PPI dez/25 nos EUA em +0,20% m/m (abaixo do consenso) com pressão concentrada em energia + China PBoC sinaliza espaço para estímulos e reduzir juros e o compulsório ao longo de 2026, apoio é direcionado ao crédito, sem buscar desvalorização cambial + Na Pesquisa Quaest (jan/26) Vantagem de Lula encurta e Tarcísio tem a menor rejeição e menor desvantagem no 2º turno já Flávio Bolsonaro melhora imagem + Moura Dubeux #MDNE3 caiu forte com follow-on pesado de até R$ 500 mi e diluição potencial: ~10% a ~19%, para pagar dividendos anunciados adiantados e crescimento - ´coisa que ocorre com ativo que entra muito na moda, na minha opinião + Movida #MOVI3 excelente previa operacional com queda relevante na alavancagem. Receita de locação +17% A/A, margem EBITDA sólida (40,7%) e Lucro líquido +65% A/A (bem acima do consenso) entregaram execução + narrativa + número. + MRV #MRVE3 também soltou boa previa no Brasil com Geração de caixa positiva no MCMV. Resia segue queimando caixa, sem vendas no trimestre + NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- Brava #BRAV3: mais um passo no tabuleiro societário?! Lições de outros movimentos semelhantes na Bolsa
O CEO está fora! No mercado, nem todo sinal vem em forma de comunicado oficial. Às vezes, o aviso está no movimento — não na manchete. A troca de CEO, especialmente em empresas listadas, costuma funcionar como um “dog whistle”: um apito que nem todo mundo ouve, mas que quem acompanha o mercado de perto reconhece na hora. 👉 Dog whistle, em termos simples, é isso: um sinal aparentemente neutro para o público geral, mas que carrega mensagem clara para quem conhece os padrões do mercado. E, na minha experiência, troca de CEO antes de qualquer anúncio formal costuma ser um desses sinais. O que aconteceu A Brava Energia (BRAV3) anunciou mudanças relevantes no alto escalão: Décio Oddone renuncia à presidência Richard Kovacs assume como CEO a partir de fevereiro Alexandre Cruz passa a ocupar a presidência do Conselho Posso estar errada, mas na minha opinião, isso vai além de uma simples “transição planejada”, como descrito no fato relevante. Para mim, é mais um passo claro no tabuleiro de uma mudança societária mais profunda, possivelmente envolvendo troca de controle. Os fatos oficiais Segundo o fato relevante divulgado em 12/01/2026: Décio Oddone, CEO desde a fusão com a 3R Petroleum em 2024, deixa o cargo em 31 de janeiro Richard Kovacs, atual presidente do Conselho e CEO da Ebrasil, assume a presidência executiva Alexandre Cruz (ex-Jive/Mauá) é eleito novo chairman Kovacs afirmou que a companhia seguirá focada em: desalavancagem financeira redução do custo de capital gestão ativa do portfólio O discurso é correto e esperado. Mas, na minha leitura, esse tipo de mensagem costuma acompanhar momentos de reorganização estrutural, não apenas continuidade. Por que essa saída chama atenção Décio Oddone era o último executivo com ligação direta à estrutura anterior e patrimônio relevante na companhia. Sua saída ocorre após outras renúncias importantes, como CFO e diretor de Novos Negócios. Nas redes, o tom foi imediato: “debandada” “o último apaga a luz” especulações abertas sobre venda ou mudança de controle Nada disso é prova de nada — mas o padrão histórico existe. Isso é comum? Bastante. No Brasil, debandada de diretoria e troca de CEO antes de mudanças societárias é recorrente. Desde 2018, a B3 registrou 39 OPAs, muitas delas precedidas por: instabilidade no board troca de executivos reposicionamento estratégico Estudos de mercado mostram que o turnover de CEOs aumenta em contextos de M&A, especialmente em setores regulados e intensivos em capital. Alguns exemplos: GetNinjas (NINJ3) Troca de CEO em 2023 → OPA e fechamento de capital em 2024. ClearSale (CLSA3) Reestruturações na diretoria em 2023 → OPA e saída da bolsa em 2025. PetroReconcavo (RECV3) Saída do CEO após 16 anos → negociações de M&A em um setor em consolidação. BR Distribuidora → Vibra Mudanças na diretoria antecederam a redução da influência da Petrobras e a nova estrutura de controle. CCR Trocas profundas no comando antes da reorganização do bloco controlador. A regra não escrita do mercado Na prática, funciona assim: novo controlador não governa com time antigo e confiança pesa mais que currículo trocar a liderança facilita decisões duras como VENDA DE ATIVOS ajuda a separar “gestão anterior” de “nova fase” Por isso, a troca de CEO raramente é o começo da história — costuma ser o meio. Conclusão (opinião pessoal) Reforço: isso é minha leitura e opinião, baseada em informações públicas e experiência de mercado. A troca de CEO na Brava não me parece um evento isolado. Para mim, o tabuleiro societário está sendo ajustado com calma, passo a passo — do jeito que grandes mudanças costumam acontecer. Um comentário final, fora do radar Muita gente só reage quando o fato relevante da OPA sai. Quem acompanha o mercado de perto aprende a observar os sinais antes disso. Foi exatamente para ajudar investidores a ler esses movimentos com antecedência, separar ruído de sinal e montar carteira com método — e não emoção — que eu construí a All In One. Não é sobre acertar o próximo anúncio. É sobre ter processo, disciplina e visão de ciclo. 👉 Para conhecer a carteira All In One: www.investe10.com.br/assine Aviso: Este conteúdo reflete exclusivamente opinião pessoal, com base em informações públicas. Não representa recomendação de investimento. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- Previdência (PGBL, VGBL) ou um combo de ações + renda fixa SEM IMPOSTO DE RENDA NENHUM | Onde a matemática ganha e onde ela perde
Nos últimos anos, vi MUITA gente perdendo dinheiro com previdência e investimentos... tudo por não entender a MATEMÁTICA do Imposto de Renda. E sabe qual o pior? Nem sempre a culpa é sua! PGBL, VGBL, ou aquela carteira que promete IR Zero? A verdade é que a resposta Certa para você não é a "da moda", e sim a que faz mais sentido para o SEU bolso. Eu, Cristiane, que prefiro minhas ações e renda fixa isenta, reconheço que a previdência tem seu lugar. Mas qual? E quando ela NÃO vale a pena? Prepare-se para questionar TUDO o que você achava que sabia. Este relatório não é para te convencer a investir em algo, é para te dar o CONHECIMENTO que você precisa para não perder mais dinheiro. 👇 Não perca mais tempo. O segredo está aqui:
- Eu não acredito em horóscopo. Mas esse explica por que tanta gente investe mal.
Eu não acredito em horóscopo. Mas nesse feriadão, acabei lendo um. Eu, Cristiane, não acredito em horóscopo. Nunca acreditei. Mas nesse feriadão prolongado, na casa do meu pai, aconteceu uma cena quase fora do tempo: jornal impresso sobre a mesa, café passado na hora, aquele silêncio bom de praia (a minha ainda guarda esses momentos de privilégio, sei que hoje em dia é raro)… e uma página aberta no horóscopo. Li meio sem querer. Ri. E aí parei. Não porque os astros “acertaram” algo — mas porque o texto descrevia comportamentos humanos incrivelmente previsíveis. Medos, impulsos, exageros, teimosias. Pessoas agindo do mesmo jeito… há décadas. Aquilo ficou comigo o resto do dia. E foi impossível não pensar no mercado financeiro. Porque, convenhamos: tem muita gente tratando investimento como se fosse horóscopo. Seguindo quem “prevê” cenário. Acreditando em quem jura que sabe o que vai acontecer. Comprando narrativas prontas, em vez de fazer ponderações, calcular assimetrias, diversificar riscos. No fundo, é o mesmo mecanismo psicológico. Só muda o rótulo. --- O problema não é errar. É errar sempre do mesmo jeito. O mercado não pune quem erra. Ele pune quem repete erro achando que é estratégia. E quanto mais tempo eu trabalho com investimento, mais claro isso fica: os maiores prejuízos não vêm de eventos inesperados — vêm de padrões de comportamento previsíveis. --- Foi aí que pensei em você, queridos acompanhantes. Em quantas vezes a gente se reconhece em textos bobos, mas ignora alertas sérios. E me ocorreu fazer esse cruzamento improvável: pegar a leveza do horóscopo e misturar com algo que eu levo muito a sério — investimento. Não para prever o futuro, mas para criar um espelho simples, quase cotidiano, onde dá para se ver sem defesa. Se o horóscopo funciona tão bem como ferramenta de identificação, por que não usá-lo para revelar padrões de comportamento no mercado? A proposta aqui não é adivinhar cenários, mas observar hábitos. Transformar caricaturas em aprendizado e humor em consciência de risco. Considere o que vem a seguir não como previsão, mas como diagnóstico. 🔮 Horóscopo da Bolsa: o que realmente custa dinheiro ♈ Áries — comprar na máxima O investidor que entra quando “todo mundo já sabe”. Compra movido por euforia, por FOMO, por sensação de urgência. 👉 Erro real: confundir movimento com oportunidade. 