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  • Atenção! Recomendo venda desta ação

    Relatório de Recomendação de Venda

  • Melhores Fundos Imobiliários para Iniciantes

    vou te mostrar os caminhos para escolher os melhores fundos imobiliários para iniciantes com dicas práticas e exemplos que vão facilitar sua jornada. Por que para iniciantes. Os fundos imobiliários (FIIs) são muito populares entre investidores que estão começando. A resposta é simples: eles oferecem uma forma acessível de investir no mercado imobiliário sem precisar comprar um imóvel inteiro. Além disso, os FIIs pagam rendimentos mensais, o que é ótimo para quem busca uma renda passiva. Os fundos imobiliários também têm liquidez, ou seja, você pode comprar e vender suas cotas na bolsa de valores com facilidade. Isso dá uma flexibilidade que o investimento direto em imóveis não oferece. Vantagens para quem está começando Baixo valor inicial : você pode começar com poucos reais. Diversificação : ao comprar cotas, você investe em vários imóveis ao mesmo tempo. Rendimentos mensais : muitos FIIs distribuem lucros regularmente. Gestão profissional : especialistas cuidam dos imóveis para você. Esses pontos fazem dos fundos imobiliários uma excelente porta de entrada para o mercado financeiro, especialmente para quem quer aprender e crescer com segurança. Como escolher fundos imobiliários para iniciantes? 1. Entenda o tipo de fundo Existem vários tipos de fundos imobiliários, como: Fundos de tijolo : investem diretamente em imóveis físicos, como shoppings, galpões logísticos e prédios comerciais. Fundos de papel : investem em títulos de dívida imobiliária, como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Fundos híbridos : misturam imóveis físicos e títulos de dívida. Para quem está começando, os fundos de tijolo costumam ser mais fáceis de entender, pois você visualiza o ativo que está por trás do investimento. 2. Avalie a qualidade dos imóveis e localização A localização dos imóveis é fundamental para garantir a valorização e a ocupação dos espaços. Prefira fundos que invistam em imóveis bem localizados, em regiões com boa infraestrutura e potencial de crescimento. 3. Analise o histórico de rendimentos Olhe para o histórico de distribuição de rendimentos do fundo. Fundos que pagam rendimentos consistentes e crescentes são mais confiáveis para quem busca renda passiva. 4. Verifique a liquidez A liquidez indica a facilidade de comprar e vender as cotas. Fundos com maior liquidez são mais interessantes para iniciantes, pois permitem entrar e sair do investimento com menos dificuldade. 5. Cuidado com a taxa de administração Taxas muito altas podem corroer seus ganhos. Prefira fundos com taxas justas e que ofereçam uma boa gestão. 6. Conheça o gestor do fundo Um bom gestor faz toda a diferença. Pesquise sobre a reputação e experiência da equipe que administra o fundo. Seguindo esses passos, você estará mais preparado para escolher fundos imobiliários que realmente valem a pena. Quanto eu preciso ter para ganhar R$ 5.000 por mês com fundos imobiliários? Essa é uma pergunta que muita gente me faz, e eu entendo o motivo. Quem não quer garantir uma renda extra ou até mesmo substituir o salário com os rendimentos dos FIIs? Vamos fazer as contas juntos. Suponha que você encontre um fundo imobiliário que pague, em média, 0,7% ao mês de rendimento sobre o valor investido. Para ganhar R$ 5.000 por mês, basta dividir o valor desejado pela taxa mensal: Valor necessário = R$ 5.000 / 0,007 = R$ 714.285,71 Ou seja, você precisaria investir cerca de R$ 714 mil para receber R$ 5.000 mensais, considerando essa taxa de rendimento. Mas atenção: essa é uma estimativa simples. Os rendimentos podem variar, e é importante diversificar para reduzir riscos. Além disso, reinvestir os dividendos pode acelerar o crescimento do seu patrimônio. Se você está começando com menos dinheiro, não desanime! O importante é dar o primeiro passo e ir aumentando o investimento com o tempo. Exemplos práticos de fundos imobiliários para iniciantes Para facilitar ainda mais, vou citar alguns exemplos de fundos imobiliários que costumam ser indicados para quem está começando. Lembre-se: sempre faça sua própria pesquisa antes de investir. Fundo de Tijolo - Shopping Centers Esses fundos investem em shoppings, que geralmente têm contratos de aluguel longos e estáveis. São uma boa opção para quem quer segurança e rendimentos constantes. Fundo Logístico Com o crescimento do e-commerce, os galpões logísticos estão em alta. Fundos que investem nesse segmento podem oferecer bons retornos e valorização. Fundo de Papel - CRIs Se você quer diversificar, os fundos de papel são interessantes. Eles investem em títulos de dívida imobiliária, que pagam juros periódicos. Fundos Híbridos Misturam imóveis físicos e títulos, buscando equilibrar risco e retorno. Esses exemplos são um ponto de partida para você entender as opções disponíveis no mercado. Dicas para investir com segurança e eficiência Investir em fundos imobiliários é uma jornada, e como toda jornada, exige cuidado e aprendizado. Aqui vão algumas dicas que uso e recomendo: Estude sempre : o mercado muda, e estar informado faz toda a diferença. Diversifique : não coloque todo seu dinheiro em um único fundo. Tenha paciência : investimentos imobiliários são para médio e longo prazo. Reinvista os rendimentos : isso ajuda a acelerar o crescimento do seu patrimônio. Use corretoras confiáveis : para garantir segurança nas operações. Acompanhe o mercado : notícias e análises ajudam a tomar decisões melhores. Seguindo essas orientações, você estará no caminho certo para construir uma carteira sólida e rentável. Seu próximo passo para investir em fundos imobiliários Se você quer começar a investir com segurança e eficiência, eu recomendo que você dê uma olhada nos melhores fundos imobiliários para COMPRAR HOJE que selecionei. Eles são uma ótima porta de entrada para o mercado, com boa liquidez, rendimentos consistentes e gestão profissional. Lembre-se: o mais importante é começar. Não espere o momento perfeito, porque ele pode nunca chegar. Com conhecimento, disciplina e estratégia, você pode transformar seus investimentos em uma fonte de renda e crescimento patrimonial. Quer saber mais? Continue acompanhando meus conteúdos para receber dicas práticas e atualizadas sobre o mercado financeiro e investimentos. Até a próxima! Melhores Fundos Imobiliários para Iniciantes

  • OPORTUNIDADE IMEDIATA URGENTE - AÇÃO COM 120% DE POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO NO VALUATION ATUALIZADO

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  • Invista com Confiança com a Investe10

    Investir pode parecer um desafio enorme, não é mesmo? Eu sei bem como é essa sensação de insegurança, dúvidas e até medo de perder dinheiro. Mas e se eu te dissesse que é possível investir com confiança, de forma simples e eficiente? Hoje, quero compartilhar com você um caminho que tem me ajudado a entender melhor o mercado financeiro e a tomar decisões mais inteligentes: o Investe10. Vamos juntos nessa jornada? Por que investir com confiança é essencial? Você já parou para pensar que a confiança é a base de qualquer investimento bem-sucedido? Sem ela, qualquer oscilação do mercado vira motivo para pânico e decisões precipitadas. Eu mesma já passei por isso. A diferença é que, com o tempo, aprendi a construir uma base sólida de conhecimento e a usar ferramentas que me dão segurança para agir com calma e estratégia. Investir com confiança significa entender onde você está colocando seu dinheiro, quais são os riscos e as oportunidades, e ter um plano claro para alcançar seus objetivos. Não é sobre sorte, é sobre preparo. E isso faz toda a diferença na hora de multiplicar seu patrimônio. Quer um exemplo prático? Imagine que você quer investir em ações de empresas pequenas, as famosas small caps. Elas têm um potencial enorme de crescimento, mas também são mais voláteis. Se você não estiver confiante, qualquer queda pode te assustar e fazer você vender na hora errada. Com conhecimento e uma boa estratégia, você sabe que essas oscilações fazem parte do jogo e pode aproveitar as oportunidades para comprar mais barato. Analisando gráficos de ações para investir com confiança Como construir essa confiança para investir? A confiança não nasce do nada. Ela vem do aprendizado, da prática e do uso de ferramentas que facilitam a sua vida. Eu sempre digo: investir não precisa ser complicado, mas precisa ser feito com inteligência. Aqui vão algumas dicas que me ajudaram e que podem ajudar você também: Estude o básico : Entenda os conceitos fundamentais do mercado financeiro, como ações, dividendos, renda fixa, risco e retorno. Defina seus objetivos : Quer multiplicar seu patrimônio? Ter uma renda extra com dividendos? Saber para onde está indo o seu dinheiro é crucial. Diversifique seus investimentos : Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Isso ajuda a reduzir riscos. Use ferramentas confiáveis : Plataformas que oferecem análises, recomendações e acompanhamento em tempo real. Tenha paciência e disciplina : O mercado é volátil, mas o tempo é seu aliado. E é aqui que o Investe10 entra como um grande aliado. Ele foi criado para simplificar o mundo dos investimentos, trazendo informações claras, análises precisas e estratégias que funcionam para quem quer investir de forma arrojada e eficiente. O que é a Investe10? Você já ouviu falar do Investe10? Se ainda não, deixa eu te explicar. O Investe10 é uma plataforma que reúne conhecimento, análises e dicas para quem quer investir melhor. O diferencial? Ela é feita por quem entende do mercado, com experiência real e sem conflito de interesses. Eu, Cristiane Fensterseifer, com 20 anos de experiência nos maiores bancos e corretoras do Brasil, atuo de forma independente para ajudar você a tomar decisões inteligentes. O Investe10 é a minha forma de ser a sua bússola no mercado financeiro. Na prática, o Investe10 oferece: Análises detalhadas de ações e small caps Dicas para otimizar seus rendimentos com dividendos Estratégias para investir de forma arrojada e segura Conteúdos didáticos para investidores iniciantes e experientes Tudo isso com uma linguagem simples, direta e próxima, para que você se sinta confortável e confiante em cada passo. Consultando relatórios financeiros para decisões de investimento Como usar o Investe10 para multiplicar seu patrimônio? Agora que você já sabe o que é o Investe10, vamos falar sobre como usar essa ferramenta para realmente fazer seu dinheiro crescer. Não basta só ter acesso à informação, é preciso saber aplicá-la. Aqui estão algumas estratégias práticas que você pode adotar: Acompanhe as recomendações e análises : O Investe10 traz insights sobre quais ações estão com bom potencial, especialmente aquelas que pagam bons dividendos ou têm crescimento promissor. Monte uma carteira diversificada : Use as dicas para equilibrar investimentos em ações, small caps e outros ativos. Reinvista os dividendos : Essa é uma forma poderosa de acelerar o crescimento do seu patrimônio. Esteja atento às tendências do mercado : O Investe10 ajuda você a entender o cenário econômico e a ajustar sua carteira conforme necessário. Aprenda com os conteúdos didáticos : Quanto mais você entender, mais confiante vai ficar para tomar decisões arrojadas. Lembre-se: investir é uma maratona, não uma corrida de velocidade. Com paciência e as ferramentas certas, você pode alcançar resultados incríveis. Dicas para otimizar seus investimentos e evitar erros comuns Investir pode ser uma aventura, mas também pode ser uma armadilha se você não tomar cuidado. Eu já vi muita gente cometer erros que poderiam ser evitados com um pouco mais de informação e planejamento. Aqui vão algumas dicas para você não cair nessas armadilhas: Não siga a manada cegamente : Só porque todo mundo está comprando uma ação, não significa que é a melhor escolha para você. Evite decisões baseadas em emoções : O medo e a ganância são inimigos do investidor racional. Não ignore os custos : Taxas de corretagem, impostos e outros custos podem impactar seus rendimentos. Tenha um plano de saída : Saiba quando vender, seja para realizar lucro ou limitar prejuízo. Atualize-se sempre : O mercado muda rápido, e quem fica parado fica para trás. Com o Investe10, você tem acesso a informações que ajudam a evitar esses erros e a investir com mais segurança. Seu próximo passo para investir com confiança Agora que você já sabe a importância de investir com confiança, como construir essa confiança, o que é o Investe10 e como usá-lo para multiplicar seu patrimônio, está na hora de agir. Não deixe para depois o que pode transformar seu futuro financeiro hoje. Comece a estudar, planejar e usar as ferramentas certas. O mercado financeiro está cheio de oportunidades para quem está preparado. Se quiser, pode conhecer mais sobre a carteira ALL in ONE do Investe10 e descobrir como essa plataforma pode ser a sua parceira nessa jornada. Investir com confiança é possível, e eu estou aqui para ajudar você a chegar lá. Vamos juntos? Espero que este conteúdo tenha sido útil para você. Lembre-se: o conhecimento é o seu maior aliado para conquistar a liberdade financeira. Até a próxima!

  • Escolha Ações Baratas com Alto Potencial: Seu Guia para Ações Promissoras

    Investir em ações pode parecer um desafio, especialmente quando o mercado está cheio de opções. Mas e se eu te dissesse que é possível encontrar ações promissoras que custam pouco e têm grande potencial de valorização? E eu vou te mostrar como identificar essas oportunidades para que você possa multiplicar seu patrimônio de forma inteligente e arrojada. Por que investir em ações promissoras? Você já parou para pensar por que algumas ações, mesmo sendo baratas, conseguem crescer muito em pouco tempo? A resposta está no potencial de crescimento da empresa por trás dessas ações. Muitas vezes, o mercado ainda não percebeu o valor real dessas companhias, o que cria uma oportunidade única para quem sabe analisar e investir com estratégia. Investir em ações promissoras é como plantar uma árvore: você precisa escolher a muda certa, cuidar dela e esperar o momento certo para colher os frutos. E o melhor: essas ações podem ser uma forma de diversificar seus investimentos, equilibrando risco e retorno. Mas atenção: nem toda ação barata é uma boa oportunidade. É preciso olhar além do preço e entender o que está por trás daquele valor. Escolher small caps e ações de alto potencial é a especialidade da analista CNPI Cristiane Fensterseifer, do site www.investe10.com.br Como identificar ações promissoras? Para escolher ações promissoras, é fundamental analisar alguns pontos-chave que indicam o potencial de valorização. Aqui estão os principais critérios que eu uso e recomendo: Saúde financeira da empresa Verifique o balanço patrimonial, fluxo de caixa e endividamento. Empresas com boa gestão financeira tendem a superar crises e crescer de forma sustentável. Setor em crescimento Prefira setores que estão em expansão ou que têm potencial de inovação, como tecnologia, energia renovável e saúde. Gestão competente Uma equipe de liderança experiente e transparente é um ótimo sinal. Pesquise o histórico dos executivos e a reputação da empresa no mercado. Valuation atrativo Use indicadores como P/L (Preço sobre Lucro) e P/VPA (Preço sobre Valor Patrimonial) para entender se a ação está barata em relação ao seu valor real. Potencial de inovação e expansão Empresas que investem em inovação e têm planos claros de expansão costumam apresentar crescimento consistente. Volume e liquidez Prefira ações com boa liquidez para facilitar a compra e venda sem grandes variações de preço. Seguindo esses passos, você estará mais preparado para identificar aquelas ações que realmente têm potencial para crescer e gerar bons retornos. Quais ações têm potencial de valorização? Agora que você sabe o que observar, vamos falar sobre quais tipos de ações costumam ter esse potencial. Geralmente, as chamadas small caps são as queridinhas dos investidores que buscam crescimento acelerado. Essas empresas têm valor de mercado menor, mas podem se tornar gigantes no futuro. Além das small caps, algumas empresas em setores tradicionais que estão passando por transformação digital ou inovação também podem surpreender. Por exemplo, companhias do setor financeiro que adotam tecnologia para melhorar serviços ou empresas de energia que investem em fontes renováveis. Outro ponto importante: fique de olho em ações que pagam dividendos consistentes. Elas podem não ter uma valorização explosiva, mas oferecem uma renda passiva que ajuda a compor seu rendimento total. Lembre-se: o segredo está em diversificar e balancear seu portfólio entre ações de crescimento e ações de valor. Escolher small caps e ações de alto potencial é a especialidade da analista CNPI Cristiane Fensterseifer, do site www.investe10.com.br Como montar uma carteira com ações baratas e potencial de valorização? Montar uma carteira eficiente é uma arte que combina análise, estratégia e paciência. Aqui vão algumas dicas práticas para você começar: Defina seu perfil de investidor Entenda seu apetite por risco e horizonte de investimento. Isso vai guiar suas escolhas. Diversifique Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Misture ações de diferentes setores e tamanhos. Estabeleça metas claras Saiba o que você espera alcançar com seus investimentos: crescimento, renda, segurança. Acompanhe o mercado regularmente O mercado muda rápido. Esteja atento às notícias e resultados das empresas. Use ferramentas de análise Plataformas de investimento oferecem gráficos, indicadores e relatórios que facilitam a decisão. Tenha disciplina Evite decisões impulsivas baseadas em emoções. Invista com calma e estratégia. Seguindo essas orientações, você estará no caminho certo para construir uma carteira sólida e com potencial de valorização. Evite erros comuns ao investir em ações baratas Investir em ações baratas pode ser tentador, mas cuidado para não cair em armadilhas. Aqui estão alguns erros que eu vejo com frequência e que você deve evitar: Comprar só porque a ação está barata Preço baixo não significa valor baixo. Analise o motivo do preço estar assim. Ignorar o cenário econômico Crises e mudanças regulatórias podem impactar fortemente o desempenho das ações. Não diversificar Concentrar tudo em poucas ações aumenta o risco. Ficar preso ao prejuízo Se a empresa não mostra sinais de recuperação, é melhor rever a posição. Seguir dicas sem análise própria Informação é poder, mas só se for bem usada. Lembre-se: investir é um processo de aprendizado contínuo. Quanto mais você se informar, melhores serão suas decisões. Hora de agir: transforme conhecimento em resultados Agora que você já sabe como identificar e escolher ações promissoras, está na hora de colocar tudo em prática. Lembre-se que o mercado financeiro é dinâmico e exige atenção constante, mas com disciplina e estratégia, você pode alcançar resultados incríveis. Se quiser dar um passo além, recomendo que você explore as ações baratas com potencial de valorização que selecionei para você. São oportunidades reais para quem quer investir de forma inteligente e arrojada. Não deixe para amanhã o que pode começar hoje. Seu futuro financeiro agradece! Investir em ações promissoras é uma jornada que exige estudo, paciência e coragem. Mas com as ferramentas certas e uma boa orientação, você pode transformar seu patrimônio e conquistar a independência financeira que sempre sonhou. Vamos juntos nessa caminhada?

  • Investe10: Sua Melhor Escolha para um Investimento Seguro e Eficaz

    Com tantas opções, termos técnicos e riscos, fica difícil saber por onde começar ou como melhorar os resultados. Eu entendo bem essa sensação, porque já estive no seu lugar. Mas a boa notícia é que existe um caminho claro para quem quer investir com segurança e eficácia, sem complicação. E é exatamente sobre isso que quero falar hoje: como o Investe10 pode ser a sua melhor escolha para multiplicar seu patrimônio e alcançar seus objetivos financeiros. Por que escolher um investimento seguro e eficaz? Você já parou para pensar o que realmente significa investir com segurança? Não é só evitar riscos, mas sim saber como gerenciá-los para que seu dinheiro cresça de forma consistente. Um investimento eficaz é aquele que combina bom retorno com controle de riscos, alinhado ao seu perfil e objetivos. Imagine que você quer investir em ações, small caps ou dividendos, mas não sabe exatamente onde colocar seu dinheiro para ter o melhor rendimento. Ou talvez você já tenha experiência, mas quer otimizar sua carteira para multiplicar seu patrimônio de forma arrojada, sem perder o controle. É aí que entra a importância de uma estratégia bem estruturada e de uma plataforma confiável. O mercado financeiro pode ser um terreno fértil para quem sabe plantar, mas também pode ser perigoso para quem não tem um mapa. Por isso, investir com segurança e eficácia é fundamental para evitar perdas desnecessárias e garantir que seu dinheiro trabalhe a seu favor. O investe10 ajuda você a tomar as melhores decisões de investimento O que é investe10? Se ainda não, prepare-se para conhecer uma ferramenta que vai transformar sua forma de investir. O Investe10 é uma plataforma que oferece uma abordagem simples, prática e eficiente para quem quer investir no mercado financeiro com segurança. Mas o que torna o Investe10 diferente? Primeiro, ele foi criado para atender tanto investidores iniciantes quanto experientes, com conteúdos e ferramentas que facilitam a tomada de decisão. Segundo, ele oferece análises detalhadas, recomendações personalizadas e acompanhamento constante do mercado, tudo isso sem complicação. Eu, Cristiane Fensterseifer, com 20 anos de experiência nos maiores bancos e corretoras do Brasil, atuo de forma independente para simplificar o mundo dos investimentos. E posso garantir: o Investe10 é uma bússola que ajuda você a navegar com confiança, evitando armadilhas e aproveitando as melhores oportunidades. Se você quer investir em ações, small caps, dividendos ou qualquer outro ativo, o Investe10 oferece o suporte necessário para que você faça escolhas inteligentes e maximize seus ganhos. O investe10 ajuda você a tomar as melhores decisões de investimento Como o Investe10 ajuda a multiplicar seu patrimônio? Agora que você já sabe o que é o Investe10, vamos falar sobre como ele pode ajudar você a multiplicar seu patrimônio. A resposta está na combinação de conhecimento, estratégia e acompanhamento. 1. Conhecimento acessível e prático O Investe10 oferece conteúdos didáticos, com explicações claras e exemplos reais. Nada de jargões complicados ou textos longos demais. Você aprende o que precisa para tomar decisões seguras, seja sobre ações, small caps ou dividendos. 2. Estratégias personalizadas Cada investidor tem um perfil e objetivos diferentes. O Investe10 entende isso e ajuda você a montar uma carteira que combine segurança e potencial de crescimento, respeitando seu apetite por risco. 3. Acompanhamento constante O mercado muda o tempo todo. Por isso, o Investe10 oferece atualizações e análises frequentes para que você possa ajustar sua estratégia e aproveitar as melhores oportunidades. 4. Ferramentas práticas Com o Investe10, você tem acesso a ferramentas que facilitam o monitoramento dos seus investimentos, simuladores e alertas que ajudam a tomar decisões no momento certo. Tudo isso junto faz com que investir deixe de ser um bicho de sete cabeças e se torne uma atividade prazerosa e lucrativa. Dicas práticas para começar a investir com o Investe10 Se você está pronto para dar o primeiro passo, aqui vão algumas dicas que vão facilitar sua jornada: Defina seus objetivos : Quer renda extra, aposentadoria tranquila ou multiplicar seu patrimônio? Saber isso ajuda a escolher os investimentos certos. Conheça seu perfil de risco : Você é conservador, moderado ou arrojado? Isso influencia na composição da sua carteira. Comece com o que você entende : Invista em setores e ativos que você conhece ou que o Investe10 recomenda com base em análises confiáveis. Diversifique : Não coloque todos os ovos na mesma cesta. A diversificação reduz riscos e aumenta as chances de retorno. Acompanhe regularmente : Use as ferramentas do Investe10 para monitorar seus investimentos e fazer ajustes quando necessário. Estude sempre : O mercado financeiro está em constante evolução. Aproveite os conteúdos do Investe10 para se manter atualizado. Seguindo essas dicas, você estará no caminho certo para investir com segurança e eficácia. Por que confiar no Investe10 para seus investimentos? Confiança é tudo quando falamos de dinheiro, não é? E eu sei que você quer ter certeza de que está fazendo a escolha certa. O Investe10 é uma plataforma que nasceu da experiência real no mercado financeiro, com foco em transparência e independência. Eu, Cristiane Fensterseifer, dedico minha carreira a ajudar pessoas a entenderem o mercado e a tomarem decisões inteligentes, sem conflitos de interesse. Isso significa que as recomendações do Investe10 são feitas pensando no seu melhor, não em comissões ou vendas. Além disso, o Investe10 oferece suporte contínuo, com atendimento próximo e conteúdo atualizado, para que você nunca se sinta perdido. É como ter um mentor ao seu lado, guiando cada passo. Se você quer investir de forma arrojada, mas com segurança, o Investe10 é a ferramenta que vai transformar sua experiência e ajudar você a construir um futuro financeiro sólido. Investir não precisa ser complicado ou arriscado demais. Com a orientação certa e as ferramentas adequadas, você pode alcançar seus objetivos e multiplicar seu patrimônio. Por isso, convido você a conhecer o Investe10 e descobrir como essa plataforma pode ser a sua melhor escolha para investir com segurança e eficácia. Vamos juntos nessa jornada rumo ao sucesso financeiro!

  • Dasa (DASA3) cai 16% — mas o mercado pode estar olhando a empresa errada | O resultado frustrou. A tese melhorou.

    DASA3: queda no curto prazo, melhora estrutural intacta A Dasa caiu forte após o 4T25, com leitura negativa do mercado sobre aumento de despesas e compressão de margem versus o 3T25. Mas essa reação ignora o ponto mais importante da tese: a DASA3 mudou estruturalmente — e o resultado ainda não reflete isso com clareza O erro do mercado: olhar o número errado O EBITDA consolidado veio fraco, pressionado por efeitos contábeis e não recorrentes — inclusive com impacto direto da JV e desinvestimentos. Mas quando olhamos o que realmente importa: EBITDA recorrente cresceu +21% margem expandiu +2,5pp geração de caixa segue forte Ou seja: a operação está melhor — o contábil é que está mais poluído Por que o 4T parece pior do que é A própria companhia explica bem o que aconteceu: 1) PDD inflou despesas (e limpa o futuro) Boa parte da compressão de margem veio de provisões mais conservadoras. Isso não é deterioração operacional, é antecipação de risco Perceba no gráfico como as despesas administrativas de fato aumentaram muito do 3T para o 4T, e isso apavorou o mercado INFORMAÇÕES RELEASE 4T25 DASA3 Só que a empresa explicou que cerca de 2 pontos do aumento foi por aumento pontual de provisões para inadimplência. E a expectativa é clara: PDD em 2026 melhor que 2025 2) Sazonalidade + capital de giro O trimestre teve: recomposição de estoques dinâmica de recebíveis efeito típico do negócio hospitalar Mas importante: não é estrutural — é sazonal e operacional 3) Comparação contra um 3T forte demais O 3T teve: efeitos positivos de caixa dinâmica não recorrente Base distorcida O que realmente importa (e está melhorando) Se a gente olha o que move valor — a história é outra: 1) Desalavancagem real dívida líquida caiu forte frente ao ano e frente ao trimestre anterior INFORMAÇÕES RELEASE 4T25 DASA3 A alavancagem saiu de 4x para 2,7x custo financeiro já começou a cair O índice de alavancagem para fins de covenant encerrou o 4T25 em 2,54x, atingindo o guidance divulgado para o final do ano de 2025. Além disso, se mantém abaixo do limite de 4,0x, definido nas escrituras das operações de endividamento. 2) Geração de caixa consistente R$460 milhões no trimestre R$942 milhões no ano FCF forte mesmo com transição INFORMAÇÕES RELEASE 4T25 DASA3 3) Core business mais forte (diagnósticos) receita +13% YoY ganho de volume + mix expansão de margem bruta INFORMAÇÕES RELEASE 4T25 DASA3 4) JV funcionando Rede Américas: já gerando caixa relevante (~R$300mm+) alavancagem controlada (~2x EBITDA) melhoria operacional clara parte relevante do resultado ruim do trimestre é contábil e sem efeito caixa Mensagem da gestão (e o que o mercado ignorou) A teleconferência foi bem clara: foco forte em eficiência e redução de G&A digitalização aumentando produtividade controle de glosas sob controle (sem tendência estrutural) melhora operacional contínua esperada E talvez a frase mais importante: “empresa menor, mais leve, mais focada e geradora de caixa” Valuation: o que mudou — e por que agora ficou mais interessante

  • O paradoxo da Dexxos: O faturamento acelera 18%, a margem encolhe e o caixa vira o grande "porto seguro (#DEXP3) (#DEXP4)

    Quick take: O 4T25 veio fraco — com queda generalizada em receita, EBITDA e lucro. Sem maquiagem. Mas o ponto não está no trimestre está na QUALIDADE DESTE ATIVO: A empresa virou caixa líquido e segue pagando dividendo + recompra de ações (buyback) com um retorno de mais de 7% nisto em 2025 esperado para 2026 Para mim, é uma tese de opcionalidade com valuation baixo (negocia apenas 5x lucro) Análise do resultado da DEXP3 Em suma, embora 2025 tenha sido um ano de pressões sobre as margens devido à competitividade e custos de insumos, a Dexxos foca em inovação tecnológica (Artemis®)  e eficiência operacional  para sustentar suas perspectivas de crescimento nos próximos ciclos. A Dexos ( DEXP3 ) ou (DEXP4 )   encerrou o ano de 2025 com uma receita líquida de R$ 2,1 bilhões , um crescimento de 18,0%  em relação ao ano anterior. No entanto, esse aumento no faturamento não se traduziu integralmente em rentabilidade: EBITDA Ajustado:  R$ 242,9 milhões (-2,5%). Margem EBITDA Ajustada:  11,4% (queda de 2,4 p.p.). Lucro Líquido Ajustado:  R$ 143,7 milhões (-0,8%). Margem Líquida Ajustada:  6,7% (queda de 1,3 p.p.). Explicações para a Queda de Margem A redução nas margens foi observada em ambos os segmentos operacionais, embora por motivos distintos: Segmento Químico (GPC Química - painéis de madeira ) Oscilação de Matérias-Primas:  Embora a receita tenha crescido 17,2% devido a maiores volumes e aumento de 10,1% no preço médio, este último refletiu principalmente a oscilação nos preços das matérias-primas , o que pressionou os custos. Competitividade e Demanda no 4T25:  No último trimestre do ano, a margem foi impactada por uma maior competitividade nos mercados de distribuição  de produtos químicos e menor demanda. Arrefecimento nas Exportações:  O mercado total de painéis de madeira (principal nicho da GPC) viu uma queda de 6,2% nas exportações em 2025, o que afeta o mix de vendas e a escala. Segmento Aço (Apolo) Maior Competição:  O lucro bruto deste segmento caiu 25,7% no ano, com a margem bruta recuando 8,0 p.p. . O resultado reflete uma competição mais acirrada , especialmente no mercado de óleo e gás (O&G). Desaceleração em Setores-Chave:  No 4T25, houve uma redução na demanda vinda dos setores de energia fotovoltaica e de petróleo e gás , setores que vinham impulsionando o volume anteriormente. Tarifas Externas:  Em junho de 2025, o governo dos EUA impôs tarifas adicionais para importações de aço , o que limitou as oportunidades no mercado externo. Perspectivas Futuras e Estratégia de Crescimento A Dexxos está implementando diversas iniciativas para recuperar a rentabilidade e expandir sua atuação: Lançamento da Linha Artemis®:  Em março de 2026, a Apolo lançou uma nova linha de tubos com tecnologia inovadora e exclusiva de galvanização , sendo pioneira no Brasil. O objetivo é ampliar o portfólio e atingir novos mercados de atuação. Diversificação em O&G:  A unidade de Lorena (SP) iniciou atividades de revestimentos anticorrosivos  para tubos de aço destinados à indústria de óleo e gás, visando agregar valor aos produtos. Programa de Recompra de Ações:  A Companhia iniciou em março de 2026 o 2º Programa de Recompra , com prazo de 18 meses, totalizando 3,6 milhões de ações . Isso demonstra confiança na geração de valor a longo prazo. Investimentos Contínuos:  Nos últimos 5 anos, a Dexxos investiu R$ 267,2 milhões  em crescimento e diversificação. A empresa mantém a disciplina na alocação de capital para garantir a sustentabilidade das operações. Saúde Financeira:  A Companhia encerrou o ano com um caixa líquido de R$ 32,6 milhões  (superando a dívida bruta) e conseguiu alongar o prazo médio de seu endividamento bancário para 5,1 anos . Financiamentos para Inovação:  Obtenção de recursos junto à FINEP (R$ 35,8 milhões)  e BNDES (R$ 30,3 milhões)  para apoiar o desenvolvimento tecnológico e a modernização das plantas. No exercício de 2025, a Dexxos demonstrou uma forte capacidade de geração de recursos, consolidando sua saúde financeira e permitindo o retorno aos acionistas e investimentos em expansão. Excelente geradora de caixa ! A Dexxos apresentou uma expressiva geração de caixa líquido nas atividades operacionais de R$ 224,8 milhões  em 2025. Esse valor representa um crescimento significativo em relação aos R$ 75,3 milhões gerados no ano anterior. Ao final do exercício, o saldo total de caixa e equivalentes de caixa atingiu R$ 395,3 milhões , um aumento de 15,7% em comparação ao fechamento de 2024. Após todas as atividades de investimento e financiamento, o aumento líquido de caixa no ano foi de R$ 53,5 milhões . Por que ela é uma excelente geradora de caixa? A forte geração de caixa da Dexxos é sustentada por três pilares principais: Eficiência Operacional (EBITDA):  A companhia mantém um EBITDA Ajustado robusto de R$ 242,9 milhões , o que serve como base principal para a entrada de recursos. Gestão do Capital de Giro:  Em 2025, houve uma variação positiva expressiva vinda dos estoques (R$ 61,4 milhões) , indicando uma gestão eficiente na liberação de recursos que estavam imobilizados em produtos. Conversão de Lucro em Caixa:  O caixa gerado nas operações (R$ 224,8 milhões) foi superior ao próprio lucro líquido do exercício (R$ 143,7 milhões), o que evidencia a qualidade da geração de caixa operacional. Por que isso é muito positivo? A manutenção de uma geração de caixa forte é vital e traz benefícios estratégicos para a companhia: Desalavancagem Financeira:  Pela primeira vez em anos recentes, a companhia atingiu uma posição de caixa líquido de R$ 32,6 milhões  (excluindo IFRS-16), o que significa que ela possui mais dinheiro em caixa do que o total de suas dívidas. A relação Dívida Líquida/EBITDA ficou negativa em -0,1x , indicando um risco financeiro extremamente baixo. Remuneração ao Acionista:  Essa liquidez permitiu à Dexxos distribuir R$ 100,0 milhões em dividendos  ao longo de 2025 e destinar R$ 15,1 milhões para a recompra de ações , aumentando o valor para quem investe na empresa. Capacidade de Investimento Próprio:  A empresa consegue financiar sua expansão (como a nova linha Artemis® e revestimentos anticorrosivos em Lorena) e manter um programa de investimentos que somou R$ 267,2 milhões nos últimos 5 anos  sem comprometer sua estabilidade. Acesso a Crédito Barato:  A solidez financeira permitiu captar recursos de longo prazo com instituições como BNDES e FINEP  e manter um prazo médio de endividamento confortável de 5,1 anos . Valuation E RECOMENDAÇÃO DE INVESTIMENTOS Onde o caixa gerado faz muita diferença

  • Invista em ações com pouco dinheiro: como investir com orçamento limitado

    Investir em ações pode parecer um desafio quando o orçamento é apertado, não é mesmo? Mas a verdade é que você não precisa de uma fortuna para começar a construir seu patrimônio no mercado financeiro. Eu mesma já vi muita gente começar com pouco e, com disciplina e estratégia, alcançar resultados incríveis. Quer saber como? Então vem comigo que vou te mostrar o caminho para investir com orçamento limitado e fazer seu dinheiro trabalhar para você. Por que investir com orçamento limitado é possível e vantajoso Muita gente pensa que investir em ações é coisa para quem tem muito dinheiro sobrando. Isso é um mito! Hoje, com a tecnologia e a democratização do mercado financeiro, qualquer pessoa pode começar a investir com valores pequenos. Além disso, investir com pouco dinheiro tem suas vantagens: Menor risco inicial : você aprende a investir sem comprometer uma grande parte do seu orçamento. Disciplina financeira : investir pequenas quantias regularmente ajuda a criar o hábito e o planejamento financeiro. Diversificação gradual : mesmo com pouco dinheiro, é possível montar uma carteira diversificada ao longo do tempo. Eu sempre digo que o importante é começar. Não importa se você tem R$100, R$500 ou R$1.000. O que vale é dar o primeiro passo e ir ajustando sua estratégia conforme aprende mais. Investir com orçamento limitado no mercado de ações Como investir com orçamento limitado: estratégias práticas Agora que você já sabe que é possível, vamos falar de estratégias para investir com orçamento limitado. Aqui vão algumas dicas que uso e recomendo: 1. Escolha uma corretora com taxas baixas ou zero Taxas podem consumir uma parte significativa do seu investimento, especialmente quando o valor é pequeno. Por isso, escolha uma corretora que ofereça: Isenção de taxa de custódia Taxas baixas para compra e venda de ações Plataforma fácil de usar 2. Invista em ações no mercado fracionário Você sabia que pode comprar frações de ações? Isso mesmo! O mercado fracionário permite comprar menos de um lote de 100, o que é perfeito para quem tem pouco dinheiro. Por exemplo, você pode comprar 1 única ação de uma empresa, basta colocar a letra F no final do código. 3. Priorize ações de empresas sólidas e pagadoras de dividendos Mesmo com pouco dinheiro, é importante escolher ações que ofereçam segurança e retorno consistente. Empresas que pagam dividendos regularmente são uma boa pedida, pois você recebe uma parte dos lucros mesmo sem vender as ações. 4. Faça aportes regulares Investir uma vez só pode não ser suficiente para alcançar seus objetivos. O ideal é fazer aportes mensais, mesmo que pequenos. Isso ajuda a aproveitar a média de preços e a aumentar seu patrimônio com o tempo. 5. Use a estratégia de Buy and Hold Comprar e manter as ações por um longo período é uma das estratégias mais eficazes para investidores com orçamento limitado. Assim, você evita custos com operações frequentes e aproveita o crescimento das empresas. Quanto rende R$10.000 em ações da Cia XYZ? Vamos fazer uma simulação prática para entender o potencial de retorno ao investir em ações de uma empresa conhecida, como a Petrobras. Suponha que você tenha investido R$10.000 em ações da xyz há 5 anos. Em 2019, o preço da ação estava em torno de R$20. Hoje, o preço está próximo de R$30. Além disso, a Cia xyz costuma pagar dividendos anuais que variam, mas vamos considerar uma média de 5% ao ano. Cálculo simplificado do rendimento Valorização da ação: (30 - 20) / 20 = 50% em 5 anos Dividendos acumulados: aproximadamente 25% (5% ao ano x 5 anos) Retorno total aproximado: 75% em 5 anos Ou seja, seus R$10.000 poderiam ter se transformado em cerca de R$17.500, considerando valorização e dividendos. Isso representa um rendimento médio anual de aproximadamente 12%. Claro que o mercado é volátil e os resultados podem variar, mas essa simulação mostra que investir em ações, mesmo com valores modestos, pode ser muito vantajoso no longo prazo. Rendimento de ações da Petrobras ao longo dos anos Como diversificar sua carteira com pouco dinheiro Diversificação é a palavra-chave para reduzir riscos e aumentar as chances de sucesso no mercado de ações. Mas como diversificar quando o orçamento é limitado? Aqui vão algumas ideias: Invista em ETFs (Exchange Traded Funds) : são fundos que replicam índices e permitem investir em várias ações ao mesmo tempo, com um único investimento. Compre ações de diferentes setores : escolha empresas de setores variados, como energia, bancos, tecnologia e consumo. Aposte em small caps com potencial de crescimento : ações de empresas menores podem oferecer retornos maiores, mas com mais risco. Equilibre sua carteira com elas. Reinvista os dividendos : use os dividendos recebidos para comprar mais ações e aumentar sua carteira. Lembre-se: a diversificação não precisa ser perfeita desde o início. O importante é ir ajustando sua carteira conforme seu conhecimento e recursos aumentam. Erros comuns ao investir com pouco dinheiro e como evitá-los Investir com pouco dinheiro é ótimo, mas é fácil cometer alguns erros que podem comprometer seus resultados. Vou listar os principais para você ficar atento: Não planejar os aportes : investir de forma esporádica pode prejudicar o crescimento do seu patrimônio. Escolher ações só pelo preço baixo : preço baixo não significa bom investimento. Analise a empresa antes de comprar. Ignorar as taxas : mesmo pequenas taxas podem impactar muito quando o investimento é pequeno. Ficar ansioso com a volatilidade : o mercado oscila, e isso é normal. Tenha paciência e foco no longo prazo. Não estudar o mercado : conhecimento é poder. Dedique tempo para aprender sobre investimentos. Evitar esses erros vai te ajudar a investir com mais segurança e eficiência, mesmo com pouco dinheiro. O que fazer para continuar crescendo no mercado financeiro Investir é uma jornada, não um destino. Depois de começar com pouco dinheiro, o próximo passo é continuar aprendendo e ajustando sua estratégia. Aqui estão algumas dicas para seguir crescendo: Estude sempre : leia livros, acompanhe notícias e participe de cursos. Acompanhe sua carteira : revise seus investimentos periodicamente para fazer ajustes. Tenha metas claras : defina objetivos financeiros para manter o foco. Diversifique : conforme seu patrimônio cresce, aumente a variedade de ativos. Use a tecnologia a seu favor : aplicativos e plataformas facilitam o controle dos investimentos. Eu, Cristiane Fensterseifer, com 20 anos de experiência no mercado financeiro, estou aqui para ajudar você a simplificar esse mundo e tomar decisões inteligentes. Lembre-se: o importante é começar e manter a disciplina. Invista com consciência, paciência e estratégia, e você verá seu patrimônio crescer, mesmo começando com pouco dinheiro. Quer dar o primeiro passo? Confira este conteúdo sobre como começar a investir em ações com pouco dinheiro e comece hoje mesmo a construir seu futuro financeiro!