👉 Lição: se a tese só aparece depois da alta, o risco já ficou com você. --- ♉ Touro — não fazer nada nunca Chama inércia de convicção. Não vende, não compra, não ajusta — mas reclama bastante. 👉 Erro real: ignorar custo de oportunidade. 👉 Lição: longo prazo não é ausência de decisão, é revisão constante. --- ♊ Gêmeos — girar demais De manhã comprado, à tarde vendido, à noite arrependido. Sempre com uma justificativa nova. 👉 Erro real: ausência de método. 👉 Lição: sem critério de entrada e saída, todo trade vira emocional. --- ♋ Câncer — sofrer com volatilidade Qualquer correção vira tragédia. Qualquer queda parece o fim do mundo. 👉 Erro real: confundir oscilação com risco. 👉 Lição: risco é não saber por que você tem aquele ativo. --- ♌ Leão — investir para aparecer Compra quando o consenso já está formado. Gosta mais de contar a história do que de medir o retorno. 👉 Erro real: ego no lugar do processo. 👉 Lição: mercado não remunera coragem nem visibilidade — só decisão bem tomada. --- ♍ Virgem — análise excessiva Estuda tudo. Espera tudo alinhar. E perde o timing. 👉 Erro real: buscar certeza absoluta. 👉 Lição: análise serve para decidir, não para adiar. --- ♎ Libra — paralisia decisória Compara tanto que não escolhe nada. Quando decide, já passou. 👉 Erro real: medo de errar. 👉 Lição: não decidir também é uma decisão — e geralmente cara. --- ♐ Sagitário — narrativa sem disciplina Compra falando em “longo prazo”. Vende porque cansou no curto. 👉 Erro real: tese sem plano. 👉 Lição: paciência exige estrutura, não discurso. --- ♓ Peixes — intuição sem fundamento Sonhou com o ativo, sentiu uma “energia boa”. Quando dá errado, culpa o universo. 👉 Erro real: ausência total de processo. 👉 Lição: feeling não substitui valuation. --- Investir não é prever. É estruturar. Quem ganha dinheiro de forma consistente não é quem acerta o cenário. É quem aceita que não sabe, trabalha com probabilidades, calcula assimetrias, diversifica e controla comportamento. Não existe bola de cristal. Existe método. E método costuma ser menos sedutor do que promessa. Mas infinitamente mais eficaz. --- Talvez o maior erro para 2026 ... seja continuar procurando previsões. 2026 não vai exigir genialidade. Vai exigir disciplina, clareza e humildade intelectual. Se você chegou até aqui, provavelmente já entendeu: o verdadeiro “horóscopo” do investidor não está nos astros — está nos hábitos que ele repete todos os dias. E isso, diferente do destino, dá pra mudar. No fim das contas, talvez você e eu não sejamos tão diferentes assim. A gente ri de horóscopo… mas busca a mesma coisa: decidir melhor e errar menos. E é exatamente isso que separa quem atravessa ciclos de quem fica sempre tentando adivinhar o próximo. Se tem algo que esses anos todos de mercado me ensinaram é que investir bem não é sobre acertar o próximo movimento — é sobre ter um processo que te impede de repetir sempre os mesmos erros. É isso que eu faço todos os dias: organizar o caos, filtrar ruído, separar narrativa de fundamento e transformar incerteza em decisão possível. Sem horóscopo, sem promessas, sem adivinhação. Se em 2026 você quiser atravessar o mercado com mais método e menos ansiedade, eu deixei um espaço ali embaixo. Nada obrigatório. Só para quem sente que já passou da fase de tentar “prever” e quer, finalmente, investir com clareza. 👉 www.investe10.com.br/assine
- DASA3 cai 14% hoje — pega aqui a minha visão! O que eu faria se fosse você
A Dasa #DASA3 anunciou a venda do Hospital São Domingos e outros dois ativos no Maranhão por R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 1,1 bi à vista e o restante parcelado até 2031, corrigido pelo CDI.
- 🔥 2025 EM NÚMEROS: RESULTADO NÃO É SORTE. É MÉTODO.
O balanço REAL da Bolsa em 2025 — e por que meus clientes dormiram tranquilos. Como sou ansiosa, já vou me adiantar: os números abaixo estão sendo divulgados antes do fechamento , mas eventuais ajustes tendem a ser marginais . Vou direto ao ponto — porque número não mente e resultado fala alto . 📈 As MAIORES ALTAS da Bolsa em 2025 (sim, aquelas que todo mundo mostra depois que já subiram) 1️⃣ COGN3 +250% 2️⃣ PINE4 +227% 3️⃣ MOVI3 +195% 4️⃣ MDNE3 +166% 5️⃣ ECOR3 +162% 6️⃣ LAVV3 +150% 7️⃣ DASA3 +141% 8️⃣ JHSF3 +132% 9️⃣ VTRU3 +132% 🔟 TRIS3 +130% 1️⃣1️⃣ SEER3 +127% 👉 3 dessas estavam nas minhas carteiras recomendadas. Não porque “dei sorte”.Mas porque passaram por análise, gestão de risco, timing e posição correta . 📉 Agora vem a parte que quase ninguém gosta de mostrar As 20 MAIORES QUEDAS da Bolsa em 2025 (e aqui está o verdadeiro diferencial) 1️⃣ AMBP3 -98% 2️⃣ SEQL3 -89% 3️⃣ GFSA3 -77% 4️⃣ AVLL3 -66% 5️⃣ RCSL3 -63% 6️⃣ RAIZ4 -62% 7️⃣ HAPV3 -56% 8️⃣ AZEV4 -54% 9️⃣ VSTE3 -49% 🔟 VIVR3 -47% 1️⃣1️⃣ TUPY3 -45% 1️⃣2️⃣ TRAD3 -43% 1️⃣3️⃣ RAPT4 -43% 1️⃣4️⃣ AALR3 -43% 1️⃣5️⃣ AERI3 -42% 1️⃣6️⃣ JALL3 -39% 1️⃣7️⃣ LAND3 -37% 1️⃣8️⃣ FRIO3 -36% 1️⃣9️⃣ TASA -35% 2️⃣0️⃣ CSAN3 -34% 👉 NENHUMA. ABSOLUTAMENTE NENHUMAestava nas minhas carteiras recomendadas. E isso, sinceramente, vale mais do que acertar uma alta isolada. É AQUI que a diferença aparece Nessas horas, fica clara a importância de: ✔️ Análise profunda ✔️ Gestão de risco de verdade ✔️ Diversificação inteligente ✔️ Alocação percentual correta Claro que não acertamos todas. Claro que algumas ações que sobem não passam no meu filtro de risco.Claro que alguma indicação cai — e eu sofro junto com o cliente. 👉 Mas no agregado, ganhamos mais do que perdemos . 👉 E, principalmente, evitamos destruição relevante de patrimônio . É assim que se investe na Bolsa brasileira sem perder o sono . Se você já é cliente, sabe: O trabalho não é “acertar a próxima moda”. É proteger capital e capturar assimetrias reais . 👉 Acesse aqui suas carteiras, relatórios e atualizações: 🔗 www.investe10.com.br ⚠️ Se você ainda não é cliente, essa parte é pra você 💡 O ponto central que você precisa entender A Bolsa brasileira é: • Cíclica • Volátil • Cheia de armadilhas • Capaz de gerar altas extraordinárias — ou perdas irreversíveis O que define o resultado não é o ativo isolado .É o método, o risco e o tamanho da posição . Minhas alocações permitem que você: ✔️ Participe das grandes altas ✔️ Sobreviva aos ciclos ruins ✔️ Não perca o sono ✔️ Não destrua patrimônio ✔️ Continue investido quando o mercado vira 🚀 2026 SERÁ AINDA MAIOR Mais oportunidades .Mais assimetrias. Mais distorções. E quem estiver bem posicionado desde agora, vai colher . 🔥 Se você quer investir assim em 2026 Sem promessas irreais.Sem “dica quente”.Sem perder noites de sono. 👉 Conheça a carteira ALL IN ONE — meu maior orgulho em mais de 20 anos de mercado. 🔗 Assine aqui: 👉 www.investe10.com.br/assine Ganhar é ótimo. Não quebrar no caminho é obrigatório. Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! assinante Clique aqui para o fechamento de hoje das recomendações Gostou do conteúdo ? Compartilhe ! CLIQUE AQUI E RECEBA O MELHOR MATERIAL DE INVESTIMENTOS NO SEU E-MAIL Entre no nossos grupos gratuitos , clicando nos links : Whatsapp aqui ou Telegram aqui! Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! ASSINE AQUI E COM ESTE LINK: Investe10 All In One A assinatura All In One é mais do que um serviço de investimento: é um parceiro na sua jornada. Com ela, você terá a confiança e as ferramentas para alcançar seus objetivos financeiros. Imagine a tranquilidade de saber que você está tomando decisões informadas e estratégicas, com o suporte de PROFISSIONAL HÁ MUITOS ANOS NO MERCADO, especialista no mercado e dedicada ao sucesso nos investimentos, sem conflitos de interesse, completamente independente, sem ser ligada a nenhuma corretora ou banco. Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira : Investe10 All In One CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO TELEGRAM E WHATSAPP DE ASSINANTES CLIQUE AQUI PARA RECEBER O MELHOR MATERIAL GRATUÍTO DE INVESTIMENTOS NO SEU E-MAIL OFERTA PLATAFORMA INVESTING.COM ! USE MEU CUPOM crispro NO LINK PARA GARANTIR ATÉ 50% DE DESCONTO: Assine o Investing pró e dados como um pro fissional Cristiane Fensterseifer – CNPI, CGA e consultora CVM de investimentos no www.investe10.com.br Instagram : @crisinveste Twitter : @crisinveste WhatsApp: 51 992017563 | www.investe10.com.br A newsletter diário da analista apenas comenta fatos do mercado diário e nada no diário analista é ou deve ser encarado como uma recomendação de investimento. As recomendações restringem-se as carteiras recomendadas e relatórios exclusivos para clientes das assinaturas. Leia o disclaimer no site www.investe10.com.br clicando aqui Disclaimer CVM Os autores de cada conteúdo estão indicados nos respectivos posts . Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários(de investimento) O site www.Investe10.com.br foi desenvolvido com objetivo de divulgar as análises sobre valores mobiliários elaboradas pela Analista de Valores Mobiliários autônoma Cristiane Fensterseifer pessoa natural, nos termos da Resolução CVM Nº 20/2021, conforme estabelecido no art. 3º, inc. I da referida resolução, não se constituindo assim, como casa de análise/pessoa jurídica O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma 1. O(s) analista(s) de investimentos, envolvidos na elaboração deste relatório, não tem vínculo com pessoa natural que trabalha para o emissor objeto do relatório de análise 2.O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise. 3.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem estar direta ou indiretamente envolvidos na aquisição, alienação ou intermediação dos valores mobiliários objeto deste relatório. 4.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório. 5.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem eventualmente negociar com cotas de fundos de investimento que concentram seus investimentos na companhia analisada ou em seu setor da economia, ou em cuja administração ou gestão podem influenciar, direta ou indiretamente. Os opiniões são individuais do analista a partir da sua percepção e analise, bem como projeções e entendimento e sempre são sujeitos a mudanças acompanhando os fatos. O conteúdo não constitui oferta de negociação de valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. O analista responsável pela elaboração do conteúdo declara,, que suas recomendações refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e são elaboradas de forma independente. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvidos na elaboração deste relatório, nos termos da regulação da CVM: 1. O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente as suas opiniões pessoais sobre as companhias e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, 2. O(s) Analista(s) de investimento podem ser titulares de valores mobiliários objeto do presente relatório. Investimentos tem risco e ativos podem ter quedas e envolver perdas de capital. Retornos passados não são garantia d e retornos futuros. Os relatórios específicos são de uso exclusivo dos adquirentes e não podem ser reproduzidos ou distribuídos. cada investidor deve desenvolver suas próprias análises e estratégias. A reprodução indevida de relatórios ou trechos está sujeita a multa e demais punições cabíveis, de acordo com artigos 102 e seguintes da Lei 9.610/98. Exoneração de responsabilidade e informações importantes: os conteúdos podem mencionar possibilidades de lucro financeiro decorrente de investimento, eximindo-se a analista de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Recomendações de investimento mesmo quando são fundamentadas pela avaliação criteriosa de um analista certificado, podem não se confirmar e não antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados, mas não eliminados. Nunca devem ser alocados em renda variável recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do cliente. Os relatórios são assinados pelo analista de investimento pessoa natural e distribuidos pela publicadora INVESTE10 LTDA A Investe10 não realiza intermediações financeiras. Cabe ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Os analistas têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos recomendados. O disclaimer não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes mais informações estão na aba Disclaimer deste site na guia home.
- Finalzinho do ano com gostinho de rally em 2026 e #BRAV3 judiando os vendidos - 🔥 O que importa hoje
📉 Inflação descomprimindo (sinal verde adiante) • Expectativa de IPCA segue caindo no Boletim Focus • Leitura clara: inflação mais comportada = espaço para juros menores• Banco Central do Brasil ganha conforto para iniciar o ciclo• Juros ↓ = Bolsa ↑ (histórico ajuda, mas timing importa) + 📉 Selic no radar • Queda da inflação destrava narrativa de corte da Selic • Beneficia: ações, crédito, small caps e empresas alavancadas• Penaliza: quem ainda está excessivamente defensivo + ⛽ Petrobras e preços • Petrobras (#PETR4) pode reduzir preços da gasolina• Gasolina está ~9% acima da paridade internacional• Objetivo: compensar aumento do ICMS • ICMS deve elevar o preço em ~R$ 0,10/litro a partir de 01/jan/2026 + 📌 Leitura estratégica • Inflação cedendo + juros no radar = reposicionamento de carteira • Não é sobre “se”, é sobre quando • Quem espera confirmação total costuma pagar mais caro + 🛢️ Petróleo: pano de fundo • Demanda revisada para cima em 2026 pela AIE • Geopolítica segue adicionando prêmio de riscoBrent subindo com guerra infinita na Rússia e Ucrânia e Ira falando em guerra em grande escala, enquanto Israel quer convencer EUA de mais ação por lá • OPEC+ mantendo disciplina de oferta• Petróleo não colapsou como falavam + ⚡ #BRAV3 — onde está a assimetria • Brava Energia opera ativos maduros, com foco em eficiência e geração de caixa• Estrutura mais alavancada ao preço do petróleo (sensibilidade maior)• Qualquer estabilidade do Brent já ajuda muito o fluxo de caixa• Mercado ainda trata como “case de risco”, não como case de normalização + 📊 Onde o mercado erra• precifica BRAV3 como se o petróleo fosse cair forte• confunde risco operacional com inviabilidade econômica + 📌 Em português claro: Se o petróleo ficar onde está → BRAV3 melhora Se o petróleo subir → BRAV3 explode Se o petróleo cair muito → aí sim o risco aparece NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS!COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações selecionadas pra você investir bem e sem perder tempo.
- Recomendação de Venda Imediata: Entenda o Risco e A Oportunidade de Reposição do Seu Capital aqui!
Recentemente, uma transação no mercado trouxe à tona uma série de mudanças inesperadas que podem impactar diretamente o futuro de quem está exposto a um fundo específico. Embora o cenário atual pareça oferecer algumas oportunidades, o risco envolvido exige atenção urgente. Neste relatório falo todos os detalhes dessa operação, mostrando o impacto real no valor do fundo e por que a decisão de manter a posição pode não ser a mais vantajosa neste momento.
- Time in the market é melhor do que timing de mercado — e os dados confirmam
A frase “time in the market is better than timing the market” é repetida há décadas no mercado financeiro. E não por acaso. Quando olhamos para os dados históricos, a mensagem é clara: 👉 o curto prazo é dominado por ruído, o longo prazo por probabilidade. O gráfico acima ilustra os retornos anualizados do mercado conforme o tempo que o investidor permaneceu investido. Em janelas curtas — 1, 2 ou 3 anos — os resultados variam drasticamente. Há períodos de ganhos expressivos, mas também de perdas relevantes. Esse comportamento não é um defeito do mercado. É a sua natureza. O erro mais comum: confundir volatilidade com risco No curto prazo, volatilidade é alta. Isso leva muitos investidores a tentarem “acertar o momento certo” para entrar ou sair. O problema é que o custo do erro de timing é elevado. Basta ficar fora de alguns dos melhores dias do mercado para comprometer significativamente o retorno acumulado. À medida que o horizonte de investimento se alonga, o que os dados mostram é uma convergência dos retornos. As diferenças extremas diminuem, e os resultados passam a orbitar uma faixa mais estável — historicamente próxima de 9% a 11% ao ano. Tempo não substitui estratégia Tempo no mercado ajuda. Mas sozinho, não resolve. Permanecer investido exige método, leitura de cenário e decisões consistentes ao longo do ciclo. Sem isso, o investidor até fica mais tempo — mas muitas vezes mal posicionado. É por isso que a maioria reconhece a importância do longo prazo, mas poucos conseguem capturar seus benefícios na prática. Onde a maioria erra na prática Aqui entra o ponto-chave. A dificuldade raramente está em entender o conceito. Ela está em saber como se posicionar, quando ajustar e como atravessar períodos de ruído sem cometer erros caros. É nesse momento que estrutura, processo e acompanhamento fazem diferença. A verdadeira vantagem competitiva do investidor A maior assimetria disponível não está em prever o próximo movimento do mercado. Está em ter um método replicável, que permita atravessar ciclos com clareza e disciplina. Quando isso existe, o tempo deixa de ser uma aposta e passa a ser um aliado. Conclusão O mercado não recompensa pressa. Recompensa posicionamento, disciplina e horizonte. No fim das contas, não é sobre adivinhar o próximo movimento. É sobre tomar decisões melhores, de forma consistente. Seguimos trabalhando diariamente para estruturar esse tipo de abordagem e transformá-la em decisões práticas de investimento. Cris Fensterseifer Investe10 🔗 www.investe10.com.br
- #BRAV3 SQUEEEEEEZE NELES ! Habemus preço!