  • Aprenda como investir em ações com segurança e confiança

    Investir em ações pode parecer um bicho de sete cabeças. Eu sei bem como é essa sensação de insegurança no começo. Mas, acredite, com as informações certas e um pouco de prática, você pode investir com segurança e ainda multiplicar seu patrimônio. Hoje, vou compartilhar com você um guia prático, direto e didático para que você aprenda a investir em ações de forma segura e eficiente. Antes de mais nada, quero que você entenda que investir em ações não é um jogo de sorte. É uma estratégia que envolve conhecimento, paciência e disciplina. Vamos juntos ? Como investir em ações: o passo a passo para começar com segurança Se você está começando agora, o primeiro passo é entender o básico. Ações são pedaços de uma empresa que você pode comprar. Quando a empresa vai bem, o valor das ações sobe e você pode lucrar. Mas, claro, o contrário também pode acontecer. Aqui está um passo a passo simples para você começar: Defina seus objetivos financeiros Quer investir para a aposentadoria? Para comprar um imóvel? Ou para ter uma renda extra? Saber o motivo ajuda a escolher as ações certas. Estude o mercado e as empresas Pesquise sobre os setores que mais crescem, as empresas sólidas e aquelas que pagam bons dividendos. Abra uma conta em uma corretora confiável Escolha uma corretora que ofereça boas ferramentas, taxas justas e suporte. Comece com valores que você pode perder Nunca invista dinheiro que você vai precisar no curto prazo. Diversifique seus investimentos Não coloque tudo em uma única ação. Espalhe o risco. Acompanhe seus investimentos regularmente Mas evite decisões impulsivas por causa da volatilidade do mercado. Analisando gráficos de ações no computador Entendendo os riscos e como investir em ações com segurança Investir em ações envolve riscos, sim. Mas você pode minimizar esses riscos com algumas estratégias simples. Por exemplo, diversificação é a palavra-chave. Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Outra dica importante é conhecer seu perfil de investidor. Você é mais conservador, moderado ou arrojado? Isso vai definir o tipo de ação que você deve escolher. Além disso, fique atento a: Liquidez das ações : prefira ações que são negociadas com frequência. Histórico da empresa : empresas com boa governança e resultados consistentes são mais seguras. Análise fundamentalista : avalie os números da empresa, como lucro, dívida e fluxo de caixa. Análise técnica : estude os gráficos para identificar tendências de preço. E lembre-se: investir com segurança não significa evitar riscos, mas sim gerenciá-los de forma inteligente. Quanto rende 100 reais em ações por mês? Essa é uma pergunta que muita gente faz e a resposta não é tão simples. O rendimento das ações varia muito conforme o mercado, a empresa e o momento econômico. Por exemplo, se você investir R$ 100 em uma ação que rende 1% ao mês, ao final de um ano terá aproximadamente R$ 112,68, considerando juros compostos. Mas esse rendimento pode ser maior ou menor, dependendo da valorização da ação e dos dividendos pagos. Vamos a um exemplo prático: Ação A : valorização média de 0,8% ao mês + dividendos de 0,3% ao mês = 1,1% ao mês. Ação B : valorização média de 1,2% ao mês, mas sem dividendos. Se você investir R$ 100 em cada uma, ao final de 12 meses: Ação A: R$ 100 x (1 + 0,011)^12 ≈ R$ 114,06 Ação B: R$ 100 x (1 + 0,012)^12 ≈ R$ 115,92 Ou seja, o rendimento pode variar, e o importante é olhar para o longo prazo e para a consistência dos resultados. Jornal financeiro mostrando cotações de ações Estratégias para multiplicar seu patrimônio investindo em ações Quer ir além do básico? Então, vamos falar de estratégias que podem ajudar você a multiplicar seu patrimônio: Investir em small caps : são ações de empresas menores, com potencial de crescimento maior, mas também mais arriscadas. Focar em dividendos : empresas que pagam dividendos regularmente podem gerar uma renda passiva interessante. Reinvestir os dividendos : ao reinvestir os dividendos, você aumenta o número de ações e potencializa seus ganhos. Acompanhar o mercado e as notícias : estar informado ajuda a tomar decisões melhores. Ter disciplina e paciência : o mercado oscila, mas o investidor paciente costuma ser recompensado. Lembre-se: não existe fórmula mágica, mas com estudo e prática você pode construir uma carteira sólida e rentável. Como manter a calma e tomar decisões inteligentes no mercado de ações O mercado financeiro é cheio de altos e baixos. É normal sentir medo ou ansiedade quando as ações caem. Mas é justamente nesses momentos que a calma faz toda a diferença. Aqui vão algumas dicas para manter a cabeça fria: Não tome decisões baseadas em emoções Evite vender tudo na primeira queda. Tenha um plano de investimento Defina metas e prazos e siga seu plano. Use a volatilidade a seu favor Aproveite quedas para comprar ações boas a preços mais baixos. Busque conhecimento constantemente Quanto mais você souber, mais seguro vai se sentir. Conte com ajuda profissional quando necessário Um consultor independente pode ajudar a evitar erros comuns. E, claro, sempre que precisar, você pode aprenda a investir em ações c om quem entende do assunto. Nas carteira recomendada ALL IN ONE , eu faço tudo isso para VOCÊ, te passo todas as recomendações e você só precisa literalmente copiar o que foi indicado, se achar que faz sentido para você, após toda a minha explicação. Você pode conhecer a carteira All in One aqui O próximo passo para investir com segurança e confiança Agora que você já sabe o básico e algumas estratégias para investir em ações com segurança, que tal colocar tudo em prática? Comece pequeno, estude bastante e vá ajustando sua carteira conforme aprende. Lembre-se: investir é uma jornada, não uma corrida. Com disciplina, paciência e conhecimento, você pode construir um futuro financeiro sólido e tranquilo. Eu, Cristiane Fensterseifer, com 20 anos de experiência no mercado financeiro, estou aqui para ajudar você a simplificar esse mundo e tomar decisões inteligentes. Vamos juntos nessa? Quer continuar aprendendo? Fique de olho nos próximos conteúdos e não deixe de acompanhar as novidades para investidores que querem crescer com segurança e eficiência!

  • Como diria Lula ... por favor, me ajude kkkk 4T25 de #BEEF3, #MBRF3, #HAPV3, #MILS3, #VIVA3, #FIQE3 e um pedido sério no final, pro bem do meu casamento

    Opa meus queridos!!! Como a tia Cris não deixa NGM na mão, trabalhou até tarde e traz pra vcs os resultados de ontem a noite - ANTES DO PREGÃO ABRIR! - marido já tá chateado q só trabalho nos últimos dias, mas guerra e temporada de balanço é isso aí, então, valorizem o meu trabalho compartilhando e se inscrevendo nos links no final (assim se o casamento acabar valeu a pena) kkkk Vamos lá... ..... Abaixo comento #BEEF3, #MBRF3, #HAPV3, #MILS3, #VIVA3, #FIQE3 Vá na sua preferência e não esqueça de compartilhar esse inscrever GRÁTIS no final ...... #BEEF3 Enquanto o consenso tava travado na narrativa de “ciclo do boi no Brasil vai apertar margem”, a empresa fez exatamente o oposto do esperado: arbitragem geográfica + exportação forte + desalavancagem agressiva. DL/EBITDA saindo de 3,7x PARA 2,6x com FCF robusto, não maquiagem. Sim, a margem caiu (9% → 8,2%), e isso importa, mostra que os ativos novos ainda estão pressionando. Mas não é deterioração estrutural, é fricção de integração + mix TEM 23% do free float shorteado E resultado vindo ~20% acima do esperado E a tese do consenso sendo quebrada (alavancagem) Pra mim setup clássico de ....(Vcs completam) O preço hoje parece embutir um cenário de piora forte de ciclo, enquanto a empresa acabou de mostrar que consegue contornar o ciclo operando LATAM. #MBRF3 dependente de ciclo (e sofrendo) #JBSS3 equilibrada, mas sem assimetria #BEEF3 a problemátic entregando virada Se a margem voltar pra 9% e o EBITDA normalizar, o múltiplo implícito (3x EV/EBITDA) começa a parecer distorção. A pergunta é quanto ela gera de caixa daqui pra frente FCF Yield 2025 8% Pode ir 15% em 2026 SE MG NORMALIZAR O mercado está precificando compressão de margem + piora de ciclo Mas mesmo com margem 8–9%, já gera caixa relevante, desalavancagem reduz drenagem financeira e operação LATAM suaviza ciclo Brasil Mas não eh vdd se, margem continuar caindo (abaixo de 8%) integração destruir eficiência E ciclo global virar contra exportação Ou seja BEEF3 hoje parece 8–9% FCF yield olhando retrovisor e 15%+ olhando pra frente Se isso se confirma tá mais pra rerating q pra turnaround ......... #MBRF3 carne nos EUA piorando mesmo já no fundo do ciclo e com isso o fino cordão que segurava a tese perde força. o lucro depende de coisas que a empresa não controla: custo do gado nos EUA e queda de juros Se o ciclo não virar rápido....ferrou ....... Hapvida (#HAPV3) o comportamento dela na bolsa ja entregava né ... receita +6%, tíquete subindo… mas lucro despencando -65%. O problema é claro: sinistralidade alta (75%+) esmagando margem e sem crescimento de vidas pra diluir custo. o custo médico parece descontrolado e a cotação refletiu antes ........ Mills #MILS3 entrega mais um ano de execução quase 'by the book' Receita +17% e EBITDA +24% em 2025, com margem já acima de 51% pricing power + mix mais eficiente (locação ganhando peso e contratos longos subindo). Mesmo com juros altos, manteve alavancagem controlada (1,3x) e gerou caixa forte (87% de conversão), permitindo payout elevado (85% do lucro). lucro cresce menos (+6%) por pressão financeira (CDI + dívida), mas a operação segue acelerando. altíssima qualidade operacional, surfando ciclo de locação + disciplina de capital margens altas 51% EBITDA ROIC 20% alta previsibilidade (contratos longos) mas tb nao e dada P/L 2026E 16x CF Yield 2026 9% est. ....... gostei da CVC (#CVCB3) uma das poucas q saiu da UTI em um mundo de quebradeira kkk volume forte (+16% reservas no ano), EBITDA +18%, geração de caixa robusta. B2B acelerando (Argentina ajudando), ainda q pressionando o take rate = cresce mais, porém ganha menos por venda. turnaround andando, margem reagindo, em ajuste fino no modelo. ....... VIVARA (#VIVA3) entregando crescimento + margem + caixa. Receita +16%, SSS de dois dígitos em 11%, digital voando (+31% no tri) e EBITDA em nível recorde desalavancagem forte (0,2x EBITDA) + expansão acelerando (até 65 lojas em 2026). Estratégia deliberada Crescimento via escala (Life + lojas) Aceita leve pressão de margem pra ganhar share o problema pra mim dela é a geração de caixa baixa ... P/L 2026e 9x FCF Yield 2026e 5% ..... #FIQE3 daqui a pouco nao da mais pra ignorar Cresce 20% ao ano, margem EBITDA acima de 50%, alta conversão de caixa expandindo mobile (com ROIC implícito alto) e agora entrando forte no Paraná, ainda longe de maturidade. ate parece um “compounder chato”: previsível, eficiente e pouco dependente de macro. #fiqe3 4x ev/ebitda vs #BRST3 parece barato no papel (3x EV/EBITDA 26), mas com execução ainda sendo testada. aonde vc vai : qualidade comprovada vs. desconto com promessa? ....... Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA, consultora Inscreva-se na news gratuita: www.investe10.com.br Whatsapp gratuito: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t

  • Sabesp #SBSP3 e uma comparação com as pares Copasa #CSMG3 e Sanepar #SAPR11

    Sabesp tem 4T25 com cara de transição bem executada com captura de eficiência! Receita +2%, mas EBITDA +13% e margem beirando 60% Forte geração de caixa +23,5% e avanço no capex (q trará resultado futuro) O EBITDA ajustado de R$ 3,4 bilhões  (11% acima do que o JP Morgan esperava) não caiu do céu — ironicamente, nem a chuva caiu tanto assim. Esse resultado é fruto de: Corte cirúrgico em despesas de pessoal:  A eficiência pós privatização finalmente deu as caras. Inadimplência sob controle:  Menos gente "pendurando" a conta de água. Base de Ativos Regulatórios (RAB) Validada:  A Arsesp confirmou R$ 88 bilhões para 2024. Isso é música para os ouvidos de quem gosta de remuneração garantida sobre o capital investido. A tese hoje é tb expansão, não só defensividade = crescimento regulado Aquisição da EMAE Integra água + energia (Guarapiranga/Billings) e opcionalidade operacional (gestão de reservatórios) O Problema: CAPEX destrói FCF no curto prazo e Upside depende de execução (redução de perdas, expansão, tarifa) Em qual delas vc iria ? Sabesp #SBSP3 e uma comparação com as pares Copasa #CSMG3 e Sanepar #SAPR11 SBSP3: O "Medo de Seca" Tem gente achando que a falta de chuva vai secar o lucro, mas a estrutura regulatória dessa empresa é blindada Ah, a "seca". O mercado adora um drama. Mas vamos aos fatos, com a acidez necessária: a Sabesp de 2026 não é a de 2014. Blindagem Regulatória:  O modelo atual prevê compensações tarifárias. Se o volume cai hoje, o regulador ajusta amanhã. O fluxo de caixa é mais protegido que segredo de estado. Infraestrutura:  A integração de reservatórios fora do Cantareira e o uso da Billings (52% da capacidade) dão um fôlego que o investidor médio ignora. Afluência em Recuperação:  O BofA já apontou que os níveis subiram 12 p.p. recentemente. O risco de racionamento severo é baixíssimo. O Destino do Dinheiro: Blue Bonds e M&A A Sabesp não está apenas sentada em cima do caixa. Ela levantou US$ 1,5 bilhão em Blue Bonds  — a maior operação do mundo no gênero. E para quê? Blue bonds (títulos azuis) são instrumentos de dívida (renda fixa)p para captar recursos exclusivamente destinados a projetos de proteção de recursos hídricos como saneamento, gestão da água... Expansão:  Compra de 90% da Sanessol. Apetite por Gigantes:  Rumores reais de uma oferta pela Copasa (CSMG3)  e outras concessionárias paulistas. Ela quer ser a "Dona do Saneamento" no Brasil. 2. O Namoro com a Copasa O diretor financeiro da Sabesp, Daniel Szlak, já soltou o balão de ensaio: "Queremos acessar todos os bolsos" . Com R$ 8 bilhões em blue bonds  e planos para mais R$ 10 bilhões em debêntures, a Sabesp está capitalizada. O Alvo:  A Copasa (CSMG3) . Por que Minas Gerais? Porque a tese de "Saneamento Regional" é a bola da vez. A Sabesp quer provar que o modelo de gestão paulista (pós-privatização) é exportável. A Estratégia:  Eles não querem apenas operar canos em Mirassol (como fizeram com a Sanessol); eles querem as joias da coroa. Se a oferta pela Copasa vingar, a Sabesp se torna a maior plataforma de saneamento das Américas, com uma escala que esmaga qualquer concorrente. Fator Impacto na Tese SBSP3 Risco Sinergia EMAE Alta (Redução de Custos) Baixo (Operacional) Aquisição Copasa Altíssima (Ganho de Escala) Médio (Político/Regulatório em MG) Novo Ciclo M&A Valorização do Papel Execução da Integração EMAE é o "Upgrade" com o Reservatório Billings: O "Cofre" de Água da Capital A EMAE é a dona da bola (e da água) no reservatório Billings. A Billings concentra 52% da capacidade de armazenamento  da região metropolitana. Ao consolidar a operação e a integração com a EMAE, a Sabesp não está apenas comprando ativos; ela está comprando segurança hídrica na veia . Aceleração de Capex: a integração permite acelerar investimentos que antes ficavam travados em burocracia entre estatais. Uso Estratégico:  Ter o controle do bombeamento e da geração de energia acoplada ao saneamento é o sonho de qualquer gestor de utilidade pública. É eficiência operacional pura, sem o "pedágio" da ineficiência estatal. Energia e Saneamento: O Combo "Cash Cow" A EMAE traz um componente de geração de energia que transforma a Sabesp em uma plataforma multi-utilidades. No modelo atual, isso significa: Redução de Custos de Energia:  A Sabesp é uma das maiores consumidoras de energia do estado. Ter "geração própria" ou controle sobre esses ativos é um hedge  (proteção) natural. M&A com Ágio:  A aquisição da EMAE não foi por caridade. O mercado projeta que essa integração adicione um valor presente líquido (VPL) que muitos analistas ainda não colocaram na ponta do lápis (ou do Excel). Sabesp está com a Billings no bolso. Sabesp agora é uma Utility  completa 1. O Dividend Yield da Sinergia: De onde vem o dinheiro da EMAE? A integração com a EMAE  não é só para bonito no balanço; ela é uma impressora de dinheiro escondida. Como a Sabesp agora controla o fluxo da Billings e a geração de energia acoplada, o mercado já projeta um crescimento anual de 25% do EBITDA  nos próximos três anos. Menos custo, mais provento:  Com a redução drástica nas despesas de energia (que era um dos maiores ralos de dinheiro da companhia), a margem líquida abre espaço para o que a gente gosta: Dividendos.   Passado o capex pesado, os mais otimistas podem projetar um Dividend Yield  batendo na casa dos 7% a 8% para 2027 , um salto considerável para uma empresa que está em fase de investimento pesado (Capex). Valuation: Sabesp é compra ou venda ? Se voce ainda não é assinante da carteira All in one, clique agora mesmo aqui : www.investe10.com.br/assine e tenha acesso a todo nosso contúdo premium.

  • Valid #VLID3: a calmaria no meio da tempestade da Bolsa

    Não se deixe enganar pela retração de receita, pois o que vi foi uma melhora relevante na qualidade dos resultados da Valid (VLID3)! O 4T25 foi marcado por expansão de margens, forte geração de caixa e avanço consistente em frentes digitais. Em 2025, a companhia reportou: Receita líquida: R$ 2,06 bilhões (-5% a/a) EBITDA: R$ 432 milhões com margem Ebitda de 21% Lucro líquido: R$ 269 milhões (margem líquida de 13%) VALID (VLID3) TEVE EXCELENTE CRESCIMENTO DE EBITDA LUCRO E MARGENS NO 4T25 VS 4T24 O 4T25 ja mostra uma melhora muito importante de margens ante o ano anterior da Valid (VLID3) !! Receita líquida: R$ 531 milhões (-9,8% a/a) EBITDA: R$ 120,7 milhões (cresceu 10,3% a/a) Margem EBITDA: 22,7%, um aumento RELEVANTE frente aos 18,6% no 4T24 Lucro líquido: R$ 88,4 milhões (+42,8% a/a) A queda de receita foi acompanhada de expansão de rentabilidade, reflexo de ganhos de eficiência e, principalmente, de mudança no mix de produtos COM CRSCIMENTO DOS NOVOS NEGÓCIOS E DA RECEITA DIGITAL. A queda de receita foi acompanhada de expansão de rentabilidade, reflexo de ganhos de eficiência e, principalmente, de mudança no mix de produtos COM CRSCIMENTO DOS NOVOS NEGÓCIOS E DA RECEITA DIGITAL NA VALID (VLID3) Qualidade do lucro e geração de caixa Um dos principais destaques do ano foi a forte conversão de resultado em caixa: Fluxo de caixa operacional: R$ 401 milhões Conversão EBITDA em caixa de 93%, é EXCELENTE !!! A companhia encerrou o ano com posição de caixa líquido de R$ 93 milhões , o que reduz significativamente o risco financeiro e amplia a flexibilidade para alocação de capital. O CAPEX totalizou R$ 128 milhões, direcionado majoritariamente à expansão de novos negócios e soluções digitais, indicando continuidade da estratégia de transformação. Além disso, a Valid retornou R$ 236 milhões aos acionistas (dividendos + recompra), mantendo equilíbrio entre crescimento e distribuição. OU SEJA A VALID DEU MAIS DE 15% DE RETORNO AO ACIONISTA EM DIVIDENDOS E RECOMPRAS EM 2025!!! Transformação do portfólio O vetor mais relevante do case segue sendo o avanço das frentes digitais: Receita de soluções digitais: R$ 472 milhões (+27% a/a) Participação na receita total: 23% Novos negócios: R$ 330 milhões (+53% a/a), representando 16% da receita Há uma migração gradual de um portfólio mais exposto a volumes (cartões, documentos físicos) para soluções com maior valor agregado e potencial de recorrência. Esse movimento tende a sustentar margens mais elevadas ao longo do tempo, ainda que implique crescimento mais moderado da receita no curto prazo. HISTORICAMENTE A VALID (VLID3) É UMA EMPRESA MUITO BOAEM APROVEITAR NOVAS TENDENCIAS, FLUIR COM A TECNOLOGIA E SE REINVENTAR, DESDE QUE NASCEU COM OS CHEQUES... Estrutura de capital e liquidez A estrutura de capital permanece conservadora: Dívida líquida/EBITDA: -0,2x Emissão de debêntures no 4T25 com custo BAIXO entre CDI +1,0% e +1,2% Nova linha aprovada com o BNDES de até R$ 300 milhões Rating AA.br (Moody’s Local) A companhia também realizou alongamento de passivos e pré-pagamento de dívidas mais onerosas, reforçando a disciplina financeira. Métricas e valuation

  • Estratégias para investir com pouco dinheiro: seu guia prático para começar hoje