Hoje saiu essa notícia no Pipeline do Valor, e na sequência passo minha análise desta matéria ! https://pipelinevalor.globo.com/negocios/noticia/a-disposicao-da-ecopetrol-na-brava.ghtml Recortei a parte mais importante da matéria: A Ecopetrol está disposta a pagar R$21 por ação da #BRAV3. Ou seja, os caras da ecopetrol podem muito bem ir tomando book (comprando a mercado) até R$21 portanto... Afinal, é menos do que eles mesmo já estão dispostos a pagar... Agora, na minha cabeça, o preço devia ir a R$21 hj... Afinal R$21 já temos oferta, é daí pra cima... “R$ 21 é muito barato”, disse uma das fontes. Há três anos, a ação valia quase R$ 50." Como diz o trecho da matéria do Valor E os shorts aumentando nesses últimos dias pra mim é igual a desespero destes tentando segurar cotação. E enquanto eles vendem ótimo pra Ecopetrol que vai tomando mais barato a mercado pagando mto menos que ela mesmo já está disposta a pagar, que é 21... Ou seja SQUEEEEEEZE neles ! Eu particularmente acho que Brava #brav3 vale muito mais que estes R$21... Aliás não acho, CALCULO, NO VALUATION... Mas, tiraram Poison Pill... Enfim, com esse nível de short bizarramente alto ... se entrar mais gente nessa briga, pode explodir, as vezes basta uma faísca... CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA Minhas melhores recomendações de investimento aqui: www.investe10.com.br/assine 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste Leia disclaimer no site www.investe10.com.br
- Eu acho q Brava #BRAV3 tem alta chance de subir muito hoje. Explico aqui: (LEIA ATÉ A ÚLTIMA LINHA)
Ontem no final do pregão saíram duas notícias de Brava #BRAV3, com alta da empresa por conta delas anteriormente no pregão. Fonte: Valor A 1a seria a venda dos ativos de gás para a Eneva #ENEV3. A Eneva desmentiu, mas é esperado dado q não teria nada assinado e eu não descarto que isso um dia poderia ocorrer com a Eneva ou com outro interessado. São ótimos ativos e acredito que tenham interessados para além desta empresa. A 2a notícia seria que a Ecopetrol estaria de olho em comprar o controle da Brava, com uma possibilidade de OPA pro rata (onde a Cia oferece para comprar de demais acionistas em bolsa além dos que detém controle). Não tem informação de preço destas possíveis operações, nem nada fechado ou certo. Mas apenas estes rumores já fizeram o papel subir bem ontem (ainda mais considerando que as pares o Brent caiam forte), o que é esperado pq em geral estes dois movimentos embutiram um prêmio pelos ativos, como é normal em qualquer aquisição de ativos ou controle, sobretudo em uma empresa que está tão depreciada nos últimos tempos e com um nível de shorts exorbitante. Eu acho q brava tem alta chance de subir muito hoje. Isso pq as propostas q ocorrerem devem vir com prêmio, se se confirmarem, e a galera vai querer zerar short ou se posicionar para eventuais propostas fechadas. Some isso a expressiva queda da ação no ano e o nível EXORBITANTE de shorts na empresa que são quase 30% ou até mais, desconsiderando bloco de acionistas relevantes (ha divergências de quem é efetivamente esse bloco dependendo da análise). Em suma: Não vejo motivo pra queda após essas notícias, pelo contrário, por mais q eu não almeje uma OPA no momento atual, pois acho q seria num preço baixo frente ao histórico... principalmente pois o preço do petróleo Brent está muito depreciado. Mas frente ao preço ATUAL da Brava me parece claro que teria um prêmio oferecido em uma aquisição de ativos ou controle .... Ou seja, por isso vejo uma chance maior de alta frente ao preço ATUAL ... Ainda que o preço médio de compra de grande parte dos acionistas seja muito maior e por isso uma opa agora (no low do Brent) seja ruim pra quem está a muito tempo na tese com o preço médio muito alto na compra. Ps. É só uma opinião baseada nas notícias de ontem de fim de pregão, como eu sempre digo, movimentos de curto prazo são muito difíceis de antecipar ou seja, pode cair, pode subir, pode ficar igual o preço da Brava hoje. Este texto em si não é uma recomendação de investimento. Os clientes da carteira ALL IN ONE e small caps do www.investe10.com.br sabem minhas recomendações pra Brava #BRAV3 ou outras e podem acessar aqui : https://www.investe10.com.br/carteira-all-in-one LEBRE!!!! SUGIRO NÃO ULTRAPASSAR O PERCENTUAL RECOMENDADO MAXIMO EM JMA ACAO + NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! Ou melhor , assine aqui as minhas melhores recomendações de investimento: www.investe10.com.br/assine 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações selecionadas pra você investir bem e sem perder tempo! 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Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira : Investe10 All In One CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO TELEGRAM E WHATSAPP DE ASSINANTES CLIQUE AQUI PARA RECEBER O MELHOR MATERIAL GRATUÍTO DE INVESTIMENTOS NO SEU E-MAIL OFERTA PLATAFORMA INVESTING.COM ! USE MEU CUPOM crispro NO LINK PARA GARANTIR ATÉ 50% DE DESCONTO: Assine o Investing pró e dados como um pro fissional Cristiane Fensterseifer – CNPI, CGA e consultora CVM de investimentos no www.investe10.com.br Instagram : @crisinveste Twitter : @crisinveste WhatsApp: 51 992017563 | www.investe10.com.br A newsletter diário da analista apenas comenta fatos do mercado diário e nada no diário analista é ou deve ser encarado como uma recomendação de investimento. As recomendações restringem-se as carteiras recomendadas e relatórios exclusivos para clientes das assinaturas. Leia o disclaimer no site www.investe10.com.br clicando aqui Disclaimer CVM Os autores de cada conteúdo estão indicados nos respectivos posts . Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários(de investimento) O site www.Investe10.com.br foi desenvolvido com objetivo de divulgar as análises sobre valores mobiliários elaboradas pela Analista de Valores Mobiliários autônoma Cristiane Fensterseifer pessoa natural, nos termos da Resolução CVM Nº 20/2021, conforme estabelecido no art. 3º, inc. I da referida resolução, não se constituindo assim, como casa de análise/pessoa jurídica O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma 1. O(s) analista(s) de investimentos, envolvidos na elaboração deste relatório, não tem vínculo com pessoa natural que trabalha para o emissor objeto do relatório de análise 2.O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise. 3.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem estar direta ou indiretamente envolvidos na aquisição, alienação ou intermediação dos valores mobiliários objeto deste relatório. 4.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório. 5.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem eventualmente negociar com cotas de fundos de investimento que concentram seus investimentos na companhia analisada ou em seu setor da economia, ou em cuja administração ou gestão podem influenciar, direta ou indiretamente. Os opiniões são individuais do analista a partir da sua percepção e analise, bem como projeções e entendimento e sempre são sujeitos a mudanças acompanhando os fatos. O conteúdo não constitui oferta de negociação de valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. O analista responsável pela elaboração do conteúdo declara,, que suas recomendações refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e são elaboradas de forma independente. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvidos na elaboração deste relatório, nos termos da regulação da CVM: 1. O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente as suas opiniões pessoais sobre as companhias e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, 2. O(s) Analista(s) de investimento podem ser titulares de valores mobiliários objeto do presente relatório. Investimentos tem risco e ativos podem ter quedas e envolver perdas de capital. Retornos passados não são garantia d e retornos futuros. Os relatórios específicos são de uso exclusivo dos adquirentes e não podem ser reproduzidos ou distribuídos. cada investidor deve desenvolver suas próprias análises e estratégias. A reprodução indevida de relatórios ou trechos está sujeita a multa e demais punições cabíveis, de acordo com artigos 102 e seguintes da Lei 9.610/98. Exoneração de responsabilidade e informações importantes: os conteúdos podem mencionar possibilidades de lucro financeiro decorrente de investimento, eximindo-se a analista de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Recomendações de investimento mesmo quando são fundamentadas pela avaliação criteriosa de um analista certificado, podem não se confirmar e não antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados, mas não eliminados. Nunca devem ser alocados em renda variável recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do cliente. Os relatórios são assinados pelo analista de investimento pessoa natural e distribuidos pela publicadora INVESTE10 LTDA A Investe10 não realiza intermediações financeiras. Cabe ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Os analistas têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos recomendados. 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- Braskem #BRKM5 — Back to the Game com um time de pedigree especialista em turnaround, o IG4