    Investir pode parecer um bicho de sete cabeças, especialmente quando o orçamento está apertado. Eu sei bem como é essa sensação. Mas a verdade é que não é preciso ter uma fortuna para começar a investir . Com as estratégias certas, qualquer pessoa pode dar os primeiros passos e construir um futuro financeiro sólido. Quer saber como? Então vem comigo que eu vou te mostrar o caminho! Por que investir com pouco dinheiro é possível e importante Muita gente pensa que investir é coisa para quem tem muito dinheiro sobrando. Mas isso é um mito! O mercado financeiro está cada vez mais acessível, e existem opções para todos os bolsos. Além disso, começar a investir cedo, mesmo com pouco, faz toda a diferença no longo prazo. Você já parou para pensar no poder dos juros compostos? Eles são como uma bola de neve que vai crescendo com o tempo. Quanto antes você começar, mais tempo seu dinheiro tem para se multiplicar. E o melhor: não precisa esperar juntar uma grande quantia para dar o primeiro passo. Começar a investir com pouco dinheiro é possível e inteligente Estratégias práticas para investir com pouco dinheiro Agora que você já sabe que é possível, vamos ao que interessa: quais estratégias usar para investir com pouco dinheiro? Vou listar algumas que funcionam muito bem e que você pode aplicar já. 1. Invista em fundos de investimento com aporte inicial baixo Os fundos de investimento são uma ótima porta de entrada para quem tem pouco dinheiro. Eles reúnem recursos de vários investidores para aplicar em diferentes ativos, o que ajuda a diversificar e reduzir riscos. O melhor é que muitos fundos aceitam aportes iniciais a partir de R$ 100 ou R$ 200. Isso significa que você pode começar com pouco e ir aumentando aos poucos, conforme sua disponibilidade. 2. Use a tecnologia a seu favor: plataformas digitais e apps Hoje em dia, existem várias plataformas digitais que facilitam o investimento para quem tem pouco dinheiro. Elas oferecem taxas menores, processos simplificados e até investimentos fracionados. Por exemplo, você pode comprar frações de ações, o que antes era impossível para quem não tinha muito capital. Isso abre um leque enorme de possibilidades para diversificar sua carteira. 3. Priorize investimentos de baixo custo e boa liquidez Quando o dinheiro é pouco, é fundamental escolher investimentos que não cobrem taxas altas e que permitam resgates rápidos, caso você precise. Algumas opções interessantes são: Tesouro Direto (títulos públicos) CDBs de bancos médios com liquidez diária Fundos de renda fixa com baixa taxa de administração Esses investimentos são seguros, acessíveis e ajudam a manter seu dinheiro rendendo enquanto você acumula mais capital. Plataformas digitais facilitam o investimento com pouco dinheiro Como diversificar seus investimentos mesmo com pouco dinheiro Diversificação é a palavra mágica para reduzir riscos e aumentar as chances de bons retornos. Mas será que dá para diversificar quando o orçamento é apertado? Dá sim! Aqui vão algumas dicas para você montar uma carteira diversificada sem precisar de muito dinheiro: Combine diferentes tipos de ativos: renda fixa, ações, fundos imobiliários, entre outros. Aproveite os fundos multimercados: eles investem em várias classes de ativos ao mesmo tempo. Use investimentos fracionados: compre pequenas partes de ações ou fundos imobiliários. Lembre-se: o objetivo é não colocar todos os ovos na mesma cesta. Assim, se um investimento não for bem, os outros podem compensar. Como começar a investir com pouco dinheiro Se você está se perguntando como começar a investir com pouco dinheiro , eu tenho uma dica valiosa: comece agora mesmo, com o que você tem. Não espere juntar uma grande quantia para dar o primeiro passo. Para facilitar, recomendo que você acesse este guia completo sobre como começar a investir com pouco dinheiro . Lá você vai encontrar um passo a passo detalhado, com dicas práticas e exemplos reais. O importante é criar o hábito de investir regularmente, mesmo que seja um valor pequeno. Com o tempo, você vai ganhar confiança, aprender mais e aumentar seus aportes. Cuidados essenciais para quem investe com pouco dinheiro Investir é ótimo, mas é preciso tomar alguns cuidados para não cair em armadilhas. Aqui estão alguns pontos que eu sempre reforço: Evite investimentos que prometem retornos milagrosos: se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. Fique atento às taxas: elas podem corroer seus ganhos, especialmente em investimentos de pequeno valor. Tenha uma reserva de emergência: antes de investir, garanta que você tem dinheiro guardado para imprevistos. Estude e busque conhecimento: quanto mais você entender sobre investimentos, melhores serão suas decisões. Seguindo essas orientações, você minimiza riscos e aumenta suas chances de sucesso. O próximo passo para sua jornada financeira Investir com pouco dinheiro é o começo de uma jornada que pode transformar sua vida financeira. Não importa se você está começando agora ou se já tem alguma experiência, o importante é agir com planejamento e disciplina. Eu te convido a dar o próximo passo com confiança. Use as estratégias que compartilhei aqui, aproveite as ferramentas digitais e mantenha o foco nos seus objetivos. Lembre-se: a Investe10 quer ser a sua bússola no mercado financeiro, ajudando você a investir melhor e a construir um futuro financeiro sólido. Estamos juntos nessa caminhada! Vamos nessa? Gostou das dicas? Compartilhe este post com quem também quer aprender a investir com pouco dinheiro e comece a transformar vidas hoje mesmo!

  • Começando a Investir com Pouco Dinheiro: Seu Guia Prático para Dar o Primeiro Passo

    Investir pode parecer um bicho de sete cabeças, especialmente quando o dinheiro disponível é pouco. Eu sei bem como é essa sensação: “Será que vale a pena começar com pouco? Será que vou conseguir algum retorno?” A boa notícia é que sim, dá para começar a investir com pouco dinheiro e construir uma base sólida para o seu futuro financeiro. Neste post, vou te mostrar como fazer isso de forma simples, prática e sem complicação. Por que investir com pouco dinheiro é possível e importante? Muita gente pensa que investir é coisa para quem tem muito dinheiro sobrando. Mas isso é um mito! O segredo está em começar, mesmo que com valores pequenos. O mercado financeiro está cada vez mais acessível, com opções que permitem aportes baixos e diversificação. Investir com pouco dinheiro tem várias vantagens: Disciplina financeira: você cria o hábito de poupar e investir regularmente. Aprendizado prático: começa a entender como funcionam os investimentos na prática. Crescimento gradual: mesmo aportes pequenos, com o tempo, podem virar uma boa quantia. Menor risco inicial: você aprende a investir sem comprometer seu orçamento. E o melhor: não precisa esperar juntar uma fortuna para começar. O importante é dar o primeiro passo. Comece a investir com pouco dinheiro e veja seu dinheiro crescer Como escolher o investimento com pouco dinheiro? Agora que você já sabe que é possível, vem a dúvida: onde investir? A resposta depende do seu perfil, objetivos e do quanto você pode aportar. Mas vou te dar algumas dicas práticas para facilitar essa escolha. 1. Tesouro Direto É uma das opções mais seguras e acessíveis. Você pode começar com valores a partir de R$30. O Tesouro Direto é um programa do governo que vende títulos públicos para pessoas físicas. É ideal para quem quer segurança e rentabilidade melhor que a poupança. 2. Fundos de Investimento Alguns fundos aceitam aplicações iniciais baixas, a partir de R$100. Eles reúnem o dinheiro de vários investidores para aplicar em diferentes ativos, o que ajuda na diversificação. 3. Ações Fracionárias Se você quer investir em ações, pode começar comprando lotes fracionários, que são menores que o lote padrão. Assim, você não precisa de milhares de reais para entrar na bolsa. 4. CDBs e LCIs/LCAs São títulos emitidos por bancos, com rentabilidade geralmente maior que a poupança. Muitos aceitam investimentos a partir de R$100. 5. Plataformas de Investimento Digital Hoje, várias corretoras oferecem plataformas intuitivas e com baixas taxas, facilitando o acesso para quem tem pouco dinheiro. O importante é pesquisar, entender as características de cada investimento e escolher o que mais combina com você. Quanto rende R$ 1.000 no investimento? Vamos fazer uma simulação rápida para você ter uma ideia do potencial de crescimento do seu dinheiro. Imagine que você investe R$ 1.000 em um título do Tesouro Selic, que rende aproximadamente 13,15% ao ano (valor aproximado em 2024). Após 1 ano, seu investimento pode virar cerca de R$ 1.131,50. Em 5 anos, com juros compostos, esse valor pode chegar a aproximadamente R$ 1.877,00. Em 10 anos, o montante pode ultrapassar R$ 3.520,00. Claro que esses valores são estimativas e podem variar conforme o mercado, mas mostram o poder dos juros compostos. Se você investir mensalmente, mesmo que pouco, o crescimento será ainda mais significativo. Por exemplo, aplicando R$ 100 por mês no mesmo título, em 10 anos você pode acumular mais de R$ 18.000. Simulação de rendimento de investimento com R$ 1.000 Dicas práticas para começar a investir com pouco dinheiro Agora que você já sabe onde investir e o potencial de retorno, que tal algumas dicas para facilitar sua jornada? 1. Defina seus objetivos Antes de investir, pense no que você quer alcançar: aposentadoria, compra de um imóvel, viagem, reserva de emergência? Isso ajuda a escolher o investimento certo. 2. Comece com o que você tem Não espere juntar muito dinheiro. Comece com R$ 30, R$ 50, R$ 100. O importante é criar o hábito. 3. Use a tecnologia a seu favor Aplicativos e plataformas digitais facilitam o acompanhamento dos seus investimentos e permitem aportes automáticos. 4. Estude sempre Dedique um tempo para aprender sobre finanças e investimentos. Isso ajuda a tomar decisões mais seguras. 5. Tenha paciência Investir é uma maratona, não uma corrida de velocidade. Os resultados aparecem com o tempo. 6. Diversifique Mesmo com pouco dinheiro, tente diversificar seus investimentos para reduzir riscos. Como começar a investir com pouco dinheiro hoje mesmo? Se você está se perguntando como começar a investir com pouco dinheiro , eu tenho uma dica valiosa: acesse Investe10 e descubra um mundo de possibilidades para investidores iniciantes e experientes. Lá, você encontra conteúdos didáticos, ferramentas e opções de investimento que cabem no seu bolso. O mais importante é não deixar o medo ou a dúvida te paralisar. Comece pequeno, aprenda com cada passo e veja seu dinheiro trabalhar para você. Construindo um futuro financeiro sólido com pequenos passos Investir com pouco dinheiro é o primeiro passo para construir um futuro financeiro mais seguro e tranquilo. Não importa se você está começando agora ou já tem alguma experiência, o que vale é a constância e o aprendizado. Lembre-se: o mercado financeiro é uma jornada, e cada investimento é uma oportunidade de crescimento. Com disciplina, conhecimento e as ferramentas certas, você pode transformar pequenos valores em grandes conquistas. Então, que tal dar o primeiro passo hoje? Seu futuro agradece! Quer continuar aprendendo? Explore mais conteúdos e dicas para investir melhor e alcançar seus objetivos financeiros com a Investe10 - sua bússola no mercado financeiro!

  • Um trimestre ruim, uma tese intacta: o dilema da Blau (BLAU3)

    BLAU3: O 4T25 foi, objetivamente, ruim. A receita veio em R$ 389 milhões, queda de 15% na comparação anual, impactada principalmente pelo atraso em licitações federais, um efeito que não destrói demanda, mas desloca faturamento para frente. O lucro líquido ficou em R$ 37 milhões (-34%) e o EBITDA em R$ 69 milhões (-41%), refletindo não só a menor receita, mas também um avanço relevante das despesas, que cresceram 31% puxadas por investimentos em marketing e lançamentos. Até aqui, um trimestre que, isoladamente, não empolga. Mas o mercado raramente precifica o passado, ele tenta antecipar o que vem depois. A queda de receita tem um componente importante de timing. Parte relevante das vendas não aconteceu no trimestre, mas deve aparecer já no 1T26. Isso cria um efeito clássico: um resultado fraco hoje que prepara uma base mais fácil para uma recuperação à frente. Além disso, a Blau segue entregando nos pilares estruturais da tese. A margem bruta permanece resiliente, na casa de 40%, mostrando que o core do negócio continua saudável. Os lançamentos avançaram 52% na comparação anual — um dos principais motores de crescimento da companhia O capital de giro melhorou em relação ao 3T25, sinalizando ajuste operacional. Por outro lado, há pontos que não podem ser ignorados. A queda foi generalizada nos indicadores, a Hemarus ainda não contribui como esperado e, principalmente, as despesas cresceram acima da receita, um sinal de execução que precisa melhorar. No consolidado de 2025, a empresa ainda entregou um crescimento relevante de lucro (+39%), o que reforça que o problema está mais concentrado no curto prazo do que na tese estrutural. Olhando para frente, o guidance para 2026 é construtivo, com expectativa de normalização das licitações, captura dos investimentos recentes e avanço da estratégia de lançamentos e internacionalização. E é aqui que entra o segundo ponto importante: valuation. A Blau negocia hoje em torno de 11x lucro para 2025 e 9x para 2026, com EV/EBITDA na faixa de 6x forward. FCF Yield em 2025 8% e em 2026 estimado em 9% Isso mostra que a geração de caixa já começa a ficar interessante principalmente olhando 2026, com: normalização das licitações diluição das despesas captura dos lançamentos Se entregar isso, vira case de crescimento + geração de caixa, que costuma destravar múltiplo. Não é um ativo caro — especialmente considerando o perfil de crescimento — mas também não é aquele desconto gritante que por si só destrava valor. Ou seja, o múltiplo hoje depende muito mais de execução do que de reprecificação automática. ROIC (retorno sobre o capital investido) 2025 em 14% e 2026 (estimado) de 16% ROIC acima do custo de capital → empresa gera valor Ainda não é “excelência”, mas é consistente pra pharma brasileira E tem espaço pra subir com: maturação dos lançamentos melhor uso dos ativos (Hemarus) diluição de despesas Então por que a ação pode subir mesmo após um resultado fraco? Porque o mercado tende a antecipar exatamente três coisas: 1. A normalização das receitas com o retorno das licitações já no 1T26 2. A melhora sequencial após uma base deprimida 3. A captura dos investimentos feitos em lançamentos Leitura final O 4T25 foi fraco e trouxe sinais de atenção na execução, principalmente do lado de despesas e integração de ativos como a Hemarus. Mas a tese estrutural permanece intacta: portfólio em expansão, foco em medicamentos de maior complexidade e alavancas claras de crescimento para os próximos trimestres. No curto prazo, o papel depende de mostrar entrega — especialmente já no 1T26. No médio prazo, continua sendo uma história que pode funcionar bem se a execução acompanhar.

  • A empresa mais beneficiada com a Copa. (apenas para clientes)

    Todo mundo só fala em guerra com o Irã e esquece que faltam poucos meses para a Copa do Mundo de 2026. O roteiro você já conhece, pode estar chovendo canivete, o brasileiro entra no clima da festa. O Brasil inteiro vira técnico de futebol, ruas são pintadas de verde e amarelo, e até quem não sabe o que é um impedimento resolve comprar uma bola para bater um "racha" com os amigos. É o ápice do consumo esportivo. O mercado, na sua miopia habitual, costuma olhar para as grandes varejistas de shoppings que estão capengando com juros nas alturas. Enquanto o varejo tradicional apanha da Selic de 15%, a companhia da qual falo hoje limpou a casa, está sentada em uma montanha de dinheiro, e já soou para ela o apito inicial de 2026 para executar um plano que pretende dobrar o seu tamanho!!!! Se você quer parar de ser apenas o torcedor que paga a conta e quer ser o sócio de quem fatura quando a bola rola, você precisa ler o que eu descobri nos números do último balanço dela. Só para quem não tem medo de ganhar dinheiro de verdade. Assine o All In One agora e descubra qual é a Small Cap que vai transformar a Copa de 2026 no seu melhor investimento da década, clicando abaixo.

  • RESULTADOS 4T25: #NATU3 mostra que o pior ficou pra trás, #DMVF3 e a sua “mãe” #PFRM3 entregam bem também ! + #VITT3 e #LEVE3

    Tem empresa dando a volta por cima e custando pouco aqui ... Veja tudo aqui: #DMVF3 | Começou a colher o que plantou Entrega de um 4T25 MUITO BOM! COMEÇOU a fase de colher margem por alavancagem operacional com maturação das lojas. Receita +17% e EBITDA +26%, com ganho de margem (4%). Omnichannel (estratégia que integra todos os canais de venda, físicos e digitais) acelerando para 13% das vendas com +70% de crescimento e com CRM forte A tese começa a virar: • Alavancagem operacional aparecendo• Lojas maturando• Omnichannel acelerando (12,9% das vendas, +70%)• CRM forte• Expansão contínua (300 lojas, +9%) Esse é o ponto do ciclo onde o mercado costuma reagir! E a empresa segue muito barata a 3x Ebitda e 7x P/L #NATU3 | Quase inacreditável Depois de anos… finalmente um bom resultado. • Margem praticamente DOBROU (recorrente) • EBITDA +57% a/a no 4T25 • Alavancagem caiu pra 1,57x • Lucro voltou no consolidado de 2025 Agora falta a última peça: • Receita voltar a crescer Drivers:→ relançamento da Avon→ normalização América Hispânica→ inflexão do Brasil Valuation chama atenção: • P/E 2026E: 8xvs • L’Oréal: 25x • Estée Lauder: 20x Se a receita virar… pode convergir para o P/L das pares. #LEVE3 | Máquina de caixa, sem surpresa Ano forte — mas o 4T já mostra desaceleração: Receita cresce forte no ano (+18%), mas o 4T já mostra a realidade: praticamente de lado (+0,6%), com pressão externa e juros travando demanda no Brasil. EBITDA segue sólido (19,3%) Lucro cresce (R$ 608 mi no ano) Caixa forte + JCP pago segue uma máquina de geração de caixa. A alavancagem subiu (0,96x), mas ainda confortável. Bom pra quem quer previsibilidade e dividendo. Fraco pra quem busca re-rating ou grande upside. Valuation: P/E 2026E 8x FCF Yield 14% Resumo simples:→ excelente pra previsibilidade e dividendos→ limitado pra re-rating Valuation: P/E 2026E: 8x FCF Yield: 14% #VITT3 | Cresce… mas no lugar errado 4T25 veio fraco — e o problema NÃO é pontual. • Receita cresce puxada por fertilizantes (commodity) • Queda em biológicos/foliares (maior margem) • EBITDA pressionado + SG&A pesado • Lucro com baixa qualidade (não recorrentes ajudando) A leitura é direta: a empresa cresce no que destrói valor e perde tração no que gera margem. O risco não é o trimestre — é o caminho. Olhando pra frente: • Fertilizante caro pode inflar receita • Mas não resolve margem com mix deteriorado O case hoje depende de:→ retomada dos biológicos→ execução comercial Valuation: P/L 2026E: 10x EV/EBITDA 2026E: 7,5x E não “rerateia” porque o mercado está olhando isso: • mix piorando • biológicos fracos • crescimento de baixa qualidade Se inverter esse jogo, dá pra discutir 12x.Hoje… ainda não. Conclusão O mercado não está mais pagando crescimento. Está pagando qualidade. Tem empresa barata que continua barata. E tem empresa que começa a entrar no radar — antes do múltiplo andar. Separar isso agora… faz toda a diferença. Por isso, assine ALL IN ONE e copie minha carteira de investimentos aqui www.investe10.com.br/assine NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS!COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

  • Resultados parecem ruins… até você olhar o caixa (#COGN3 #YDUQ3 #AZZA3 #PLPL3)

    A temporada de resultados muitas vezes engana quem olha apenas a manchete. No 4T25, vários números pareceram fracos à primeira vista, mas quando analisamos qualidade do resultado, geração de caixa e posição no ciclo, a leitura muda bastante. Abaixo, consolidei os principais pontos das empresas que comentei hoje. Educação: números confusos, mas muito caixa Cogna (#COGN3) O resultado pareceu fraco inicialmente, mas era só poluição Receita +2% EBITDA -5% a/a Margens pressionadas Mas houve muita poluição não recorrente. 1) Kroton: crescimento mascarado A receita parece fraca porque descontos que antes apareciam em outra linha passaram a reduzir diretamente a receita. Ajustando essa reclassificação, o crescimento operacional foi próximo de 10%. 2) Medicina pressionando custos Cursos de medicina exigem mais professores, laboratórios e estrutura. Isso pressiona margem no curto prazo, mas tende a melhorar rentabilidade no longo prazo. 3) PNLD adiado No segmento Saber (educação básica), o adiamento do PNLD para 2026 empurrou receitas para frente, enquanto parte dos custos já entrou no 4T25. 4) Caixa e desalavancagem O fluxo operacional foi forte e a dívida líquida caiu para 1,2x EBITDA. Valuation: P/E 2026E: ~8x FCF yield 2025: ~11% FCF yield 2026: ~14% Yduqs (#YDUQ3) -;A ação caiu forte, mas a qualidade do resultado foi melhor do que parece. EBITDA +16% acima das estimativas Margem 35% Fluxo de caixa livre acima de R$1 bilhão em 2025 O que pesou no resultado: queda nas matrículas resultado financeiro transição do EAD para modelos semipresenciais após mudanças regulatórias O crescimento do setor ainda está fraco. A própria gestão foi clara: o ciclo do mercado educacional está ruim, então o foco agora é geração de caixa e remuneração ao acionista enquanto o ciclo não vira. O paradoxo da ação hoje é: lucro contábil fraco mas geração de caixa muito forte. A tese atual é eficiência e desalavancagem, não crescimento. Valuation: P/E ~6x FCF yield ~15% Varejo: disciplina de capital voltando Azzas 2154 (#AZZA3): O 4T25 veio com menos volume, mas isso faz parte de uma estratégia para entregar um 2026 mais saudável. Receita -4% EBITDA -3,5% Apesar disso, a geração de caixa foi forte: R$838 milhões no trimestre A alavancagem caiu para 1,28x EBITDA. Hoje a companhia negocia a: P/E ~7x FCF yield ~11% Barata frente aos pares. A disputa de visões dentro da companhia também é relevante: Alexandre Birman (ex-Arezzo) → foco em margem e disciplina de capital Roberto Jatahy (ex-Soma) → histórico de expansão e crescimento de marcas Hoje a gestão segue mais alinhada à visão Birman, com ele como CEO. Jatahy continua relevante, como executivo e membro do conselho. Um ponto curioso: a Hering segue sendo uma grande consumidora de energia e recursos dentro do grupo. Mineração: resultados bons, ciclo ainda incerto CSN (#CSNA3): A companhia até entregou um 4T25 acima do esperado, mas o problema é estrutural: alavancagem elevada juros altos no Brasil forte dependência de minério de ferro E o minério continua dependente de uma China ainda travada no setor imobiliário. Isso limita o entusiasmo com a tese. CSN Mineração (#CMIN3): Resultado sólido no trimestre. Volumes maiores compensaram preços mais fracos e custos pressionados. margem 43% alavancagem praticamente nula produção anual 45,5 milhões de toneladas custo C1 competitivo. Mas a tese continua sendo macro. Sem uma recuperação clara do setor imobiliário chinês, o minério tende a ter upside limitado. Um ponto importante: CMIN3 é muito mais alavancada ao preço do minério, pois praticamente só vende minério de ferro. Já Vale (#VALE3) tem diversificação relevante: cobre níquel logística contratos de longo prazo Construção: ciclo começando a destravar Plano & Plano (#PLPL3): O resultado foi forte, mas o ponto mais importante está no ciclo operacional. Depois da extensão do ciclo de obras em 2023–2024, vários projetos começam agora a avançar no POC (percentual de obra concluída), acelerando o reconhecimento de receita. 4T25: Receita +60% a/a 2025: Vendas +42% R$5,3 bilhões em lançamentos Ou seja: existe muito projeto contratado que ainda vai virar receita e lucro. Rentabilidade impressionante: ROE de 38,7% Com o ciclo de obras normalizando, 2026 deve destravar receita de forma relevante. Estimativa: lucro próximo de R$500 milhões geração de caixa semelhante Valuation atual: P/L ~6x crescimento de receita acima de 20% Agro: entendendo o ciclo SLC Agrícola (#SLCE3) O 4T25 isolado diz pouco. Receita +15% a/a EBITDA +4% prejuízo de R$71 milhões (impacto financeiro após aquisições de terras) No ano cheio, os números foram bem mais fortes: EBITDA R$2,66 bilhões (+31%) lucro R$565 milhões (+17%) produtividade recorde em soja e milho Mas o mais importante é entender o ciclo do agro. No setor agrícola, o custo é um choque imediato e o preço é uma resposta atrasada. Quando fertilizantes, diesel e defensivos sobem como agora pela guerra no Ira... → a margem do produtor comprime primeiro. Se esses custos elevados levam a: menor área plantada ou menor produtividade global então o ajuste vem depois: menos oferta → preços agrícolas mais altos. O ciclo clássico costuma ser: custos sobem → margem aperta → oferta futura cai → preço agrícola sobe. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! 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  • As maiores distorções da bolsa ! Nos EUA, exterior e Brasil !!!!

    Bom dia pessoal! Atualizei o site com algo que há muito me pediam! Agora, na carteira maiores distorções da bolsa, aquela que mapeia as possíveis pechinchas (e estamos em uma ótima hora para falar nelas não é mesmo), temos também papéis internacionais além dos brasileiros!!! Confira agora mesmo aqui: (apenas para assinantes) https://www.investe10.com.br/maiores-distor%C3%A7%C3%B5es-da-bolsa Obs. Estou trabalhando em algo INCRÍVEL para divulgar em breve na sequencia desta atualização. Quem ainda não é assinante e assinar agora vai ter acesso BETA em primeira mão!

  • Brava Energia (BRAV3): hedge agressivo gera debate após resultado do 4T25 | O que o hedge esconde e quanto a empresa pode valer com Brent entre US$70 e US$150

    O resultado do 4T25 da Brava Energia reacendeu um debate importante no mercado: até que ponto a empresa sacrificou o potencial de ganho com o petróleo ao ampliar de forma agressiva sua estratégia de hedge. O trimestre veio operacionalmente pressionado, com produção menor e descontos maiores na comercialização do petróleo, mas o principal ponto de discussão e desagrado foi a quantidade de barris protegidos por derivativos. A decisão de ampliar a proteção ocorreu justamente quando o cenário geopolítico voltou a pressionar o preço do petróleo para cima. Vamos por partes.... Resultado do 4T25 A Brava reportou um trimestre misto. Receita líquida R$ 2,54 bilhões, 31% maior antes o ano anterior EBITDA ajustado R$ 808 milhões, 60% maior Margem EBITDA 31,7% Lucro líquido –R$ 588 milhões O prejuízo decorreu principalmente de: menor produção offshore descontos na venda do petróleo de Atlanta custos fixos diluídos em menor volume geração de caixa praticamente nula no trimestre Produção pressionada A produção média caiu para 76,5 mil boe/d. O trimestre foi impactado por: • manutenções programadas • inspeções regulatórias • menor volume em campos offshore Esse efeito é relevante porque a estrutura de custos da empresa tem componente fixo elevado. Quando a produção cai, as margens se deterioram rapidamente. Esse foi um dos fatores que pressionaram o resultado. O grande debate: o hedge de petróleo O ponto que mais chamou atenção no resultado foi a expansão significativa do hedge de petróleo. A empresa passou a ter mais de 20 milhões de barris protegidos ao longo de aproximadamente 15 meses. Essa proteção está dividida em duas estruturas principais. NDFs Preço fixo próximo de US$ 63–64 por barril Collars Faixa aproximada de US$ 65 a US$ 75 Acima desse nível, a empresa deixa de capturar a alta adicional do Brent. Quanto da produção está travado?! Considerando: produção atual próxima de 75 mil barris/dia potencial de crescimento para 90–100 mil barris/dia com novos ativos Os 20 milhões de barris hedgeados equivalem aproximadamente a: 7 meses de produção (de um total de 15 meses) em um cenário de 100 mil barris/dia ou cerca de 9 meses na produção atual Por trimestre temos algo como 1T26 e 2T26 - cerca de 70% da produção travada 3T e 3T26 - hedge cai. No ano de 2026 : 50% da produção travada Ou seja, parte relevante do fluxo de caixa futuro já está protegida. Por que isso gerou tanta discussão, justificada! A tese de investimento em empresas de petróleo normalmente está ligada a dois fatores principais: 1. exposição à commodity 2. proteção natural contra inflação Quando o preço do petróleo sobe, o lucro da empresa tende a aumentar de forma significativa. O hedge excessivo altera essa dinâmica. Se o Brent subir para níveis muito elevados — por exemplo US$100 ou US$120 — parte relevante da produção da empresa continuará sendo vendida perto de US$70. Isso reduz o potencial de geração de caixa em cenários de alta. A crítica de parte do mercado é justa... Alguns investidores passaram a questionar a estratégia da empresa. A crítica central é que a companhia teria neutralizado boa parte da principal tese de investimento em petróleo. Em um cenário de choque de oferta, como agora com a guerra e restrições logísticas, empresas do setor normalmente capturam lucros extraordinários. Mas com grande parte da produção travada em derivativos, a Brava poderia capturar apenas uma fração desse movimento. Essa visão levou alguns investidores a argumentar que a empresa teria criado um “teto” artificial para o preço realizado do petróleo. O contraponto: proteção de caixa Por outro lado, há uma leitura mais construtiva da estratégia. Empresas independentes de petróleo costumam ser mais sensíveis a ciclos de preço. Se o Brent cair para níveis abaixo de US$60, o impacto na geração de caixa pode ser significativo. Nesse contexto, o hedge funciona como proteção financeira. Ele garante que uma parcela relevante da produção seja vendida a preços capazes de cobrir: custos operacionais Juros da dívida investimentos Ou seja, reduz o risco de estresse financeiro. A questão central: a empresa precisa desse hedge? Um argumento que surgiu após o resultado foi que o tamanho do hedge poderia indicar que a empresa não suporta um Brent muito baixo. Se o petróleo cair para algo próximo de US$50–55, a geração de caixa ficaria pressionada. Por isso, a empresa teria ampliado a proteção. Essa leitura ganhou força justamente porque o volume hedgeado cresceu significativamente no 4T25. Por outro lado, o caixa de curto prazo da Brava é altíssimo, em cerca de US$1 bilhão, e a dívida tem vencimentos longos, o que definitivamente mostrava que ela não estava com a corda no pescoço e nao precisaria ser tão agressiva no hedge do 1T e 2T2026 Perspectivas operacionais Apesar do ruído em torno do hedge, o cenário operacional pode melhorar. Alguns fatores importantes para 2026 incluem: Recuperação da produção Campos que passaram por manutenção devem voltar a operar com maior capacidade. Melhor desempenho de Papa-Terra: O lifting cost do campo vem melhorando gradualmente. Possível entrada de Tartaruga Verde: Caso a aquisição se concretize, a produção pode crescer de forma relevante. Redução da alavancagem: A empresa encerrou o período com dívida líquida equivalente a 2,2x EBITDA, tendência que pode melhorar com maior geração de caixa. O papel do bunker - guerra ajudou muito no preço do principal produto vendido pela empresa Um ponto menos discutido, mas relevante, é a exposição da empresa ao mercado de bunker (combustível marítimo). A elevação recente nos preços (spreads) desse combustível com a guerra pode compensar parcialmente o efeito negativo do hedge sobre o petróleo. Esse fator pode ajudar a sustentar margens em períodos de maior volatilidade da commodity. Sensibilidade da BRAV3 ao preço do petróleo Considerando: produção potencial: 100 mil barris/dia produção anual: 36,5 milhões de barris hedge total: 20 milhões de barris hedge médio: US$65–75 desconto físico médio: US$8 vs Brent A empresa fica parcialmente protegida quando o petróleo cai, mas também limita o ganho quando sobe muito. Ou seja: Mesmo com Brent a 200, o preço médio recebido pela empresa ficaria perto de US$97. O hedge faz duas coisa: • protege o caixa se Brent cair para 60 • reduz bastante o upside se Brent disparar Sem hedge, os números acima de US$100 seriam bem maiores. Conclusão Considerando o Hedge, atualizei o modelo para responder: Quanto vale BRAV3 com petróleo a..

  • Guia para Escolher Ações com Confiança: Sua Jornada Começa Aqui

    Investir em ações pode parecer um bicho de sete cabeças, não é mesmo? Eu sei bem como é essa sensação de insegurança na hora de decidir onde colocar seu dinheiro. Mas calma! Com um pouco de conhecimento e prática, você vai perceber que escolher ações pode ser algo simples e até divertido. Neste guia, vou te mostrar passo a passo como escolher ações com confiança, para que você possa investir de forma inteligente e construir um futuro financeiro sólido. Entendendo a Escolha de Ações: O Que Você Precisa Saber Antes de sair comprando ações por aí, é fundamental entender o que está por trás dessa escolha. A seleção de ações não é um jogo de sorte, mas sim uma decisão baseada em análise e estratégia. Você já parou para pensar por que algumas ações sobem e outras despencam? Isso acontece por vários motivos, como o desempenho da empresa, o setor em que ela atua, a economia do país e até o cenário internacional. Para começar, é importante conhecer alguns conceitos básicos: Liquidez : A facilidade com que você pode comprar ou vender uma ação no mercado. Dividendos : Parte do lucro da empresa distribuída aos acionistas. Valuation : Avaliação do valor real da empresa, que ajuda a entender se a ação está cara ou barata. Setor de atuação : O segmento econômico em que a empresa opera, como tecnologia, saúde, varejo, etc. Esses pontos são essenciais para que você não tome decisões no escuro. E olha, não precisa decorar tudo de uma vez! O importante é ir aprendendo aos poucos e aplicando o que faz sentido para o seu perfil. Analisando gráficos para escolher ações com confiança Passos Práticos para uma Escolha de Ações Segura Agora que você já sabe o básico, vamos ao que interessa: como escolher ações de forma prática e segura. Vou te dar um roteiro simples para seguir: Defina seu objetivo de investimento Quer investir para aposentadoria? Para uma viagem? Ou para comprar um imóvel? Saber o motivo ajuda a escolher ações que combinem com seu prazo e tolerância ao risco. Estude o histórico da empresa Pesquise o desempenho financeiro, a reputação no mercado e as notícias recentes. Empresas sólidas tendem a ser investimentos mais seguros. Avalie o setor Alguns setores são mais estáveis, outros mais voláteis. Por exemplo, empresas de energia costumam ser mais estáveis, enquanto tecnologia pode ter altos e baixos. Analise indicadores financeiros Indicadores como P/L (Preço sobre Lucro), ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) e margem líquida ajudam a entender a saúde financeira da empresa. Diversifique sua carteira Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Invista em diferentes setores e tipos de ações para reduzir riscos. Acompanhe o mercado regularmente O mercado muda o tempo todo. Fique atento às notícias e aos resultados das empresas para ajustar seus investimentos quando necessário. Seguindo esses passos, você vai perceber que escolher ações não é um bicho de sete cabeças. É uma questão de informação e estratégia. Como juntar R$ 4.000 em 3 meses? Você já pensou em juntar uma quantia significativa em pouco tempo para começar a investir? Juntar R$ 4.000 em 3 meses pode parecer difícil, mas com disciplina e planejamento, é totalmente possível. Quer saber como? Faça um orçamento mensal : Anote todas as suas receitas e despesas. Identifique gastos que podem ser cortados ou reduzidos. Estabeleça metas semanais : Divida os R$ 4.000 em metas menores, como R$ 333 por semana. Isso torna o objetivo mais palpável. Automatize suas economias : Programe transferências automáticas para uma conta poupança ou investimento logo que receber seu salário. Busque renda extra : Se possível, faça trabalhos freelancers, venda itens que não usa ou explore outras fontes de renda. Evite dívidas desnecessárias : Dívidas com juros altos podem atrapalhar seu planejamento. Com foco e organização, você vai conseguir juntar esse valor e dar o primeiro passo para investir em ações com confiança. Planejamento financeiro para juntar dinheiro e investir Dicas para Evitar Erros Comuns na Escolha de Ações Errar faz parte do aprendizado, mas alguns erros podem ser evitados com atenção. Vou compartilhar os mais comuns para você ficar esperto: Comprar ações só porque estão baratas Preço baixo não significa bom investimento. Pode ser sinal de problemas na empresa. Seguir a manada Investir só porque todo mundo está fazendo pode levar a perdas. Tenha seu próprio critério. Não diversificar Colocar todo o dinheiro em uma única ação é arriscado demais. Ignorar os custos Taxas de corretagem e impostos podem impactar seus ganhos. Saiba quanto vai pagar. Não ter paciência Investir em ações é para quem pensa no médio e longo prazo. Não espere ficar rico da noite para o dia. Lembre-se: aprender com os erros é importante, mas evitar os mais comuns já te coloca à frente de muita gente. Como usar a análise fundamentalista para escolher ações Se você quer ir além do básico, a análise fundamentalista é uma ferramenta poderosa. Ela consiste em avaliar os fundamentos da empresa para entender seu valor real. Aqui estão os principais pontos que eu sempre observo: Receita e lucro líquido : Empresas que crescem consistentemente são mais confiáveis. Endividamento : Dívidas altas podem ser um sinal de risco. Fluxo de caixa : Mostra a capacidade da empresa de gerar dinheiro. Governança corporativa : Empresas com boa gestão tendem a ser mais transparentes e eficientes. Perspectivas futuras : Avalie o mercado e a inovação da empresa. Com esses dados, você consegue identificar ações que estão subvalorizadas ou com potencial de crescimento. É um passo a mais para investir com segurança. Seu próximo passo para investir com confiança Agora que você já sabe o caminho para escolher ações com confiança, que tal colocar em prática? Comece pequeno, estude sempre e não tenha medo de errar. O importante é estar em movimento e aprender a cada passo. Se quiser aprofundar ainda mais, recomendo que você confira este guia completo sobre como escolher ações para investir . Lá, você vai encontrar dicas detalhadas e ferramentas que facilitam sua decisão. Lembre-se: investir é uma jornada, e a Investe10 quer ser sua bússola para navegar nesse mercado com segurança e inteligência. Vamos juntos construir um futuro financeiro sólido! Quer trocar uma ideia ou tirar dúvidas? Deixe seu comentário! Estou aqui para ajudar você a investir melhor.

  • Escândalo Vorcaro e Moraes escancara por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (esse texto é pq eu não quero isso pra vc)

    Confesso q perdi produtividade essa semana. Acabei trabalhando 15h por dia a não as 10h que costumo trabalhar. Não tive como não perder tempo com o escândalo e as aventuras amorosas do Vorcaro, além da guerra, explosão do preço do petróleo junto com o Irã e claro, temporada de resultados (a coisa realmente mais importante dessa lista). Dito isso, e sabendo que sou uma empreendedora, vocês agora entendem as 15h (por baixo) de trabalho por aqui. Se algo me redime, acho que ocorreu com todo mundo. Me diga, por favor, que você também perdeu alguns minutos essa semana rindo da peleleca (nós merecemos rir um pouco). Tem a AI para ajudar, mas francamente, ela (ainda) não substitui nossa alma e espontaneidade e perspicácia humana. Esse texto por exemplo, estou escrevendo palavra por palavra querido leitor, em pleno sábado de chuva aqui no meu paraíso escondido no mundo. Escândalo Vorcaro (ex dono do liquidado banco Master) e Moraes escancaram por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (escrevi esse texto porqdue não quero isso para você) Chegamos na prisão de Vorcaro. A morte de seu capataz bem pago (R$1 milhão por mês, imagine o que ele não fazia meu querido amigo leitor) poucas horas após sua prisão (nenhum ser humano pensaria em queima de arquivo aqui) Não bastasse, entra na história um (o segundo!) ministro do Supremo (se fosse filme, já começaríamos pensa que o diretor estava forçando a barra aqui).  Nossos dois malvados favoritos trocaram mensagem DE VIZUALIZAÇÃO ÚNICA no DIA DA PRISÃO Os bastidores do sistema financeiro. A trama não seria perfeita se não tivesse romance, traição, ostentação afinal, aqui é Brasil! E teve. Postei o vídeo do noivado de (dizem) 40 milhões de euros na Itália no meu Twitter, ele viralizou e teve algo como milhares de visualizações. Vorcaro não é só um escândalo. E aí é que começa a parte mais triste dessa história.   Talvez ele esteja mostrando, de forma quase didática, como funciona o ambiente econômico brasileiro  e porque o brasileiro continua pobre em dólares. Essa semana, por exemplo, saiu mais um dado simbólico. O Brasil deixou de ser a 10ª maior economia do mundo e caiu para a 11ª posição , sendo ultrapassado pela Rússia. Sim, eu sei. Parte disso tem a ver com a valorização recente do rublo. Mas, sinceramente, isso não nos redime. Porque não faz tanto tempo assim que o Brasil chegou a ser a 6ª maior economia do planeta . Estamos falando de um país que perdeu posições ao longo do caminho . Poucos países no mundo têm uma combinação tão poderosa de recursos naturais e população. Temos terra fértil (eu acho que é a melhor do mundo – Aqui, tudo que se planta, dá). Tem petróleo. Tem minério e minerais estratégicos. Tem energia (que seria) barata (não fosse nossos roubos).Tem um mercado consumidor enorme. Tem carisma. Não tem guerra. Mesmo assim, quando comparamos nosso padrão de vida com países desenvolvidos — especialmente em moeda forte — somos POBRES. É que produzir riqueza no Brasil virou uma atividade cara demais . impostos complexos, burocracia infinita, regras que mudam o tempo todo. - não vou chover no molhado aqui Prometo te mostrar o lado bom depois de falar o ruim, até o final do texto (fica comigo) Mas antes de te mostrar como ganhar dinheiro no caos, quero falar existe algo ainda mais profundo... O ambiente institucional: Corrupção, insegurança jurídica e o famoso jeitinho brasileiro criaram um sistema onde praticamente todo mundo precisa gastar energia demais tentando se proteger. Empresas gastam fortunas com advogados. Investidores exigem retornos maiores para compensar riscos. Projetos demoram anos para sair do papel. é o custo Brasil: ·       quando uma empresa brasileira paga juros muito maiores que uma americana para financiar um projeto. ·       quando investimentos em infraestrutura demoram décadas para sair do papel. ·       quando empreendedores gastam mais tempo tentando entender regras do que inovando. Tudo isso reduz produtividade. E produtividade, no longo prazo, é o que determina a riqueza de um país. Países ricos produzem mais valor por hora trabalhada. No Brasil, muitas vezes o talento (se é que não saiu daqui ainda) vai para outra coisa: aprender a navegar o sistema . O jeitinho brasileiro, celebrado como criatividade, é apenas um mecanismo de sobrevivência dentro de um ambiente institucional IMPOSSÍVEL. Não é coincidência que os juros no Brasil historicamente tenham sido tão altos. É um reflexo do risco estrutural do país. O PARADOXO DO QUANTO PIOR, MELHOR O Brasil é muito BOM para o investidor. E é exatamente por isso que todos que moram aqui sabem que aqui O rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre... (Xibom Bombom - As Meninas) Você pode ter uma carteira que ao mesmo tempo: Invista parcela no exterior, em dólares, ganhe juros extraordinários localmente e ainda ganhe RIOS DE DINHEIRO NA BOLSA. O mesmo ambiente imperfeito que limita o crescimento do país também cria algumas das maiores distorções de preço do mundo no mercado financeiro . Porque quando o capital é mal alocado por muito tempo e o país vive ciclos constantes de desconfiança, ativos bons acabam sendo negociados muito abaixo do que realmente valem. (sabe quem fez fortuna aproveitando isso? André Esteves, do BTG!) A história da bolsa brasileira está cheia desses momentos. Empresas excelentes negociadas a preços absurdamente baixos simplesmente porque o cenário parecia confuso demais para que alguém quisesse prestar atenção. Eu passo praticamente todos os meus dias tentando identificar essas distorções. Há cerca de 20 anos  analiso empresas brasileiras, tentando separar o barulho político daquilo que realmente importa: geração de caixa, vantagens competitivas e preço. Foi assim que várias das grandes histórias de valorização da bolsa começaram — quando o ambiente parecia caótico demais para que alguém quisesse olhar com calma. Hoje eu mantenho uma carteira chamada All In One , com as ações que considero as melhores oportunidades da bolsa brasileira neste momento. E também investir no exterior e nos nossos ricos juros e FIIs, porque merecemos TUDO. Não é uma carteira para quem quer apostar. É para quem quer entender onde estão as distorções antes que o mercado perceba. Se você quiser conhecer as empresas que estão ali e entender por que acredito que elas podem se beneficiar justamente dessas imperfeições do Brasil, você pode ver aqui: www.investe10.com.br/assine Porque existe uma ironia curiosa sobre investir no Brasil. O país pode continuar complicado por muito tempo. Mas exatamente por isso as oportunidades aqui costumam ser enormes para quem entende o jogo. Te encontro do lado de lá, vamos ganhar dinheiro juntos. Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA e consultora CVM  Escândalo Vorcaro e Moraes escancaram por que quem investe só no Brasil continua pobre em dólares (esse texto é pq eu não quero isso pra vc)