A entrada da IG4 na Braskem não é financeira — é estrutural. É a troca de um controlador que destrói valor por um gestor especializado em destravar valor. Credores viram donos, o controlador problemático sai de fininho com uma migalha, e o futuro? Será que hoje foi realmente o dia que marca mudança que a tese precisava para voltar a existir? Vamos ver tudinho nesse artigo... TLDR - Resumo para quem não tem tempo (mas eu recomendo fortemente ler tudo pois tem pérolas escondidas até o final do relatório): A IG4 assume o controle “de facto” da Braskem ao fechar acordo com a Novonor • R$ 20 bilhões em dívida passam a ser tratados por quem também é credor • A Novonor, principal trava da tese pra mim, praticamente sai de cena Por que isso é excelente para a tese? • O comando muda — e isso, por si só, muda tudo • A empresa estava presa a um controlador sem capacidade financeira e sem credibilidade • Com a IG4, interesse de credor e controlador se alinham • O foco deixa de ser “sobreviver” e passa a ser reorganizar e destravar valor • Redução clara do risco de recuperação judicial • Mais poder de negociação sobre dívida e passivos • Ambiente real para um turnaround de verdade • A empresa volta a ser analisável como tese, e não só como problema Ainda não é um “happy end” final feliz • Endividamento segue elevado • Passivo de Maceió ainda é um risco relevante • O ciclo petroquímico continua difícil • A diferença é que agora existe gestão com incentivo para resolver Braskem: Do Caos Odebrechtiano ao Renascimento com IG4 A petroquímica Braskem #BRKM5 passou anos como a ovelha negra da bolsa brasileira: endividada até o pescoço, atolada em passivos ambientais e com um controlador complicadíssimo (a Novonor, ex-Odebrecht). O fato relevante de 15 de dezembro de 2025 (conhecido como hoje) trouxe a “redenção”: A gestora IG4 Capital avança para assumir o controle “de facto”, revertendo em controle R$ 20 bilhões em dívidas e virando coproprietária da Braskem ao lado da Petrobras. É como se a empresa tivesse ganhado um transplante de coração! O Acordo que Mudou o Jogo: Da Novonor para IG4, com Amor (e Dívidas) Breve histórico: a Braskem estava uma bagunça societária. A Novonor, afogada em recuperação judicial desde 2019, usava as ações da petroquímica como garantia para R$ 20 bi em créditos com bancos como Itaú, Bradesco, Santander, BB e BNDES. O acordo anunciado: A IG4, via fundo, compra esses créditos e ganha exclusividade de 60 dias para finalizar a transação. Com isso, a IG4 fica com 50,1% do capital votante e 34,3% do total, Petrobras mantém 47% votante e 36,1% total, e Novonor sai com míseros 4% em preferenciais – sem governança, tipo um convidado indesejado que só come o bolo e vai embora. Isso meio que resolve o "overhang" societário que travava tudo e abre um caminho para reestruturação de dívida e injeção de capital. A IG4 Não é novata em turnarounds e pode ser o TURBO DA TESE: A IG4 é especialista em virar o jogo com capital fresco e execução cirúrgica. A gestora é focada em situações especiais (distressed assets e turnarounds) e tem um histórico sólido em reestruturações de empresas, especialmente em infraestrutura e saneamento. A IG4 tem um portfólio robusto em infraestrutura, com foco em logística e operações essenciais. Eles compram ativos distressed, injetam capital e otimizam operações – nada de milagres, mas execution afiado. Eles transformaram a Iguá Saneamento em uma potência, com injeção de capital e expansão, e têm histórico em infraestrutura como portos e distribuidoras. Paulo Mattos, fundador e sócio-diretor da IG4 (desde 2016), com mais de 20 anos em private equity e reestruturações é o cérebro por trás e sabe virar empresas problemáticas. O caso da Iguá: A IG4 entrou na Iguá em 2018, liderando uma reestruturação de dívida complexa (envolvendo nove bancos) e injetando capital para estabilizar as finanças, expandir a infraestrutura e o footprint geográfico. O investimento inicial foi de R$ 400 milhões (via fundo FIP Iguá), acelerando o crescimento e transformando a empresa em uma das maiores plataformas de saneamento no Brasil. Após sete anos, a IG4 saiu com múltiplos atrativos, vendendo sua fatia em 2024 para focar em deals maiores como a Sabesp. A IG4 pode ser, portanto, um turbo mas só se não tropeçarem em aprovações do Cade ou no direito de preferência da Petrobras. Braskem é um caso clássico de turnaround complexo Não julgo a BRKM como “empresa ruim” — é empresa travada e num setor em baixa : Endividamento elevado Passivo jurídico relevante (Alagoas) Governança contaminada pela Novonor Decisões estratégicas bloqueadas há anos 👉 Exatamente o tipo de ativo onde a IG4 costuma entrar. A IG4 representa os credores — e credor manda A IG4 não entra como investidor passivo , entra: Representando bancos credores (Itaú, Bradesco, Santander, BB, BNDES) Com poder real de impor reestruturação Com interesse direto em recuperar valor do crédito , não em política O playbook é o mesmo da Iguá O paralelo é claro: Iguá (ex-CAB) Braskem Controlador problemático Novonor Estrutura travada Governança travada Dívida pesada Dívida + passivos Ativo bom mal gerido Ativo excelente mal explorado Solução: capital + gestão Solução: capital + gestão 👉 A IG4 já fez isso : tirou um controlador tóxico, reorganizou capital, profissionalizou gestão e destravou crescimento. BRKM hoje vale menos do que poderia O mercado não precifica : Fim do overhang Novonor Governança pró-mercado Estratégia clara de capital Possível re-rating de múltiplos 👉 É aqui que entra o upside assimétrico. Análise Financeira: Números que Contam a História (e Revelam as Cicatrizes) No 3T25 (últimos disponíveis), a Braskem mostrou sinais de vida em meio ao downcycle (ciclo de baixa) petroquímico: Métrica Principal Q3 2025 Variação YoY Comentário Receita Líquida US$ 3,175 bi -17% Queda por spreads baixos, mas melhor que esperado. EBITDA Recorrente US$ 150 mi +104% Surto positivo, graças a custos controlados e recuperação no México (planta em 100% capacidade). investing.com EPS -US$ 0,02 Melhor que est. -US$ 0,48 Surpresa boa, mas ainda negativo. Dívida Líquida Alta, 14,76x - Alarmante, mas liquidez US$ 2,3 bi dá fôlego. Fluxo de Caixa Operacional Positivo, mas pressionado - Expansão no Rio aprovada (R$ 4,2 bi investimento). Fonte: Earnings call Q3 2025 e relatórios RI. A dívida é o maior vilão: Com divida de cerca de US$ 8,5 bi, em meio a juros altos e ciclo fraco este é o pior pesadelo hoje, mas o acordo IG4 alinha interesses de credores e controladores – foco em desalavancagem e eficiência. É como dar uma dieta rigorosa a um glutão (no caso eu): dói no começo, mas o shape melhora. Com PRESIQ/REIQ (subsídios aprovados), EBITDA pode ganhar centenas de milhões em 2026 O Setor Petroquímico hoje está com sobre oferta e o outlook global para 2025-2026 é misto: crescimento de produção ~3,5% em 2025, mas oversupply persiste até 2026, com Ásia liderando demanda. Para Braskem, isso significa margens apertadas, mas oportunidades em plásticos sustentáveis e expansão no México/USA. Cenário Descrição (com Toque Ácido) EBITDA 2026 (USD bi) EBITDA 2027 (USD bi) Preço-Alvo (R$) Upside % (de R$8) Pessimista: O Turnaround que Virou Dor de Cabeça IG4 injeta capital, mas Cade atrasa, spreads caem mais 10% e Maceió chove processos. Dívida explode, mercado surta. Tipo: "Salvamos a empresa, mas ela ainda fede a problema." 1.0 1.1 6.00 -25% Base: O Equilíbrio Tímido Acordo rola suave, turnaround médio com desalavancagem pra 5x leverage. EBITDA cresce devagar, como dieta sem cheat day. Consenso atual reflete isso. 1.4 1.6 12.00 +50% Otimista: A Virada Épica IG4 faz mágica: injeção de R$2-3 bi, REIQ bombando, expansão México/USA. Margens sobem 20%, vira peer de Lyondell. "De vilã a rainha da bolsa – quem diria?" 1.7 2.2 18.00 +125% Esses vêm de projeções como Fitch vendo USD 1.4 bi base e S&P com R$5.8 bi local (ajustado pra USD). No otimista, some o REIQ full (US$280M extra) e eficiência IG4; no pessimista, subtraia o downturn prolongado até 2030 (per Q3 call). Consenso de analistas: Preço-alvo médio R$ 12,0 upside ~50%, com altas até R$18,0 e baixas R$ 8,0 por spreads fracos. Múltiplos: EV/EBITDA ~6x histórico (vs. 13x em peers como Covestro em M&A). Riscos: O acordo reduz risco de RJ e abre turnaround mas e se... E se o ciclo petroquímico global continuar uma novela de terror com oversupply asiático e energia cara? E se o Cade virar o vilão regulatório? E se os passivos de Maceió explodirem como uma bomba-relógio ambiental? Os passivos de Maceió (afundamento do solo, passivos bilionários) ainda pairam como uma nuvem tóxica. Para saber minha recomendação ... Clique aqui se é assinante, ou.... Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! assinante Clique aqui para o fechamento de hoje das recomendações Gostou do conteúdo ? Compartilhe ! CLIQUE AQUI E RECEBA O MELHOR MATERIAL DE INVESTIMENTOS NO SEU E-MAIL Entre no nossos grupos gratuitos , clicando nos links : Whatsapp aqui ou Telegram aqui! Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! ASSINE AQUI E COM ESTE LINK: Investe10 All In One A assinatura All In One é mais do que um serviço de investimento: é um parceiro na sua jornada. Com ela, você terá a confiança e as ferramentas para alcançar seus objetivos financeiros. 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Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários(de investimento) O site www.Investe10.com.br foi desenvolvido com objetivo de divulgar as análises sobre valores mobiliários elaboradas pela Analista de Valores Mobiliários autônoma Cristiane Fensterseifer pessoa natural, nos termos da Resolução CVM Nº 20/2021, conforme estabelecido no art. 3º, inc. I da referida resolução, não se constituindo assim, como casa de análise/pessoa jurídica O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma 1. O(s) analista(s) de investimentos, envolvidos na elaboração deste relatório, não tem vínculo com pessoa natural que trabalha para o emissor objeto do relatório de análise 2.O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise. 3.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem estar direta ou indiretamente envolvidos na aquisição, alienação ou intermediação dos valores mobiliários objeto deste relatório. 4.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem deter, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório. 5.Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, podem eventualmente negociar com cotas de fundos de investimento que concentram seus investimentos na companhia analisada ou em seu setor da economia, ou em cuja administração ou gestão podem influenciar, direta ou indiretamente. Os opiniões são individuais do analista a partir da sua percepção e analise, bem como projeções e entendimento e sempre são sujeitos a mudanças acompanhando os fatos. O conteúdo não constitui oferta de negociação de valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. O analista responsável pela elaboração do conteúdo declara,, que suas recomendações refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e são elaboradas de forma independente. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvidos na elaboração deste relatório, nos termos da regulação da CVM: 1. O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente as suas opiniões pessoais sobre as companhias e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, 2. O(s) Analista(s) de investimento podem ser titulares de valores mobiliários objeto do presente relatório. Investimentos tem risco e ativos podem ter quedas e envolver perdas de capital. Retornos passados não são garantia d e retornos futuros. Os relatórios específicos são de uso exclusivo dos adquirentes e não podem ser reproduzidos ou distribuídos. cada investidor deve desenvolver suas próprias análises e estratégias. A reprodução indevida de relatórios ou trechos está sujeita a multa e demais punições cabíveis, de acordo com artigos 102 e seguintes da Lei 9.610/98. Exoneração de responsabilidade e informações importantes: os conteúdos podem mencionar possibilidades de lucro financeiro decorrente de investimento, eximindo-se a analista de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. 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O disclaimer não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes mais informações estão na aba Disclaimer deste site na guia home.