  • Lojas Renner (LREN3) volta a executar: margens sobem, caixa cresce e dividendos podem chegar a 8%

    A Lojas Renner (LREN3)  divulgou um resultado sólido no 4T25 , com expansão de margens, geração de caixa e lucro recorde em 2025. Mais do que o crescimento do lucro, o que chama atenção no resultado é a qualidade da execução operacional , indicando que a companhia voltou ao padrão de eficiência que sempre caracterizou a empresa no varejo brasileiro. O EBITDA ajustado atingiu R$ 1,1 bilhão no trimestre (+9% na comparação anual) , acompanhado de uma expansão relevante de rentabilidade. A margem bruta chegou a 56,5% (+0,7 p.p.) , enquanto a margem EBITDA alcançou 25,6% (+1,1 p.p.) . Outro ponto importante foi a queda de 3,4% nos estoques , sinalizando melhor gestão de coleções e da cadeia de suprimentos. Estoques mais equilibrados reduzem a necessidade de promoções agressivas e ajudam a sustentar margens ao longo dos trimestres. A melhora operacional também se refletiu na geração de caixa. A companhia reportou R$ 561 milhões de fluxo de caixa livre no 4T25 , reforçando a capacidade do negócio de converter resultado operacional em caixa. No acumulado de 2025, a fotografia é ainda mais positiva. A Renner registrou lucro líquido recorde de R$ 1,46 bilhão (+21,8%) , enquanto o EBITDA alcançou R$ 3,19 bilhões (+20%) , consolidando um ciclo de recuperação de rentabilidade após os desafios enfrentados pelo varejo nos últimos anos. O crescimento das vendas também mostrou qualidade. O SSS (vendas mesmas lojas) avançou 3,3% , indicando que a melhora não depende apenas da abertura de novas unidades. Para 2026, a companhia projeta investimentos de aproximadamente R$ 1,05 bilhão , com plano de expansão relevante: 22 a 30 novas lojas Renner 23 a 25 lojas Youcom aproximadamente 5 novas unidades da Camicado Além dos números operacionais, outro dado relevante reforça a força da marca Renner. Uma pesquisa do UBS Evidence Lab  mostrou que 54% dos consumidores pretendem comprar na Renner nos próximos 12 meses , colocando a companhia na liderança da intenção de compra no varejo de vestuário brasileiro , à frente de C&A e Riachuelo. Ao mesmo tempo, a Shein perdeu posição no ranking , após mudanças nas regras de tributação de importações, o que ajuda a reduzir uma das preocupações recentes do mercado: o impacto estrutural dos players asiáticos sobre o varejo nacional. Outro ponto que começa a chamar atenção é a mudança gradual na natureza da tese da Renner . Historicamente, a empresa sempre foi vista como uma história de crescimento , reinvestindo grande parte do caixa na expansão da operação. Agora, com o negócio mais maduro e a rentabilidade recuperada, a companhia começa a mostrar uma capacidade maior de geração de caixa , abrindo espaço para remuneração mais relevante aos acionistas . Em alguns cenários, considerando dividendos e recompras de ações, o retorno ao acionista pode se aproximar de 8% ao ano  — algo que poucos investidores associavam à Renner no passado. Se o ciclo de queda de juros avançar no Brasil , o varejo de vestuário tende a ser um dos primeiros setores a sentir melhora na demanda, o que pode beneficiar ainda mais o desempenho da companhia. Mesmo com essa melhora operacional relevante, as ações seguem sendo negociadas a aproximadamente 9 vezes lucro , um nível que, na minha visão, não reflete a qualidade do ativo nem a recuperação de rentabilidade que já está em curso . Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA Consultora de investimentos 🔎 Mais análises em: https://www.investe10.com.br 📲 Participe do grupo gratuito no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t A Lojas Renner (LREN3)  divulgou um resultado sólido no 4T25 , com expansão de margens, geração de caixa e lucro recorde em 2025.

  • Simpar chama o BNDES e levanta até R$3,4 bi: reforço de capital ou sinal de aperto?

    Simpar levanta até R$3,4 bilhões com BNDES: aumento de capital em SIMH3, VAMO3 e MOVI3 preocupa minoritários ------ Nos últimos dois anos, o mercado brasileiro viveu um deserto de IPOs. Agora, o que não veio em aberturas de capital começa a aparecer em follow-ons — e o grupo Simpar acaba de dar um dos maiores exemplos disso. A Simpar (SIMH3), junto com Vamos (VAMO3) e Movida (MOVI3), aprovou aumentos de capital que, somados, podem chegar a cerca de R$3,4 bilhões. Parte relevante desse montante terá como âncora a BNDESPar, braço de participações do BNDES, além do próprio controlador do grupo. Na prática, trata-se de um reforço de capital em três frentes: SIMH3: até R$2 bilhões VAMO3: R$400–600 milhões MOVI3: R$500–750 milhões A diluição potencial é relevante principalmente na holding. SIMH3: 22% a 29% VAMO3: 9% a 12% MOVI3: 11% a 16% Naturalmente, a primeira reação do mercado foi a previsível: minoritários reclamando de diluição. Mas a análise precisa ir um pouco além. O problema estrutural do grupo: dívida Quem acompanha o grupo Simpar sabe que o crescimento dos últimos anos veio acompanhado de alavancagem elevada. A estratégia sempre foi agressiva: crescer frota, ampliar operações logísticas, financiar expansão e capturar escala. Esse modelo funciona muito bem quando: crédito é abundante juros são baixos mercado de capitais está aberto Mas quando o custo de capital sobe — como ocorreu no Brasil — a alavancagem começa a pesar no valuation. Nesse contexto, levantar equity vira uma alternativa quase inevitável. Não é por acaso que o mercado vinha especulando sobre isso há meses. --- O BNDES entra e isso muda bem a figura A entrada da BNDESPar como investidor relevante gera ruído em duas frentes. Primeiro, governança. Parte do mercado sempre torce o nariz para a presença do banco estatal no capital. Segundo, percepção de necessidade. Quando uma empresa precisa de um investidor âncora estatal para estruturar uma capitalização, a leitura imediata de parte dos investidores é que o mercado sozinho talvez não absorvesse facilmente a oferta. Por outro lado, há um lado pragmático nessa equação. Com o BNDES na base acionária, o risco de crédito percebido pelo mercado tende a cair. Isso pode se traduzir em: spreads menores em dívida melhor acesso a funding maior previsibilidade financeira Para um grupo intensivo em capital como a Simpar, isso não é trivial. --- Diluição existe — mas o desconto não é extremo para as controladas Outro ponto importante é que o preço das emissões não veio com desconto destrutivo, algo comum em momentos de estresse. Os valores indicados foram próximos às cotações de mercado: SIMH3: emissão a R$11,24 (ação R$11,83) VAMO3: emissão a R$3,85 (ação R$4,28) MOVI3: emissão a R$11,72 (ação R$13,33) Isso significa que o ajuste teórico de preço tende a ser relativamente limitado. No caso da Vamos, por exemplo, o impacto estimado no preço teórico da ação seria da ordem de 1% a 2%. Ou seja: há diluição, mas não é uma diluição predatória. Além disso, os acionistas têm direito de subscrição, podendo manter sua participação proporcional se desejarem. --- O verdadeiro trade-off para o acionista No fundo, a discussão não é sobre diluição. É sobre estrutura de capital. O investidor da Simpar precisa decidir entre duas alternativas: 1. Aceitar alguma diluição hoje 2. Conviver com uma empresa mais alavancada e com risco financeiro maior Na minha leitura, o grupo escolheu antecipar o reforço de capital em um momento relativamente favorável. Vale lembrar: Simpar dobrou de preço no último ano Movida chegou a quadruplicar desde as mínimas ambas negociam acima de 1,6x P/VP Captar capital depois de uma recuperação forte do papel é financeiramente racional. Empresas raramente levantam equity quando a ação está barata. --- O mercado pode reagir mal no curto prazo Dito isso, é possível que o mercado reaja negativamente no curtíssimo prazo. Follow-ons quase sempre pressionam preço no dia seguinte, por três razões: efeito mecânico da diluição aumento de oferta de ações ruído de percepção Mas isso não significa necessariamente destruição de valor. Às vezes, é simplesmente o custo de fortalecer o balanço. --- A pergunta que realmente importa A questão central para o investidor não é o aumento de capital em si. É se o capital novo vai realmente reduzir risco financeiro ou apenas sustentar crescimento alavancado. Se for para desalavancar e reduzir custo de dívida, a operação pode até aumentar o valor do grupo no longo prazo. Se for apenas para continuar expandindo com capital intensivo, a discussão volta rapidamente. Minha leitura Não é uma notícia confortável para o minoritário. Mas também não é o desastre que alguns estão pintando. É, acima de tudo, um movimento clássico de ajuste de balanço em um grupo que cresceu rápido demais em um ambiente de juros que mudaram de patamar. E no mercado de capitais existe uma regra simples: Empresas muito alavancadas sempre acabam tendo que escolher entre equity ou dor. A Simpar escolheu equity. Se você quer entender quais ações realmente valem a pena comprar — e quais parecem baratas mas escondem riscos como esse de estrutura de capital, eu mostro tudo na minha carteira All In One. É a estratégia que uso para selecionar empresas com potencial de valorização e risco controlado, já analisando balanço, dívida e qualidade do negócio. Conheça a carteira e veja as ações que estou comprando agora. www.investe10.com.br/assine

  • Na Grendene (GRND3), o caixa rende mais que o chinelo | Análise do resultado do 4T25

    A Grendene ( GRND3 ) apresentou um operacional fraco no 4T25 . A receita líquida caiu 18 % na comparação anual , refletindo principalmente a forte queda de volume. O volume vendido recuou cerca de 20%, enquanto o custo por par subiu aproximadamente 10% ao ano. Com menor diluição de despesas e custos pressionados, o impacto sobre a rentabilidade foi relevante. O EBIT caiu 44% ano contra ano, evidenciando a deterioração do resultado operacional. Apesar disso, o lucro líquido veio forte, atingindo R$ 286 milhões no trimestre. O motivo foi claro: o resultado financeiro. Com cerca de R$ 1,4 bilhão em caixa aplicado, a Grendene acabou ganhando mais dinheiro com aplicações atreladas ao CDI do que com a venda de calçados. Dividendos elevados e valuation baixo A empresa anunciou um dividend yield de aproximadamente 33% no período, impulsionado por eventos extraordinários. O dividend yield recorrente gira em torno de 10%. Nos múltiplos, a ação também parece barata: FCF Yield: cerca de 8% EV/EBITDA: aproximadamente 5x P/L: perto de 5x EV/Lucro: aproximadamente 3 O EV/EBITDA ao redor de 5x reflete melhor o operacional do negócio e não parece caro para uma empresa com caixa líquido relevante. Já o EV/Lucro perto de 3x parece extremamente barato, mas essa percepção é influenciada pelo grande volume de caixa e pelo resultado financeiro elevado enquanto a Selic permanece alta. O verdadeiro problema da Grendene: o volume O principal ponto de atenção no resultado foi a queda de volume. O sell-in (vendas da Grendene para o varejo) caiu 22%, enquanto o sell-out (vendas do varejo para o consumidor final) caiu cerca de 10%. Isso indica que: o consumo final caiu aproximadamente 10% mas os varejistas reduziram compras em mais de 20% Ou seja, o problema não foi apenas demanda final. Houve um forte ajuste de estoques no varejo. Muitos lojistas simplesmente pararam de comprar, seja porque estavam com estoques elevados ou porque estavam cautelosos com o consumo. Perspectivas para 2026 A própria gestão da Grendene sinalizou possível melhora operacional em 2026, caso ocorra recomposição de estoques no varejo. Se o consumo permanecer relativamente estável e os estoques forem normalizados, os pedidos do varejo podem voltar a crescer. Nesse cenário, o sell-in pode subir entre 15% e 20% por alguns trimestres, mesmo sem um boom de consumo. O ambiente de consumo mais fraco em 2025 não foi exclusivo da Grendene. Diversos varejistas reportaram dificuldades, incluindo same store sales negativos no 4T, como observado também na C&A (CEAB3). Melissa e varejo próprio ganham importância Outro destaque foi o varejo próprio da companhia, que mostrou maior resiliência no trimestre. Esse segmento inclui: Club Melissa (franquias e lojas próprias) E-commerce da marca operações internacionais Esse canal tende a ganhar relevância na estratégia da empresa. Historicamente, a Grendene sempre foi muito dependente do atacado e do sell-in para lojistas. O fortalecimento do varejo próprio pode ajudar a empresa a ter maior controle sobre a demanda e capturar mais margem. Vale a pena investir em Grendene (GRND3)? A Grendene (GRND3) segue negociando a múltiplos baixos, com P/L perto de 5x e EV/EBITDA ao redor de 5x. No entanto, parte relevante do lucro recente vem do resultado financeiro, impulsionado pelo grande volume de caixa da companhia enquanto a Selic permanece elevada. O principal ponto para acompanhar em 2026 será a evolução do volume e a recomposição de estoques no varejo, que podem destravar uma recuperação do sell-in e da alavancagem operacional da empresa. Se isso acontecer, a companhia pode voltar a apresentar crescimento operacional depois de um 2025 marcado por queda de volume e margens pressionadas. Grendene (GRND3) paga bons dividendos? A Grendene (GRND3) é tradicionalmente conhecida como uma empresa boa pagadora de dividendos. No resultado recente, a companhia anunciou um dividend yield próximo de 33% no período, impulsionado por eventos extraordinários. Considerando apenas os pagamentos recorrentes, o dividend yield gira em torno de 10%, sustentado principalmente pela forte geração de caixa e pelo elevado volume de recursos financeiros aplicados. Grendene (GRND3) está barata? Nos múltiplos, a Grendene (GRND3) negocia atualmente perto de: P/L: cerca de 5x EV/EBITDA: aproximadamente 5x EV/Lucro: em torno de 3x FCF Yield: próximo de 8% Esses números sugerem uma ação aparentemente barata, mas parte relevante do lucro atual vem do resultado financeiro, favorecido pelo elevado caixa da companhia e pelas taxas de juros ainda altas no Brasil. Perguntas frequentes sobre Grendene (GRND3) A Grendene (GRND3) paga dividendos? Sim. A companhia é conhecida por distribuir dividendos elevados, com yield recorrente próximo de 10%. Por que o lucro da Grendene está alto? Parte relevante do lucro recente vem do resultado financeiro, já que a empresa possui cerca de R$ 1,4 bilhão em caixa aplicado. O que esperar da Grendene em 2026? A expectativa é de possível melhora operacional caso ocorra recomposição de estoques no varejo e recuperação do volume de vendas. Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA Consultora de investimentos https://www.investe10.com.br Whatsapp https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t

  • Resultados corporativos: Ultrapar melhora forte na Ipiranga, LJQQ3 vira aposta em queda de juros e Dexco segue dependente da construção

    O trimestre trouxe três histórias diferentes no mercado brasileiro: uma empresa melhorando estruturalmente (Ultrapar), uma tese extremamente sensível aos juros (Lojas Quero-Quero) e um setor ainda esperando a volta da construção civil (Dexco). #UGPA3 Operacionalmente excelente com margem da Ipiranga subindo + caixa recorde Volume: +7% Margem EBITDA: R$165/m³ vs R$140/m³ no 4T24 É um salto de 18% na margem unitária Geração de caixa operacional (CFO) recorde de R$5,5 bi +46%, EBITDA recorrente +36% e melhora clara de rentabilidade na Ipiranga (margem R$165/m³ vs R$140). Desconsidere o lucro fraco -71% pela base inflada por crédito fiscal em 2024 + impairment na Hidrovias. O CEO deixou claro que houve avanço no combate a postos ilegais e devedores contumazes. Combate aos postos ilegais está melhorando a estrutura do setor. Isso é enorme para o setor de combustíveis. Postos que: não pagam ICMS adulteram combustível operam com sonegação sistemática conseguem vender mais barato e pressionam as margens de toda a indústria. Se UGPA3 sustentar R$6 bi de EBITDA anual com capex R$2,6 bi e alavancagem 1,7x, a empresa vira um gerador de FCF relevante. CFO'25: R$ 5,5 bi Capex: R$ 2,6 bi FCF yield anualizado 10% DY 6% A virada da Ipiranga pode fechar esse Gap de desconto da #ugpa3 ante a vibra #VBBR3 #LJQQ3 é para mim uma tese de deep value / juros. Virou basicamente uma opção barata de queda de juros. É um negócio sensível à Selic sofrendo mto com os 15% Receita +4% no 4T25, EBITDA caiu 65% (margem 1,8%) e prejuízo de R$ 43 mi. Dívida líquida R$ 207 mi. Mesmo assim, a empresa segue gerando caixa (FCO anualizado R$158 mi) e projeta abrir até 10 lojas até 2026. A ação caiu 87% desde o IPO. O mercado está precificando a empresa a algo como 34% de FCF yield anualizado Dexco #DXCO3, aquela das marcas Duratex, Deca e Hydra, e controle da Itaúsa com 40,8% teve melhora operacional no 4T25: EBITDA recorrente +12%aa e lucro recorrente de R$36 mi. Lucro contábil prejuízo de R$48 mi com ajuste de valor do negócio de cerâmicas (impairment), com o mercado imobiliário fraco. Uma alta nessa ação segue dependente da retomada da construção civil. #EUCA3 no sgto madeira negocia 4x EV/EBITDA com desconto ante 5x da #DXCO3 Mas o problema aqui nem é múltiplo retorno baixo: ROIC 5% alavancagem alta 3x e FCF fraco Uma queda na Selic e animada na construção civil, além de vendas de ativos para desalavancar pode animar o papel, mas por enquanto eu não me animei E por fim... Cristiane Fensterseifer, CNPI, CGA, consultora de investimentos www.investe10.com.br Whatsapp - https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09?mode=gi_t Resultados corporativos: Ultrapar melhora forte na Ipiranga, LJQQ3 vira aposta em queda de juros e Dexco segue dependente da construção

  • Baidu, o “Google chinês”, tem caixa, tecnologia e IA. Então por que negocia a apenas 7x EBITDA?

    A companhia segue gerando caixa com o negócio de busca, mas aposta na expansão da IA e da AI Cloud como motores de crescimento capazes de reduzir o desconto no valuation. A Baidu entregou um trimestre com crescimento mais moderado no negócio tradicional de busca, mas avanço consistente nas frentes ligadas à inteligência artificial e cloud. A companhia segue tentando migrar sua tese de investimento de “search advertising” para “AI infrastructure”. A Receita cresceu 6% a/a e o lucro líquido ajustado foi de RMB 7,8 bilhões com 23% de margem operacional - acima do esperado  graças a controle de custos e resiliente mesmo com investimentos em IA. Além disso, gerou um fluxo de caixa livre de RMB 6 bilhões O principal ponto negativo continua sendo o negócio de publicidade da busca , que cresce pouco, já o destaque foi a expansão das áreas ligadas à inteligência artificial. O crescimento veio principalmente do Baidu AI Cloud, enquanto o negócio tradicional de publicidade digital continua com expansão mais lenta, refletindo o ambiente macro ainda fraco na China. Baidu Core: IA passa a ser o motor A divisão Baidu Core (busca + IA + cloud) cresceu cerca de 7% aa, o que é mais fraco... mas... Na divisão de AI Cloud , o destaque foi o crescimento de dois dígitos, impulsionado pela demanda crescente de empresas por soluções de inteligência artificial. Cada vez mais companhias estão procurando o Baidu para rodar, treinar e integrar modelos de IA em seus próprios sistemas — desde atendimento automatizado e geração de conteúdo até análise de dados e automação de processos. Grande parte dessas aplicações utiliza o modelo de linguagem Ernie , desenvolvido pela própria empresa, em um movimento semelhante ao que companhias como OpenAI e Google vêm fazendo no Ocidente. Na prática, isso mostra a tentativa do Baidu de migrar de um modelo baseado principalmente em publicidade digital para um negócio de infraestrutura de IA e serviços corporativos em nuvem , que tende a ser um dos principais vetores de crescimento da companhia nos próximos anos. O Ernie Bot , baseado no modelo de linguagem Ernie (LLM)  desenvolvido pelo Baidu, já ultrapassou 200 milhões de usuários . Trata-se de um sistema de inteligência artificial generativa semelhante ao ChatGPT, capaz de responder perguntas, gerar textos, criar códigos, resumir informações e interagir de forma conversacional com os usuários. Além do uso direto pelo público, o modelo também está sendo integrado a produtos e serviços corporativos, permitindo que empresas desenvolvam aplicações próprias de IA — como assistentes virtuais, automação de atendimento e análise de dados — usando a infraestrutura tecnológica do Baidu. Esse avanço é central para a estratégia da companhia de se posicionar como uma das principais plataformas de IA generativa na China . A empresa está em expansão de soluções de IA generativa para empresas A estratégia é clara: transformar o Baidu em um provedor de infraestrutura de IA, algo semelhante ao papel que empresas como Microsoft e Amazon desempenham no Ocidente. Segmento Receita Participação Publicidade em busca (search advertising / online marketing) ~RMB 12,3 bilhões ~ 47% Negócios de IA (AI Cloud, IA apps, Ernie, etc.) ~RMB 11 bilhões ~ 43% Outros (principalmente streaming iQIYI) ~RMB 6,7 bilhões ~ 10% Publicidade ainda é a base do caixa Apesar do foco crescente em IA, o search advertising ( a publicidade que aparece quando alguém faz uma busca na internet .) ainda responde pela maior parte da geração de caixa. O problema é que o crescimento do e-commerce na China desacelerou e as empresas estão reduzindo gastos em marketing digital. Além disso, concorrentes como ByteDance e Tencent seguem ganhando participação em publicidade Isso mantém o crescimento da receita consolidada em ritmo moderado. Apollo e robotáxis Outro vetor estratégico é a divisão de direção autônoma Apollo. Já são mais de 6 milhões de corridas de robotaxi acumuladas e a operação já é presente em várias cidades chinesas novos negócios do Baidu - robotaxi Apollo Ainda não é relevante financeiramente, mas representa opcionalidade relevante de longo prazo. Valuation Mesmo com forte investimento em IA, o mercado continua precificando a companhia com desconto relevante. O EV/EBITDA é de apenas 8x e o preço sobre o fluxo de caixa livre é de 10x (P/FCF) Para comparação, empresas globais de tecnologia e IA costumam negociar acima de 15–20x EBITDA. As empresas chinesas negociam quase pela metade do múltiplo das big techs americanas. Se compararmos com o Google, vemos 50% de desconto ! Alphabet: ~15x EV/EBITDA Baidu / Alibaba: ~7x Empresa EV/EBITDA FCF Yield Baidu 7,3 4,0% Alibaba Group 7,5 5,0% Tencent 12,7 3,0% Alphabet 15,5 4,5% Esse desconto reflete principalmente: • risco regulatório na China • competição em publicidade digital • incerteza sobre monetização da IA Mesmo dentro da China, o Baidu costuma negociar com desconto frente à Tencent. Supostamente porque tem um crescimento menor do core business (publicidade), a monetização da IA ainda é incerta e tem uma menor diversificação que Tencent O resultado reforça três pontos importantes: 1. Search continua financiando a empresa, mas não é mais o principal vetor de crescimento. 2. IA e cloud são a nova tese, ainda em fase de monetização. 3. O valuation segue descontado enquanto o mercado espera provas mais claras de crescimento acelerado. Se a Baidu conseguir transformar sua liderança em modelos de IA em receita recorrente de cloud, a reprecificação pode ser relevante. Caso contrário, a ação tende a continuar negociando como uma empresa de busca madura com opcionalidade em IA. Insight mais importante para quem está comprado O resultado reforça três pontos: Baidu continua gerando muito caixa: Mesmo com crescimento moderado, a empresa mantém margens altas e fluxo de caixa relevante. A tese está migrando de “search” para “IA”: O crescimento futuro depende cada vez mais de AI Cloud e aplicações de IA. O valuation continua descontado: A empresa negocia perto de 7x–8x EV/EBITDA , enquanto empresas globais de tecnologia costumam negociar acima de 15x . A tese OTIMISTA em Baidu hoje é simples: O core business (search/publicidade) financia a empresa enquanto a IA pode gerar reprecificação. A companhia está apostando forte em: Ernie (LLM tipo Chat GPT) AI Cloud Robotaxi Apollo Se essas linhas começarem a gerar receita relevante, o mercado pode começar a precificar Baidu mais próximo das big techs globais. A pergunta para o investidor é: o Baidu é um Google barato… ou apenas um buscador maduro com crescimento limitado? Eu gosto de comprar opcionalidades quando elas estão baratas ! Se você é como eu, te convido a seguir a carteira ALL IN ONE : www.investe10.com.br Baidu, o “Google chinês”, tem caixa, tecnologia e IA. Então por que negocia a apenas 7x EBITDA?

  • Quando um míssil aponta para a OTAN

    Interceptação de míssil direcionado à Turquia eleva tensão entre OTAN e Irã e reacende debate sobre escalada militar no Oriente Médio Hoje aconteceu algo que pode parecer apenas mais uma notícia no meio do ruído geopolítico. Mas não é. Um míssil balístico foi interceptado a caminho da Turquia , país membro da OTAN . O episódio rapidamente chamou atenção de analistas de risco e estrategistas militares porque a Turquia faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) , a principal aliança militar do Ocidente. Caso um ataque contra um país membro seja confirmado, a aliança pode invocar o Artigo 5, a cláusula de defesa coletiva que prevê resposta conjunta dos aliados. Até agora, a OTAN afirmou que não pretende acionar o Artigo 5, sinalizando uma tentativa de evitar uma escalada militar mais ampla. Mesmo assim, o episódio aumenta o nível de tensão em um momento já delicado no cenário internacional. Um ambiente geopolítico mais instável Nos últimos dias, diversos eventos contribuíram para elevar o risco geopolítico global: • intensificação de ataques militares no Oriente Médio • mobilização crescente de forças armadas na região • retomada do debate sobre armas nucleares em discursos de líderes globais • agora um míssil direcionado a um país da OTAN Historicamente, grandes conflitos raramente começam de forma abrupta. Eles costumam surgir a partir de uma sequência de incidentes e escaladas que, somados, aumentam gradualmente o nível de risco global. O impacto nos mercados Sempre que o risco geopolítico aumenta, alguns mercados tendem a reagir primeiro. Entre eles: • energia e petróleo • commodities estratégicas • empresas do setor de defesa • ativos considerados proteção de patrimônio Por isso, acompanhar eventos geopolíticos deixou de ser apenas uma questão política. Também passou a ser um fator importante na gestão de risco e posicionamento de portfólio. Como acompanho esses movimentos No mercado financeiro, muitas vezes os sinais aparecem antes nas mudanças geopolíticas. Por isso acompanho esses eventos minuto a minuto para meus assinantes, analisando como cada movimento pode impactar os mercados e os investimentos. Se você quer investir com uma carteira preparada para diferentes cenários globais — e acompanhar comigo as oportunidades e riscos que surgem no mercado — conheça a All In One. 👉 www.investe10.com.br/assine Lá eu mostro exatamente como estou posicionando meu portfólio e o dos meus clientes para atravessar diferentes ciclos do mercado, enquanto analisamos em tempo real os eventos que podem mudar o jogo para investidores. Interceptação de míssil direcionado à Turquia eleva tensão entre OTAN e Irã e reacende debate sobre escalada militar no Oriente Médio.

  • A bolsa voltou a respeitar o que realmente importa: fluxo de caixa

    Resultados recentes de empresas como Mercantil, Auren, Vulcabras, RD Saúde e LWSA mostram uma mudança silenciosa na bolsa brasileira: investidores voltaram a priorizar geração de caixa e retorno sobre capital. Tem uma cena que se repete em praticamente toda temporada de resultados. Primeiro vem o entusiasmo. Lucro cresce. Receita sobe. Margem melhora. Os releases corporativos parecem sempre escritos no mesmo tom otimista. Depois de alguns minutos analisando os números, alguém faz a pergunta que realmente importa: “Ok… mas quanto caixa isso gerou?” E é nesse momento que muitas histórias mudam completamente. Porque lucro contábil pode ser ajustado. Fluxo de caixa não tem esse talento diplomático. Ou entrou dinheiro. Ou não entrou. E os resultados recentes da bolsa brasileira estão mostrando exatamente isso. Durante anos o mercado se apaixonou por crescimento.Agora parece estar redescobrindo algo bem menos glamouroso: empresas que geram caixa. Mercantil: quando ROE ainda parece coisa de outro planeta #BMEB3 #BMEB4 O Banco Mercantil apresentou um resultado que chama atenção até em um setor acostumado a números altos. O banco segue operando com ROE acima de 40% , ao mesmo tempo em que mantém crescimento de lucro próximo de 30% . O ponto de atenção foi a queda do Índice de Basileia de cerca de 15% para 13% , reflexo da expansão da carteira. Nada alarmante. Na prática, é o tipo de “problema” que aparece quando um banco cresce rápido demais. E historicamente o mercado costuma aceitar esse tipo de ajuste com bastante tranquilidade — desde que o retorno sobre capital continue absurdo. Banco Mercantil #BMEB4 entrega algo raro ROE >40% com crescimento forte do lucro de 1bi em '25 +33%aa 6x P/L e 2x P/VP. Parece barato MAS TEM risco de capital: Basileia caiu para 13%. Sem reforço de capital o crescimento tem limite Queda de capital incomoda muito menos quando o retorno é extraordinário. Auren #AURE3: quando o lucro volta… mas tem porém A Auren apresentou uma virada importante no trimestre. Depois de registrar prejuízo de R$ 363 milhões no ano anterior , a empresa reportou lucro de R$ 354 milhões no 4T25 . Mas como quase sempre acontece, o número mais chamativo nem sempre conta a história inteira. Uma parte relevante do resultado veio de itens não recorrentes . R$143 mi do EBITDA de indenização da CESP. EBITDA recorrente -2,6% aa Msm com vento contra (GSF, curtailment), o EBITDA perto de R$870 mi, mostra resiliência pós integração da AES Com ND/EBITDA em 4,8x, é converter R$4 bi de EBITDA em FCF e desalavancar Resultados podem melhorar rápido. Fluxo de caixa recorrente leva mais tempo. Vulcabras: me convenceu no mix e pricing O crescimento no tri veio daí, melhores preços e mix mais premium, já que o volume ficou estável no 4T25. Há um vetor estrutural favorável E IMPORTANTE: o crescimento do esporte no Brasil Estamos na era que troca cerveja por corrida e café, lembra? A #VULC3 negocia a 9x P/L e 6x evEBITDA, seu Retorno sobre o capital investido ROIC é de 30% Enquanto algumas empresas ganham atenção com viradas dramáticas, outras constroem valor de forma quase silenciosa. A Vulcabras entregou: EBITDA de R$ 220,7 milhões (+14,8%) e lucro recorrente de R$ 158,8 milhões Mas extremamente consistente. Empresas que conseguem sustentar crescimento operacional com ROIC elevado  costumam ter uma característica interessante. Empresas consistentes raramente parecem emocionantes no curto prazo. Mas frequentemente dominam no longo prazo. RD Saúde: execução impecável, preço exigente A RD Saúde continua sendo uma das máquinas operacionais mais eficientes do varejo brasileiro. No trimestre: EBITDA ajustado de R$ 936 milhões crescimento de 38,2% O lucro ajustado ficou em R$ 361 milhões . #RADL3 entregou sim um 4T forte em operação (SSS +14,5%, EBITDA +38%), mas o que realmente importa: FCF negativo, puxado por capital de giro (estoques) e despesa financeira. A 30x lucro, bem acima #PGMN3 20x, #PNVL3 20x, #DMVF3 16x e #PFRM3 9x. Eu não compro O debate em torno da empresa não é operacional. É valuation. Comparada com pares como Profarma (PFRM3)  e Panvel (PNVL3) , a RD negocia com prêmio relevante de múltiplos . O mercado aceita pagar esse prêmio por um motivo simples: a empresa executa melhor que quase todo mundo. A questão é sempre a mesma: quanto crescimento ainda cabe dentro do preço? Empresas que executam melhor quase sempre negociam mais caras.A pergunta é: quanto crescimento já está no preço? #LWSA3: o raro momento que empresa de tecnologia gera caixa Durante anos, muitas empresas de tecnologia brasileiras foram avaliadas quase exclusivamente pelo crescimento de receita. A LWSA começa a mudar essa narrativa. O trimestre trouxe: lucro ajustado de R$ 69 milhões crescimento de 60,9% EBITDA de R$ 96,6 milhões Mas o dado realmente interessante é outro. O FCF yield anualizado já se aproxima de 15% . 4T25 foi excelente com FCF de R$ 64 mi no tri raríssimo pra empresa de software. Se for recorrente, o papel parece barato Para uma empresa de tecnologia, esse número começa a alterar completamente a percepção de risco e valuation. 15% FCF yield anualizado é uma oportunidade após o selloff de SaaS com medo do AI acabar com essa indústria? Me responde nos comentários. Quando uma empresa de tecnologia começa a gerar caixa, o mercado costuma olhar para ela de outra forma. Conclusão do dia : A nova moda está aí A bolsa brasileira já viveu várias modas. Agora, voltou ao básico. A moda das commodities. A moda das empresas “disruptivas”. A moda do crescimento a qualquer custo. Agora parece estar voltando a algo bem menos glamouroso. Empresas que geram caixa de verdade . Pode parecer óbvio. Mas curiosamente, em ciclos anteriores, isso foi ignorado por muito tempo. O mercado sempre volta ao básico. E o básico é simples: empresas existem para gerar caixa. Empresas existem para gerar caixa. Pode parecer óbvio. Mas o mercado frequentemente precisa redescobrir o óbvio a cada ciclo. Investir bem costuma parecer sofisticado. Mas quase sempre volta ao mesmo ponto. Empresas que:geram caixa,usam bem capital,e ainda não ficaram óbvias demais. É nesse pequeno espaço — entre valor real e percepção do mercado — que normalmente nascem os melhores investimentos. Depois de quase vinte anos analisando empresas, uma coisa fica cada vez mais clara. O desafio raramente é identificar boas empresas. O desafio é encontrar boas empresas antes que o mercado perceba o valor delas . Porque depois que o mercado percebe… o desconto desaparece. Foi justamente com essa lógica que surgiu a carteira All In One . procurar empresas brasileiras que combinam três coisas raras ao mesmo tempo: geração consistente de caixa retorno alto sobre capital preço ainda distorcido. Não é sobre prever o próximo hype da bolsa. É sobre encontrar valor ANTES . 👉 Conheça a carteira All In One: https://www.investe10.com.br/assine Quando o mercado percebe o valor de uma empresa… o desconto normalmente já desapareceu. Se a temporada atual de resultados está mostrando alguma coisa, é isso: o mercado pode até se distrair por um tempo. Mas no fim, ele sempre volta a respeitar as mesmas coisas. Empresas que geram caixa.

  • ATENÇÃO! RECOMENDAÇÃO DE VENDA INTERNACIONAL

    Conteúdo somente para clientes da carteira de investimentos All in One Para acessar, clique abaixo para assinar ou ler diretamente caso já assine a carteira recomendada

  • NOVA RECOMENDAÇÃO: Plano de 2026 e Valuation que grita

    Imagina você acordando, abrindo o app da corretora e vendo o varejo de moda inteiro em polvorosa: Uma gigante entregou lucro bombástico no trimestre que mais importa, mas a receita fez birra. Ações dando pirueta, analista gritando “fraco!”, outro dizendo “compra agora que tá mais barato que pão na promoção” e o Twitter virando ringue de MMA. Por trás desse barulho tem uma empresa que entregou onde ninguém esperava, tá investindo pesado pra virar o jogo em 2026 e um valuation que parece até piada de mal gosto de tão descontado. Vamos ver se isso daqui é armadilha fashion que nem minha roupa no Ibira (foto abaixo) ou a oportunidade que vai fazer seu portfólio agradecer até 2027? Eu em traje suspeito e o Dobi no Ibira Se você ainda não é assinante, clique no botão abaixo para assinar e ver a recomendação, se você é assinante o conteúdo já está liberado!

  • Recomendação: Aproveitar ou não a queda forte em Mercado Livre' #MELI #MELI34

    O mundo inteiro tá louco pelo Bad Bunny agora em 2026. Recomendação: Aproveitar ou não a queda forte em Mercado Livre' #MELI #MELI34 O cara ganhou Álbum of the Year no Grammy (primeiro todo em espanhol da história, bateu todo mundo), incendiou o Super Bowl halftime show (primeiro latino solo, todo em espanhol, com direito a protesto sutil e cultura porto-riquenha na cara dos gringos), explodiu streams no Brasil (426% de aumento pós Super Bowl, shows esgotados em SP), turnê mundial quebrando recordes de arrecadação na América Latina (River Plate e GNP Seguros dominando o top 10 histórico), e agora tá voando pra Austrália, Japão, Europa... O Bunny tá em todo canto, menos na sua playlist se você ainda tá dormindo. (eu mesma confesso que me inscrevi num curso para aprender as coreografias, juro) Pois é exatamente isso que tá acontecendo com o Mercado Livre O MELI faz a mesma coisa na América Latina: domina e-commerce + fintech + logística em um continente onde 85% ainda é feito em dinheiro vivo, entrega em 48h no fim do mundo, cresce 30%+ há 27 trimestres seguidos (única listada do mundo que faz isso), e investe pesado pra ficar imbatível enquanto concorrentes queimam caixa em promoções suicidas. Mercado Livre - fiscal AI No 4T25 a Margem apertou. Todo mundo surta quando vê margem apertar 2-3 pontinhos por causa de investimento pesado em frete grátis, 1P, crédito explodindo e logística insana. Wall Street chora, vende, ação despenca 10%. Que ótimo! Igual o Bad Bunny escolhendo fazer tudo em espanhol no maior palco do mundo – parece risco, parece polêmica, mas no final vira história, vira No. 1, vira legado. Com queda acumulada de quase 20% recentemente, o mercado tá dando o presente: desconto absurdo numa máquina de crescimento com uma infraestrutura que ninguém copia. Mas será q já é hora de comprar? Essa é a empresa que faz você questionar tudo que acha que sabe sobre investimentos na América Latina. A MELI é uma máquina de crescimento e domina o e-commerce e o fintech na América Latina do Bad Bunny, onde 85% das compras ainda são em dinheiro vivo, onde a logística é um pesadelo e o crédito é luxo de banco tradicional. Uma empresa que entrega em 48h até no fim do mundo, que transforma comprador novo em viciado em 3 cliques e que, mesmo assim, decide investir pesado pra ficar IMBATÍVEL. Resultado? Margens apertam um pouquinho no curto prazo. Ação despenca. MERCADO LIVRE: O GIGANTE QUE WALL STREET ACABA DE PRESENTEAR COM UM DESCONTO DE LUXO – ANÁLISE FUNDAMENTALISTA 4T25 Ontem saiu o 4T25 da MELI A receita bateu recorde, o crescimento acelerou, Brasil e México voando... e a ação caiu quase 10%. O Ecossistema que Ninguém Copia (que faz Inveja até pro Jeff Bezos) Ecossistema completo do Mercado Livre Mercado Livre não é “só um marketplace”. É um ecossistema completo: marketplace + Mercado Pago + logística própria + crédito + anuncios + classificados. Logística insana: +80% dos pacotes em menos de 48h, até em vilarejo perdido da Patagônia. Enquanto Shopee e Temu dependem de correios caros e lentos, o MELI entrega mais barato e mais rápido. Network effect brutal: quanto mais compradores, mais vendedores. Quanto mais vendedores, mais compradores. Quanto mais gente usando Mercado Pago, mais forte o crédito. É um círculo virtuoso que concorrente asiático nenhum consegue replicar. Marca #1 da América Latina (Kantar dixit). Confiança cega: “comprei no MELI, vai chegar e se não gostar devolvo fácil”. E-commerce na LA ainda tem só ~15% de penetração (EUA 30%, China 39%). Na operação de Fintech tem espaço pra MELI crescer 5x fácil. A maior parte da população da America Latina ainda vive de dinheiro vivo. Os Números do 4T25 – Crescimento Insano com Investimento Estratégico Receita líquida + receita financeira: US$ 8,8 bilhões (+45% YoY em USD, +52% FX-neutral em alguns segmentos) Receita Commerce: US$ 5,0 bi (+40%) Receita Fintech: US$ 3,8 bi (+51%) GMV: US$ 19,9 bi (+37%) TPV: US$ 83,7 bi (+42%) Compradores únicos: 83 milhões no trimestre (+24% YoY, +16 milhões de novos!) Itens vendidos: 752 milhões (+43%) Brasil (maior mercado): GMV +35%, itens vendidos +45% (recorde), compradores únicos +26%. Reduziram frete grátis de R$79 pra R$19 e explodiu volume. Custo unitário de envio caiu 8-11%. México: Aceleração forte, penetração recorde ~80%. Carteira de crédito: US$ 12,5 bilhões (+90% YoY). NPL 15-90 dias em 4,4% (menor da história). 75% da carteira brasileira já no breakeven em 12-18 meses. Margens: EBIT US$ 889 mi (10,1% vs 13,5% a/a). O grande motivo da queda: O Lucro Liquido de US$ 559 mi (-12,5%). Os motivos foram: Aumento no Frete grátis + Aumento na modalidade 1P (venda direta) + Aumento na CBT (cross-border China) + Explosão de cartão de crédito = investimento de 5-6 p.p. na margem com provisões de crédito registradas na frente (gasto agora, lucro depois). A gestão disse na call: “Estamos no minuto 15 do primeiro tempo do futebol da América Latina”. Tradução: ainda tem MUITO jogo pela frente. Ano cheio 2025: Receita US$ 28,9 bi (+39%), Op. Income +22%, Lucro líquido US$ 2 bi. Temos de fato algumas vantagens e oportunidades pro MELI: Brasil (mercado maduro) já mostrando alavancagem operacional forte. Crédito virando máquina de lucro (margens saudáveis nas safras mais antigas). Ads +67% FX-neutral. IA já rodando: assistente do Pago resolveu 9 milhões de conversas no trimestre (87% sem humano). RECOMENDAÇÃO: OLHOS BEM ABERTOS PARA A OPORTUNIDADE, MAS A RECOMENDAÇÃO AINDA NÃO É DE COMPRA GOSTO MUITO DA EMPRESA, ENTENDO O UPSIDE MAS ACHO QUE DIANTE DO CICLO DE INVESTIDORES PROCURANDO ATIVOS MAIS DESCONTADOS, A AÇÃO PODERÁ CONTINUAR CAINDO NO CURTO PRAZO.

  • Nada sexy. Extremamente eficiente. #VIVT3: vale a pena comprar a máquina de caixa?! e a #TIMS3 ?!