- Nova recomendação: Essa empresa fez um “milagre” nos resultados do 3T25 e vale muito a sua compra. E hoje a ação abriu uma oportunidade incrível com a queda do mercado!
Esse é um caso que faz o coração de value investor bater mais forte. Prejuízo virando lucro, alavancagem caindo de 4,4x pra 2,38x, margem EBITDA saltando 760 pontos-base, caixa entrando aos montes com venda de ativos non-core, BofA fazendo double upgrade de “venda” pra “compra” MAS OBVIO Q SÓ ASSINANTES ALL IN ONE INVESTE10 TEM O NOME NA MÃO. CLIQUE AQUI PARA ASSINAR A CARTEIRA MAIS EFICIENTE QUE CRIEI EM 20 ANOS DE PROFISSÃO COMO ANALISTA DE INVESTIMENTOS OU CONTINUE LENDO SE É ASSINANTE...
- BUY OPP IMEDIATA – APENAS PARA CLIENTES !!!!
Toda destruída, é assim que ela ficou, exatamente igual a essa foto. Quando vi o fechamento hoje, só pensei: “Pronto, o mercado acabou de nos entregar de bandeja A oportunidade do semestre. ”Enquanto o resto do mundo surtou com receita e EBITDA um tiquinho abaixo do conto de fadas do consenso, quem está dentro da All In One já entendeu perfeitamente o que realmente importa: • Prejuízo virando lucro real • Mais de R$ 105 milhões de caixa livre num trimestre que chamaram de “fraco” • Alavancagem em 1,1x e inadimplência domesticada • Curso mais rentável do Brasil inteiro bombando • Setor inteiro entrando na fase de colheita, com dividendos suculentos já engatilhados para 2026 e 2027 Eu amo quando o mercado faz isso: transforma uma empresa sólida em “lixão” só porque só enxerga três meses à frente É exatamente nesses momentos que se constrói patrimônio de verdade. Quem entende de fundamento já se posicionou e já está sorrindo. Agora a pergunta que não quer calar: você vai ficar só olhando a foto da coitada chorando… ou vai entrar antes que ela pare de chorar e comece a engordar a sua conta? O nome do papel, o relatório completo, o preço-alvo, o tamanho do upside e o timing exato estão dentro da All In One. A porta está aberta, mas não fica assim pra sempre. Tem vezes que não dá pra entender o sr. Mercado, esse maníaco-depressivo como diria Benjamin Graham… …e que bom, porque é exatamente quando ele surta que a gente lucra de verdade. Te vejo do lado de dentro. (ou não… aí já é escolha sua)
- Acabou a festa Tech? Fluxo migra para geradoras de caixa | O que importa hoje |
O mercado amanhece pesado depois de mais um capítulo na reprecificação do setor de tecnologia. O fluxo mudou — e quando o fluxo muda, o preço muda. A migração é saindo de tech para ações de valor e setores cíclicos. #NASDAQ caiu, principalmente nomes que subiram na febre do #IA. Enquanto isso, Dow Jones #DJI e #SP500 renovaram máximas. Resta saber se é um perfil que vai dominar todo 2026 ou coisa de poucos dias. A mim, não preocupa, a parcela em investimentos internacionais da carteira All In One está TOTALMENTE DIMENSIONADA PARA UMA EVENTUAL ROTAÇÃO O estopim dessa mudança de fluxo foi a Oracle #ORCL: divulgou um balanço fraco, uma receita abaixo do esperado e um recado claro — o mercado pode estar superestimando a velocidade da demanda por IA. O problema é que o backlog de pedidos dela subiu, mas a receita, subiu muito menos. E isso traz duas possibilidades (ruins): 1) Terá que investir muuuuuuito para conseguir suprir a demanda, a um retorno incerto 2) O backlog de pedidos não virará receita real (boa parte dele) O movimento se espalhou rápido. Google #GOOGL e Nvidia #NVDA sentiram o tranco. A pressão continua hoje: A Broadcom #AVGO veio com projeção abaixo do esperado para chips ligados à IA. Mesmo com lucro forte, o discurso cauteloso do CEO derrubou o papel no pré-market. Isso reforça a tese que venho batendo: o mercado começa a separar hype de caixa . No Brasil, o foco é a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE surpreendendo de novo. O setor cresceu 0,3% em outubro e já opera 20,1% acima do pré-pandemia . É força real da economia doméstica — e isso importa para #IBOV. No noticiário corporativo: Sanepar #SAPR11 aprovou plano de R$ 13 bi → impacto direto em infraestrutura. Motiva #MOTV3 venceu o leilão da BR-381 com deságio agressivo. Vivara #VIVA3 troca comando (e isso é positivo! A empresa está se profissionalizando e saindo das garras excessivas da família). Minerva #BEEF3 paga R$ 162 mi em dividendos (mais uma das várias de empresas anunciando todo dia, para fugir do tributo de 10% sobree dividendos que começa em 2026). A Suzano #SUZB3 caiu ontem após divulgar estimativas mais altas de custos para 2027, num ambiente já pressionado pela expansão chinesa na celulose. A empresa reforçou disciplina de capital, mas o mercado sente quando o custo futuro sobe. A VOZ DAS REDES É A VOZ DE… O X amanheceu em modo sirene: #AIisSlowing , #TechDump e #OracleCrash entre os termos mais citados. Traders discutindo se estamos no “momento 1998” da tecnologia — hype demais, caixa de menos. Influenciadores lá fora repetem: “Não é fim do ciclo de IA. É início da cobrança por resultado.” No Brasil, a hashtag do dia é #ServiçosIBGE depois do dado forte do PMS. Outro tópico quente: #Broadcom decepcionando nas projeções de IA. E claro, a clássica: #IBOV160k volta ao radar com fluxo girando para setores de valor. O ponto central deste movimento todo — Oracle derrapando, Broadcom cautelosa, rotação para valor, Nasdaq perdendo força — é que o mercado está começando a separar histórias de crescimento de histórias de geração de caixa . E toda vez que isso acontece, a mesma dinâmica se repete: os ativos dependentes de narrativa sentem mais,enquanto empresas com ciclos reais de resultado começam a ganhar tração silenciosamente. Esse tipo de transição sempre parece caótica no curto prazo, mas costuma ser fértil para quem está com o portfólio calibrado para capturar assimetria e não apenas acompanhar consenso. O investidor que entende essa mudança não tenta prever o próximo candle — tenta entender a rotação . E quando o fluxo muda, é nas bordas do mercado — onde ninguém está olhando — que surgem as melhores janelas de preço. É exatamente esse olhar que faz diferença no longo prazo. Ao mesmo tempo em que vemos o risco claro de inversão de fluxo e realização nas grandes techs…existe uma verdade que ninguém sério em mercado pode ignorar: não dá para ficar de fora da corrida da Inteligência Artificial. Ponto. E é justamente nessas transições — quando o mercado tira dinheiro de um lado e realoca em outro — que surgem as assimetrias mais interessantes . Por isso eu selecionei um ativo que continua barato , apesar de estar totalmente exposto ao crescimento global da IA. Barato de verdade. Daqueles que o mercado ainda não precificou o potencial — mas vai. Se você quiser entender a tese completa e decidir se faz sentido entrar agora, deixei tudo destrinchado no relatório: 👉 RELATÓRIO DO ETF com exposição estratégica à IA NÃO PERCA O TIME DAS OPORTUNIDADES: ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS!COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
- Vai Faltar Ação em 2026? 5 Motivos pro Boom + Exatamente Onde Colocar Seu 13º na PRÁTICA
“Se você deixar o 13º no sofá, alguém mais vai comprar a ação que poderia estar no seu bolso.” (Fensterseifer,2025) Se você acha que 2025 já foi bom… segura essa: 2026 pode ser o ano em que quem ainda deixa dinheiro na renda fixa vai chorar de inveja do vizinho que diversificou. Dinheiro pingando na conta + juros caindo + bolsa com escassez de ações = Estou vendo a combinação mais rara dos últimos 10 anos. Nesse relatório te mostro 5 motivos de porque eu acho que: 2026 SERÁ O ANO DO CRESCIMENTO... e DE FORMA PRÁTICA, vou te mostrar EXATAMENTE onde colocar a grana extra de fim de ano antes que ela perca o timing. (tem que ler até o final para isso, hehe) 2026 tem tudo para ser o ano da colheita: uma injeção relevante de liquidez nas mãos de pessoas físicas + empresas antecipando dividendos + grande chance de início de um ciclo de cortes de juros. Isso cria uma assimetria rara: renda (dividendos) + potencial de valorização (expansão de múltiplos) . ----------------------------------------------------------------------------------------------- Acabamos 2025 com um gostinho de bull market silencioso, que chegou de fininho e meio que levou um balde de água pelo FLAVIO DAY, que derrubou o Ibovespa em 4,31% naquele dia – a maior queda desde 2021. O mercado projetou um risco fiscal elevado nesse dia ... mas nem há mais condições nem idade hábil para isso! Para mim, 2026 pode ser um grande show. ... Vou pontuar tudo que pode dar certo, pois estou “otimista-realista” ou seja otimista sem ser ingênua. Afinal é fácil ficar otimista quando, em vez de das All-In em um ativo ou mercado único, que pode dar errado (Brava #BRAV3 mandou um abraço em 2025), a gente tem uma piscina de diversificação como é a carteira All In One . A ideia hoje é te inspirar e motivar a dar um up no seu portfólio e não te fazer me odiar, então escrevi da maneira mais legal possível. Motivo 1) A Injeção de Dinheiro: Um Tsunami de Liquidez Chegando nas Contas “Dinheiro não cai do céu, mas nesse fim de 2025, pra mim, está parecendo até que sim.” (2025, Fensterseifer) No final de 2025, já estamos vendo uma enxurrada de recursos pingando nas contas dos investidores pessoa física, por conta de tanto dividendo sendo antecipado. (eu escrevi minhas melhores ideias para surfar a antecipação dos proventos aqui: 10 Chances de Renda Extra: O Rally dos SUPER DIVIDENDOS Está Acontecendo AGORA!) Pensa num bolo de cerca de R$ 41 bilhões do FGC sendo distribuídos pela liquidação do Banco Master (até R$ 250 mil por CPF/CNPJ)... ...até R$ 80 bilhões em dividendos extraordinários de empresas que estão antecipando distribuição antes da nova tributação entrar em vigor. ...e ainda R$ 11 bi estimados vencendo no Tesouro Direto. Vou repetir a continha de padaria: Cerca de R$ 41 bilhões do FGC (Banco Master, dados aproximados, sujeitos a ajustes conforme evolução da liquidação) +até R$ 80 bilhões em dividendos extraordinários +R$ 11 bilhões vencendo no Tesouro Direto = mais de R$ 130 bilhões pingando nas contas de PF nos próximos 90 dias É como se o Papai Noel tivesse resolvido despejar tudo de uma vez. Para onde vai esse rio de dinheiro? Boa parte pode voltar direto para a bolsa, alimentando o bull market. Imagina os investidores, com as contas gordas, olhando para ações baratas e pensando: "Por que não?" O investidor brasileiro, que adora uma Renda Fixa gordinha, antevendo a queda da Selic que pode começar agora em janeiro (se ele for esperto ou bem orientado como meus clientes) está começando a tirar o dinheiro do sofá para colocá-lo para trabalhar em algo mais picante . Isso pode impulsionar volumes de negociação, sustentar valuations e criar um ciclo virtuoso. No Brasil, onde a alocação em renda variável ainda é baixa comparada ao resto do mundo, essa realocação da renda fixa para ações pode ser o combustível perfeito. E se você está pensando em diversificar para capturar isso tudo – de ações locais a FIIs e até exterior – é o tipo de estratégia que uma carteira completa, como a All In One, faz com maestria, espalhando o risco enquanto mira o crescimento. Não deixe de consultar a carteira All in One AGORA clicando aqui para maximizar seu crescimento em 2026! Dividendos Extraordinários: O Presente Antecipado Ah, os dividendos... Meu tema favorito, por que quem não ama dinheiro pingando na conta sem esforço? Dividendos "Tributariamente Espertos": As empresas, que de bobas não têm nada, estão antecipando o pagamento de dividendos extraordinários (graças à reforma do Imposto de Renda). A estimativa? Algo entre R$ 42 bilhões e R$ 85 bilhões a mais no seu bolso. É dinheiro que não acaba mais! Empresas estão distribuindo reservas de lucros que somam centenas de bilhões. Parte desse dinheiro volta para a bolsa, sustentando volumes e valuations. É um catalisador perfeito – ações pagadoras de dividendos viram estrelas, e o yield médio do mercado sobe. Se você é do tipo que gosta de empresas de alta qualidade que geram caixa e distribuem bem, captura isso numa carteira diversificada, misturando dividendos com FIIs e renda fixa para equilibrar: 💰 [Veja as Ações para Renda Extra na CARTEIRA MENSAL de Dividendos] Com tanto provento rodando, o mercado ganha fôlego extra, e quem tá posicionado colhe os frutos e folego extra para turbinar os seus aportes antes da queda de juros! Motivo 2: O Bull Market Silencioso Virando uma Festa Barulhenta 2025 já nos mostrou um bull market discreto, sem alarde, mas entregou resultado com o Ibov subindo 33% no ano até agora e bateu recorde em cima de recorde nos últimos dias!!! O Ibovespa subiu 7% em dólares (dados de novembro) Não é brincadeira não!! Mesmo assim, a bolsa brasileira ainda não está hypada, não é o centro das conversas... As small caps ainda sobem “só” 33% no ano - e isso ainda as deixa extremamente baratas quando comparadas ao histórico. (e que bom! ainda temos mais de 70% de upside na nossa carteira de small caps, confere aqui). Enquanto o mercado global (ações de tecnologia) ainda são as manchetes o Brasil subiu muito, mas não ganhou as capas de revista (que bom, quando chega em determinadas capas é hora de vender) Por quê em 2026 pode ir mais? 1. melhora nas expectativas de juros com Selic podendo cair daqui a 1 mês 2. resultados sólidos das empresas no 3T25 3. múltiplos AINDA BAIXOS de negociação P/L (preço/lucro) e EV/Ebitda 4. "trade eleitoral" se aproximando. Para 2026, isso pode virar uma festa barulhenta pois historicamente, ciclos de afrouxamento monetário no Brasil impulsionam a bolsa em média 39% Motivo 3) Brasil e EUA estão dançando tango juntos na queda de juros Não é à toa que rolou uma química entre o Trump e o Lula. O que torna 2026 um ano potencialmente explosivo é o alinhamento planetário (ou melhor, monetário): teremos juros caindo no Brasil e, com uma probabilidade enorme, juros caindo nos EUA (o Federal Reserve iniciando seu ciclo de corte). E Política monetária é o motor invisível dos investimentos. Historicamente, quando os EUA cortam juros, as ações brasileiras entregam um retorno médio de +41% nos 12 meses seguintes. (estudo de mercado amplamente divulgado) Por quê? Juros baixos lá fora enfraquecem o dólar , aumentam a liquidez global e fazem o investidor gringo sentir aquele apetite por risco de mercado emergente (leia-se: Brasil). Ou seja, o gringo vai começar a achar a nossa renda fixa sem graça e vai redescobrir o nosso mercado de ações. Aqui, o Banco Central brasileiro ganha confiança na desinflação: IPCA benigno, núcleos moderando, atividade resiliente. Cenário base: cortes começam em março, seis reduções de 50 bps, Selic fechando em 12%. Isso comprime taxas reais, melhora valuations e atrai realocação da renda fixa para variável. Historicamente, isso é ouro para a bolsa: menor taxa de desconto e fluxos positivos. Setores sensíveis a juros, como small caps brilham. 💎 Minhas Small Caps preferidas: ACESSE A CARTEIRA DE SMALL CAPS E MICROCAPS (Quem me acompanha ao longo destes 20 anos como analista de investimentos sabe que Small Caps são meu bicho preferido, e não podia ser diferente, como não amar um tipo de ação que as vezes sobe mais de 500%?) Motivo 4) baixíssima alocação no Brasil com bancos gringos ficando mais otimistas em nós! Imagine o ecossistema de investimentos doméstico, com alocação baixa em ações, finalmente migrando – volumes sobem, emissões corporativas aumentam, AUM (assets under management ou patrimônio sob gestão) cresce e aumenta a demanda por ações, que as fazem geralmente aumentar de preço. Nos EUA, cortes do Fed reforçam: dólar mais fraco, liquidez global, apetite por emergentes. Brasil, com beta alto, beneficia desproporcionalmente. É o combo perfeito para otimismo: juros caindo aqui e lá fora, impulsionando ações Na América Latina, Brasil combina valuations atrativos com crescimento de lucros acima da média global. Earnings yield alto, expectativas sólidas – melhor que México ou Chile em alguns aspectos. Isso sustenta performance regional, com Brasil liderando retornos em dólares Motivo 5) “Vai faltar ação” Como o Keleti vem martelando na Fintwit: ‘Vai faltar ação mesmo!’ 2026 pode ser o ano em que a bolsa vira VIP: só entra quem já tá dentro. Muitas empresas aproveitaram só preços deprimidos da última crise no mercado, nesses últimos anos de bolsa em baixa e juros em alta para comprar suas ações por preços de pechincha e fechar capital. Foi uma debandada silenciosa que começou lá em 2023 e virou avalanche em 2024-2025 Desde 2023, 33 empresas deram no pé da bolsa brasileira – e 2025 nem acabou. Desde 2021, tivemos zero IPOs novos – uma seca histórica de quase 4 anos, pior início de ano em uma década em 2025 É como se a moda agora fosse o "take private" - que ocorre em bolsa em baixa, com ações baratas - em vez de "vamos pra festa da abertura de capital". – Que o corre quando a bolsa está valorizada e as empresas aproveitam para vender por altos preços suas ações. Não preciso nem dizer que você deve comprar quando as empresas também estão aproveitando preços baixos para fechar capital como agora e não quando estão vendendo em IPOs ne ..., mas isso é conversa para outra hora Em 2025 sozinho, já foram pelo menos dez saídas confirmadas, e o ano nem acabou. valuations deprimidos que fazem o controlador pensar: " Melhor eu recomprar isso enquanto o mercado não está olhando”. Exemplos de empresas que saíram da bolsa recentemente, nessa toada, são muitos: Neoenergia #NEOE3, Santos Brasil #STBP3, Carrefour #CRFB3, ClearSale #CLSA3, Kora Saúde #KRSA3, Eletromídia #ELMD3 Agora, o pulo do gato: Com menos ações circulando (free float encolhendo, recompras pipocando – mais de 100 programas em 2024!), quando o dinheiro voltar para bolsa em 2026 – e ele vai, com juros caindo e liquidez global –, pode sim rolar uma espécie de squeeze de oferta. Imagina: o fluxo estrangeiro (que já tá voltando devagarinho) e o PF brasileiro, sedento por yields melhores que a renda fixa mixuruca, correndo atrás de papéis que... sumiram. Resultado? Múltiplos podem explodir, valuations subir, e quem tá posicionado em small caps, dividendos ou o que sobrou de qualidade ri por último. É o clássico "escassez cria valor". Mas enquanto os gestores da Fintwit batem no peito gritando "Eu avisei!", o resto de nós pode usar isso pra diversificar esperto. Uma carteira All-in-One , que espalha o risco por ações locais (o que ainda tem), FIIs (que não somem fácil ), small caps subvalorizadas e até um tico de exterior pra hedgear o show nacional, é o antídoto. No Investe10, a gente tem materiais que destrincham isso tudo – dá uma olhada e veja como transformar essa "falta de ação" em superávit no seu bolso. Tudo isso inspira: 2026 pode ser o ano de setores cíclicos e defensivos andarem de mãos dadas Por Que Investir Agora? Pois 2026 não é só números – é oportunidade. Com bull market possivelmente ganhando força, liquidez abundante, juros caindo e dividendos fluindo, o Brasil emerge como destaque entre emergentes. Mercados conscientes de fiscal melhoram títulos de dívida, e ações seguem descontadas. Para capturar, diversifique – ações, FIIs de infra, exterior – e veja o crescimento acontecer. Para quem quer otimismo e diversificação REAL uma carteira como a All In One , que cobre dividendos, small caps, exterior, FIIs, Fi-infra e renda fixa, é o caminho para capturar o crescimento sem sustos. Mas... E o que Pode Dar Errado? "Investimentos são como namoro: cheios de altos e baixos" (Fensterseifeifer,2025) A bolsa brasileira em 2026 será num parque de diversões, mas com montanha-russa, com certeza, pelas eleições. Tem uma expressão famosa no mercado que diz: “Vol. é Vida” e eu concordo com ela. É na volatilidade que encontramos as melhores oportunidades de surfar. Riscos são: a reaceleração inflacionária ou pacote fiscal maior que o esperado pressiona juros e câmbio, adiando cortes. Saídas de fluxos, resgates em fundos, estrangeiros fugindo. Eleições e volatilidade – pleito competitivo pode criar incerteza fiscal pós-2027. Desaceleração global, defasagem de tarifas, ou Fed mais cauteloso mantém condições apertadas. Tudo isso dito: 2026 é um ano para ser otimista, mas não (E NUNCA) ingênuo. Mas com diversificação, você mitiga esses riscos e foca no upside. Lembre-se: em investimentos NADA é garantia de nada Vamos crescer em 2026? Eu aposto que sim. Com inflação caindo e juros em queda, entramos no regime macro mais favorável para ações: baixa inflação com política monetária expansionista. Isso equilibra expansão de múltiplos, crescimento de lucros e dividend yields. E o valuation? Ainda atrativo, negociando a cerca de 9x P/L projetado. O que pode dar certo em 2026 — quadro detalhado (Imagine cada item como uma vela que acende o mercado) 1. Empresas convertem reservas em dividendos e parte do dinheiro volta pra bolsa. Efeito: sustenta valuation, gera recompras e reduz oferta livre — pressiona preço pra cima. 2. Cortes de juros começam e viram sinal claro de “regime novo”. Efeito: compressão das taxas reais → expansão de múltiplos; bond-proxies e bancos/mercado de capitais respiram. 3. Fluxo internacional mais favorável. Efeito: câmbio estabiliza, pode reduzir prêmio de risco e atrair mais estrangeiro. 4. Resultados corporativos seguem resilientes. Efeito: com margens firmes e desalavancagem, empresas pagam mais e validam múltiplos maiores. 5. Eleitoral com desfecho sem choque fiscal ruim. Efeito: incentiva risco; se o mercado interpretar a eleição como menos traumática, teremos um fluxo adicional de confiança. 6. Rotação setorial saudável (valor + dividendos + small caps) Efeito: quem entrou tarde em 2025 tem espaço para subir; dispersão aumenta o número de oportunidades. Estratégia prática — o que eu faria com a renda extra que cai no final do ano (passo a passo, direto) para aproveitar esse cenário Alocar 30% da parcela de risco da renda extra do fim do ano em small caps - aqui mora a assimetria; precificação com risco elevado, retornos acumulados enormes se a narrativa se normalizar. As ações indicadas para isso estão aqui! 15% da renda extra do fim do ano em exposição internacional (ETFs ou instrumentos locais com dólar) — proteção e oportunidade se emergentes tiverem rotação. Os ativos indicados para isso estão aqui! O resto da renda extra? Deixa em Renda fixa com LIQUIDEZ DIÁRIA (pós indexada, que segue a Selic) para aproveitar a montanha russa de volatilidade que a política nos proporcionará ano que vem — manter parte conservadora para aproveitar volatilidade e reentradas. Observação: tudo depende do seu perfil. Se quiser que eu monte a sua All In One personalizada (exatamente com os % certos pro seu perfil e patrimônio), ainda tenho as últimas 3 vagas de consultoria pra 2026 – só pra quem tem acima de R$ 1 milhão pra cuidar.Me chama no Whats clicando aqui antes que esgote de vez. Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! assinante Clique aqui para o fechamento de hoje das recomendações Gostou do conteúdo ? Compartilhe ! CLIQUE AQUI E RECEBA O MELHOR MATERIAL DE INVESTIMENTOS NO SEU E-MAIL Entre no nossos grupos gratuitos , clicando nos links : Whatsapp aqui ou Telegram aqui! Assine agora e mude o rumo da sua vida financeira! ASSINE AQUI E COM ESTE LINK: Investe10 All In One A assinatura All In One é mais do que um serviço de investimento: é um parceiro na sua jornada. Com ela, você terá a confiança e as ferramentas para alcançar seus objetivos financeiros. 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Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários(de investimento) O site www.Investe10.com.br foi desenvolvido com objetivo de divulgar as análises sobre valores mobiliários elaboradas pela Analista de Valores Mobiliários autônoma Cristiane Fensterseifer pessoa natural, nos termos da Resolução CVM Nº 20/2021, conforme estabelecido no art. 3º, inc. I da referida resolução, não se constituindo assim, como casa de análise/pessoa jurídica O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório (“Analistas de investimento”), declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma 1. 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- Pânico vende, estratégia ganha: meus clientes compraram na queda de sexta — e hoje uma das recomendações já sobe mais de 4%
Pânico vende, estratégia ganha: Quem agiu com calma na sexta comprou no fundo: uma das minhas indicações que comentei para comprar no Telegram durante a crise de sexta já dispara +4% hoje Ativos locais devem corrigir após Flávio Bolsonaro sugerir “preço” para desistir da candidatura. #IBOV #Dólar + #Focus • Projeções do #IPCA seguem cedendo: 2025 → 4,40% | 2026 → 4,16%. + #PetroReconcavo #RECV3: produção de 25,1 mil boepd em nov. (+1% m/m). + #LWSA #LWSA3 aprova duas reduções de capital somando R$ 423,7 m + #Datafolha: avaliação do governo Lula segue estável • Ótimo/bom: 32% • Regular: 30% • Ruim/péssimo: 37% + #Lula mantém vantagem em cenários simulados contra #Flávio #Bolsonaro e #Tarcísio. #Política + #Ambipar #AMBP3 - Após alta de mais de 800% mesmo em recuperação judicial, a CVM leva caso à área sancionadora e deve instaurar inquérito + #Copasa #CSMG3 : Acordo com BH viabiliza aditivo contratual, tarifa única e extensão do contrato até 2073. + #PETZ #PETZ3 Cade julga na quarta a fusão que criaria empresa de R$ 7 bi. Entidades apontam risco de concentração, preços maiores e impacto em pet shops de bairro. A diferença aparece justamente nas horas em que o mercado entra em histeria. Enquanto muita gente zerou posição no pânico de sexta-feira, quem segue meu método entrou comprando ativos de qualidade com desconto . Resultado? Já nesta segunda, uma das recomendações avança mais de 4% , validando exatamente aquilo que ensino todos os dias: não existe atalho — existe estratégia. O investidor que age com emoção compra caro e vende barato. O investidor que age com método compra nos momentos de estresse e colhe na volta do mercado. E este movimento ainda não acabou. Estamos em um ambiente cheio de volatilidade, distorções e assimetrias — o terreno perfeito para quem sabe identificar oportunidades antes da manada voltar correndo para comprar mais caro. Se você ainda sente que perde timing, entra tarde, ou compra no momento errado, é porque está faltando processo . E é exatamente isso que entrego no All In One: orientação diária, operações guiadas e leitura clara do mercado — para você parar de reagir e começar a antecipar . Se a queda de sexta te assustou, você está operando sem método. Se a queda de sexta te fez ganhar dinheiro hoje, você está no caminho certo. Vem comigo. --- NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!
















