    No 4T24 tivemos resultado bom, caixa forte, execução afiada. E isso, no longo prazo, costuma ganhar dinheiro. A Telefônica Brasil entregou um 4T25 que, para quem gosta de narrativa dramática, é quase frustrante: simplesmente sólido. Lucro líquido de R$ 1,88 bilhão, alta de 6,5% e ainda acima do consenso. Receita subindo 7,1%. EBITDA crescendo 8,1%, com margem em 42,9%. Nada de fogos de artifício, nada de “turnaround milagroso”. Só execução. Indicador 4T25 Var. YoY vs Consenso Receita R$ 15,6 bi +7,1% Em linha EBITDA R$ 6,7 bi +8,1% Em linha Margem 42,9% +0,4 p.p. Leve acima Lucro R$ 1,88 bi +6,5% Acima OpFCF — +30,5% Forte DY 2026 ~6,6% — Comprimido O que foi realmente bom? A qualidade do crescimento. O móvel acelerando 7%, margem levemente melhor e, principalmente, geração de caixa operacional saltando mais de 30%. A cia está substituindo os clientes do pré-pago pelo pós-pago, com maior receita média por usuário, segue crescendo de forma agressiva na fibra e no B2B. Capex caiu quase 4%. Traduzindo: Cada vez mais eficiente, diluindo diversos custos fixos: a empresa está gastando menos proporcionalmente e convertendo mais resultado em caixa. Isso é música para acionista, pois significa uma maior rentabilidade. O fixo continua morno? Sim. Telecom madura cresce pouco estruturalmente? Sim. Destaque para a disciplina em custos e aluguel, governança e reciclagem de ativos. Foi um resultado previsível, consistente e acima do esperado no lucro O único “problema” é que o papel já andou e o dividend yield ficou mais apertado, perto de 6,6%. Não é mais a barganha gritante de antes. Mas continua sendo aquela ação que você coloca na carteira e ela trabalha enquanto o resto do mercado decide surtar. Conclusão VIVT3 entrega mais um trimestre redondo . Nada espetacular. Nada problemático. Mas extremamente sólido. É papel para: Carteira defensiva Renda previsível Baixa volatilidade Proteção em ciclos turbulentos PONTOS DE ATENÇÃO Setor altamente regulado Crescimento estrutural limitado Competição digital crescente Yield já mais apertado Múltiplos P/L (Preço/Lucro):  cerca de ~18x  isso indica que a ação está sendo precificada num patamar nem barato nem ultra caro , um valor típico para telecom defensiva. EV/EBITDA (Valor da Firma sobre EBITDA):  em torno de 6x  — nível que mostra um valuation atraente dentro de empresas maduras de telecom sugerindo que o preço da firma não está esticado em relação à capacidade de gerar resultado operacional 23/2/26 4:12 PM P/L est. 2026  Ev/Ebitda est  Earning Yield Dividendos 12M Dividendos 3A ALTA P 52WK Upside estimado (media coletada de analistas) VIVT3 17,59             5,2 5% 8% 6% 2% -12,0% TIMS3 22,74             5,7 4% 5% 6% 6% -16,5% Vivo entregou. E agora? VIVT3 mostrou exatamente o que separa empresa boa de empresa barulhenta: execução. Cresce receita, expande margem, gera caixa, controla capex e ainda entrega lucro acima do esperado. Não é narrativa. É consistência operacional. E é exatamente esse tipo de ativo que compõe a espinha dorsal de uma carteira bem construída. Mas aqui vai o ponto mais importante: não é sobre comprar uma ação isolada. É sobre saber: qual peso ela deve ter na carteira, em que momento faz sentido aumentar ou reduzir posição, como equilibrar com empresas mais cíclicas, onde estão as distorções reais do mercado agora. No ALL IN ONE , você não recebe só a análise. Você recebe: ✔ Carteira pronta e atualizada ✔ Ranking “O que comprar hoje” ✔ Acompanhamento estratégico ✔ Tese clara de cada ativo ✔ Ajustes táticos conforme cenário ✔ Mentalidade de longo prazo com disciplina de capital Enquanto o mercado oscila entre euforia e pânico, a carteira precisa de método. Se você quer parar de decidir no improviso e começar a investir com estratégia, o caminho é esse. Assine o ALL IN ONE aqui:👉 www.investe10.com.br/assine Nos vemos do lado de dentro.

  • Irani #RANI3 entrega trimestre de virada: lucro recorrente dispara, margem expande e caixa jorra

    Irani entregou um 4T muito melhor do que o headline sugere, com um resultado operacionalmente forte. Sem o crédito tributário inflando o 4T24, o lucro recorrente cresceu forte (~+60% a +80%).EBITDA +8,7%, margem em 31%, FCF yield de 21% e alavancagem caindo. Apesar de algumas manchetes “lucro cai 79% no 4T”. A realidade é que o 4T24 tinha R$ 168 milhões de crédito tributário não recorrente. Sem esse efeito, o lucro recorrente do 4T25 (R$ 39 milhões) foi substancialmente maior que o lucro recorrente do 4T24 (na casa de R$ 21–25 milhões). Estamos falando de crescimento estimado entre 60% e 85% ano contra ano. E o operacional foi ainda mais interessante: Margem expandindo com receita quase estável A receita cresceu apenas 2% no trimestre. Nada espetacular. Mas o EBITDA ajustado subiu 8,7%, e a margem foi para 31% (+1,9 p.p.). Isso não é sorte. Isso é eficiência. Expansão de margem com crescimento modesto de receita significa: Melhor absorção de custo fixo Disciplina comercial Maturação da Plataforma Gaia Execução mais afinada Para uma industrial cíclica, sustentar margem acima de 30% é operar num patamar elevado. Mas o número que realmente me faz feliz é o caixa. Fluxo de caixa livre ajustado: R$ 387 milhões.FCF yield: 21,5%. Isso é geração real. Caixa de verdade. Não EBITDA teórico. Com isso a empresa: Reduziu alavancagem para 1,99x Pagou dividendos relevantes Alongou dívida Manteve investimentos E ainda assim terminou o ano mais leve. ROIC voltou a criar valor ROIC de 13,3%, alta de 2,5 p.p., com spread de 4,4 p.p. sobre o custo médio da dívida pós imposto. Isso é fundamental. Depois de um ciclo pesado de capex, a companhia voltou a gerar retorno acima do custo de capital. Saiu da fase de “investir” e entrou na fase de “colher”. Irani #RANI3 relatório press release do resultado do 4T25 E o valuation? Aqui é que eu respondo se é para comprar ou vender Irani #RANI3 Este é um conteúdo apenas para assinantes : www.investe10.com.br/assine

  • RECOMENDAÇÃO DE VENDA IMEDIATA: TODO MUNDO ESTÁ CONFORTÁVEL DEMAIS.

    ...E quando isso acontece… eu começo a ficar desconfortável. Tem ativo que virou porto seguro emocional. Virou aquela posição que ninguém questiona, todo mundo defende, analista sobe preço-alvo no automático. Tudo bem se uma empresa entrega resultado forte, tem gestão competente e tal, mas mercado é, acima de tudo e de todos um jogo de preço. E quando o consenso vira unanimidade, a pergunta DEVE SER: Quanto ainda dá pra extrair daqui? Lembre-se sempre: Uma ação cara não precisa de problema para cair Basta um destes: – gringo reduzindo Brasil – índice realizando – ruído macro – ou simplesmente falta de próximo gatilho Neste relatório você vai entender: • por que a assimetria mudou nas últimas semanas • onde o upside ficou comprimido • como o fluxo pode virar contra Lucro bom é lucro no bolso ! O restante da análise está fechado para assinantes, venha fazer parte do meu time: clique aqui para assinar. www.investe10.com.br/assine Se você já é assinante, o texto está aberto para você:

  • São Martinho #SMTO3 : TRI FEIO MAIS INTELIGENTE 🧠 - ATUALIZAÇÃO DO VALUATION E PREÇO ALVO

    A São Martinho (SMTO3), uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil, divulgou hoje seus resultados para o terceiro trimestre da safra 2025/2026 (3T26), referente ao período de outubro a dezembro de 2025. Os números revelam um desempenho misto, com queda na receita e no EBITDA devido à postergação estratégica de vendas de etanol para o 4T26, visando preços melhores. O lucro líquido foi impulsionado por itens não recorrentes, menor depreciação e ganhos com derivativos. Considerando o contexto desafiador do setor sucroenergético, marcado por preços voláteis de commodities como açúcar e etanol os resultados foram bons A Receita Líquida de R$ 1,59 bilhão, com queda de 13,6 reflete menores volumes de vendas de etanol (-38,8%), postergados para o próximo trimestre, e preços mais baixos de açúcar, apesar de maior produção. O açúcar atravessa um movimento intenso de desvalorização, com as operações de hedge conseguindo reduzir, de forma parcial, o impacto dessa queda. Os preços do etanol só começaram a reagir há pouco tempo e ainda operam próximos do custo de produção da cana. Veja a variação dos preços custos e da margem de cada um neste ultimo resultado: Fonte: São Martinho SMTO3 O EBITDA Ajustado foi de R$ 787,1 milhões, com recuo de 25,6% e a margem EBITDA caiu para 49,4% (vs. 57,4% no 3T25), foi impactada pela safra mais fraca (menor produtividade e ATR - Açúcar Total Recuperável). Ps. O BTG considerou a margem EBITDA "excepcional" (50%), superando projeções apesar de volumes reduzidos. Fonte: AGFEED Já o EBIT surpreendeu positivamente, beneficiado por depreciação e amortização (D&A) menores que o esperado. O Lucro Líquido de R$ 424,1 milhões teve, alta expressiva de 168% graças ao reconhecimento de créditos de subvenção e da marcação a mercado dos contratos derivativos de dívidas de longo prazo (SWAP), devido a oscilações do CDI. Bem, não vamos negar que este foi um excelente uso para o hedge! Com ajustes o lucro normalizado cresceu 19% frente ao ano anterior. Fonte: São Martinho SMTO3 Sem esses itens, o resultado operacional foi fraco. O Fluxo de Caixa Livre (FCF) ficou negativo em R$ 386 milhões, devido a investimentos em expansão e estoques elevados. Mas é importante notar que a empresa investiu R$339 mi em capex de melhoria e expansão, sem o qual a geração de caixa seria praticamente nula, mas não negativa, mesmo num cenário complicado do ciclo de preços de açúcar e etanol. Fonte: São Martinho SMTO3 Os investimentos de R$ 740 milhões realizados em 2022 já resultam em aproximadamente R$ 300 milhões de Ebitda anualizado e mais de R$ 250 milhões de Ebit em um período inferior a três anos. A avaliação segue especialmente positiva quanto ao potencial de retorno da próxima etapa da usina de milho. Alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado): se considerarmos o impacto sazonal e ajustarmos a dívida cai para 1,8x Ebitda, um patamar razoável para quem está expandindo operações. O endividamento cresceu para suportar expansões, como a planta de etanol de milho, algo esperado e que trata benefícios futuros Os estoques representam cerca de 30% da produção anual, posicionando a companhia para capturar preços melhores no 4T26. O 3T26 foi marcado por um cenário desafiador para commodities, com preços de açúcar mais baixos e safra menos produtiva. No entanto, a São Martinho demonstrou resiliência e deve colher os frutos no próximo tri. O que foi ruim no resultado: Queda na produtividade da cana e ATR, impactando volumes. Vendas de etanol postergadas, reduzindo receita no trimestre. Custos operacionais pressionados, embora custos caixa tenham caído. O que foi bom : Segmento de açúcar forte, com maior produção. Operação de milho contribuiu positivamente, com subprodutos ajudando o resultado. A planta de etanol de milho está próxima de entrar em operação plena, adicionando diversificação. Redução de custos caixa, demonstrando eficiência operacional e disciplina. A decisão de estocar etanol (volume vendido caiu 38,8%) é positiva, pois os preços do biocombustível mantêm momentum ascendente. Gostei da postergação de vendas para capturar melhores preços Para a safra 26/27, ~60% do milho está travado (positivo), mas apenas ~20% do açúcar (expondo a riscos de preço e indicando que pensam em preços pra cima) Comparado a pares como Jalles Machado (JALL3, com prejuízo) e Raízen (RAIZ4, pressionada), a São Martinho se destacou pela gestão eficiente e integração vertical (do cultivo à comercialização), garantindo resiliência. O que esperar daqui para frente:

  • ITAÚ #ITUB4 NÃO É BANCO. É UMA MÁQUINA DE MOER DESCULPA.

    Tem empresa que atravessa ciclo. Tem empresa que atravessa crise. + E tem empresa que atravessa qualquer narrativa — porque entrega. + O Itaú acabou de mostrar, de novo, que não é benchmark por acaso. + É constância, disciplina e uma capacidade rara de transformar capital em resultado sem fazer barulho. + Lucro gerencial de R$ 12,3 bilhões no 4T25 Crescimento de 13,2% em um ano Crescimento da carteira de crédito (+6% A/A, para R$ 1,49 trilhão), expansão de receitas de serviços, controle de despesas e inadimplência sob controle. + ROE de 24,4% — chegando a 26% no Brasil Isso não é pico de ciclo. + É modelo de negócio funcionando. + 🟢 O PREÇO RESPONDE QUANDO O BALANÇO FALA + Acões e ADRS logo subiram após o resultado, como reconhecimento de quem lê número e entende consistência. + Empresa boa não precisa convencer. + Ela só entrega — e o mercado acompanha. #ITUB4 + ⚖️ ÓTIMA NOTÍCIA ALÉM DO RESULTADO MENOS RUÍDO, MAIS VALOR + Ótima notícia porque o TRF-1 manteve a liminar que impede o CARF de julgar a autuação fiscal de R$ 18,7 bilhões ligada à fusão com o Unibanco, reduzindo risco jurídico relevante e retirando um potencial passivo do radar de valuation no curto e médio prazo. + 📊 RESULTADO FORTE, GUIDANCE REALISTA + Para 2026, o banco projeta: +Crescimento de crédito controlado +Expansão consistente no Brasil +Rentabilidade sustentada em patamar elevado Nada de milagre. Só o velho hábito de entregar mais do que promete. + CAPITAL BEM TRATADO + Programa de recompra de até 200 milhões de ações e redução de base acionária, trazem um aumento de eficiência por ação + Empresa que gera caixa e sabe o que fazer com ele cria valor no silêncio. + DINHEIRO VOLTANDO PARA O ACIONISTA + O JCP foi confirmado com pagamento em março JCP bruto de R$ 0,36975 por ação, com data-base em 09/12/2025 e pagamento em 06/03, reforçando a estratégia de remuneração eficiente ao acionista. + O PONTO CENTRAL + O Itaú é uma máquina de gerar valor — mesmo quando ninguém está olhando. O preço-alvo médio do mercado está em R$ 51,00, o que implica potencial de valorização de cerca de 14% + Se você quer saber se vale a pena comprar vender ou manter #ITUB4 entra nos grupos nos links abaixo, se inscreve no site INVESTE10 e receba informações independentes, gratuitas e de qualidade. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

  • Não é sorte, não é ciclo e não é hype - é Porto Seguro #PSSA3

    https://www.investe10.com.br A Porto entregou um 4T25 forte, limpo e previsível, com lucro de ~R$ 839 milhões (+25% a/a) e fechamento de 2025 em R$ 3,4 bilhões, o maior da história da empresa. Nada disso veio de alavancagem, ajuste contábil ou vento a favor. Veio de rentabilidade operacional real, com ROAE próximo de 23%. Mas o resultado é melhor do que o número: – Seguros seguem sólidos sem forçar preço – Saúde virou motor estrutural de lucro, com sinistralidade caindo – Banco cresce com retorno – Serviços já tem margem e escala Quase metade do lucro vem FORA do seguro auro Seguro não é vender apólice. Seguro é precificar risco, controlar sinistro e alocar capital PERFEITAMENTE. O índice combinado segue saudável mesmo com expansão e isso difere um tri bom de um compounder de longo prazo. Com juros menores, o resultado financeiro perde peso. Fato. Mas a Porto tem ~R$ 4 bilhões de capital excedente. #PSSA3 release 4t25 + capital excedente Pode crescer, recomprar ações ou pagar dividendos. Gerar caixa demais não é problema, vamos combinar. A projeção deles é de ~R$ 3,6 bi de lucro pra 2026 Não está de graça mas tbm não está cara para quem entrega ROAE acima de 22%, previsibilidade e recompra ativa. Isso não é tese de foguetinho É tese de tempo + disciplina + retorno. NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br� 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09� 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5� 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste� 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA

  • Vender, manter ou aumentar #BBAS3 diante da alta espetacular recente? | O Banco do Brasil entra em 2026 diferente.

    Imaginem comigo: você está no meio de uma selva financeira, com o Ibovespa balançando como uma ponte pênsil, gringos entrando como turistas em promoção, e de repente, avista um brilho no horizonte. É uma empresa que já foi estrela, mas agora está passando por um "reboot" tipo filme de Hollywood – daqueles onde o herói cai feio, mas promete voltar mais forte. Só que aqui não é filme e a realidade nem sempre é tão romântica, com final feliz. Esta é uma excelente oportunidade para exercitarmos o pensamento de "Value Investing" (investimento em valor) contra o sentimento de manada. Embora tenhamos desafios vindos de 2025 persistentes em 2026 não podemos ignorar que o mercado financeiro antecipa ciclos , e estamos justamente na transição do pessimismo extremo para a recuperação. No mercado, lucro é essencial, mas paciência com valor real é o que separa os vencedores dos impulsivos. O Banco que Dançou com o Agro e Acabou no Chão: Deveríamos Vender BBAS3 Agora e embolsar 75% de Ganho? Vocês me conhecem: eu amo uma boa história de superação, mas odeio quando ela vira novela mexicana Lembra quando eu recomendei compra lá atrás, e a gente surfou uma onda linda de ROEs de 20% e múltiplos baratinhos? Pois é, desde então, considerando dividendos, estamos com um ganho de 75% na posição. Parabéns para nós! Mas agora? Hora de pular fora? Ou não? A vida do analista de investimentos é tomar decisões e elas nem sempre são fáceis.

  • JHSF #JHSF3: Luxo Não É Gasto, É Investimento | Comprar ou vender após 150% de alta ?

    Ela tem shoppings que mais parecem palácios e aeroportos que fazem o Congonhas parecer um ponto de ônibus JHSF3 não é uma incorporadora qualquer – é um império multifacetado focado no high-end, com tentáculos em shoppings, hotéis, gastronomia, aeroportos executivos, locações residenciais e até gestão de fundos via JHSF Capital. A operação está voando: Shoppings (Renda Recorrente): Crescimento de vendas de 12,5% em 2025, com SSS (same-store sales) de 10,3%. Ocupação 99,2%, custo de ocupação 8,7% – números que gritam eficiência. Destaque para Cidade Jardim: +18,8% em vendas, 100% ocupado, e expansão de 3.500 m² com flagships de Dior, Prada e Chanel. Receita recorrente? Quase 100% ocupada, impulsionando NOI estável. Aeroporto Catarina: Um Boom! Movimentos +55,9%, litros abastecidos +37,6%. Líder em SP, com 5ª expansão concluída (100% ocupada) e 6ª em andamento 63% de clientes avulsos? Mostra demanda orgânica, não só de fiéis. OBS. Pediram para aceitar voos comerciais, imagina se isso acontece... Hospitalidade e Gastronomia: Diária média up 10,9% para R$ 4.368, RevPAR (Receita total de quartos / Número total de quartos disponíveis) +6,9%. Couverts +2,3%, couvert médio +8,1%. Estável, mas com novos lançamentos como Fasano Bar NY e Casablanca Beach Club – expansão internacional que cheira a dólares. Locação Residencial e Clubs: 140k m², NOI R$ 138,5 mi anual. Ocupação ~100%, com São Paulo Surf Club recém-inaugurado – nicho exclusivo que atrai o 1%. JHSF Capital: AUM explodiu para R$ 10,3 bi (+3x vs. 2024), gerenciando 17 fundos. Liderou o mega-IPO de R$ 5,2 bi: gestão de ativos no modo turbo. Incorporação: Pós-venda, landbank R$ 30 bi em PSV. Projetos como Boa Vista Village e Shops Faria Lima prontos para lançamento em 2026. Tabela de crescimento por segmento (2025 vs. 2024): Segmento Crescimento Principal Destaque Shoppings Vendas +12,5% Ocupação 99,2% Hospitalidade Diária Média +10,9% RevPAR +6,9% Aeroporto Movimentos +55,9% Líder em SP JHSF Capital AUM +300% R$ 10,3 bi Locação NOI R$ 138,5 mi 100% ocupada Em 2025 consolidou, 2026 expande A JHSF inicia o ano com caixa líquido, dividendos e um landbank bilionário

  • YES, GRINGO, COME TO BRAZIL 🇧🇷

    MUITA ATENÇÃO para a narrativa que está ganhando corpo na gringa: Não é só barulho de Twitter ou hype de curto prazo. Está se formando, com consistência, a tese de que o EWZ pode ser o próximo “super ativo de alta” no radar global. E, goste ou não, os fundamentos começam a sustentar essa conversa. 📉 Múltiplos brasileiros: nível “anomalia estatística” • Bolsa negociando a múltiplos historicamente deprimidos • Desconto relevante vs. emergentes e desenvolvidos • Assimetria clara: pouco downside, muito upside se o fluxo virar ⛏️ Pensou em commodities? Pensou em Brasil • Ferro, petróleo, agro, energia • O mundo precisa de hard assets • E o Brasil continua sendo fornecedor marginal de tudo isso 📊 Inflação comportada + juro real absurdo • Inflação acomodada • Juro real projetado perto de 11% • Isso não é normal — é distorção • Qualquer queda relevante de juros = reprecificação violenta de ativos 🔻 Juros podem despencar mais rápido do que o mercado imagina • Se o fiscal surpreender (mesmo que marginalmente) • Se o cenário global ajudar • O prêmio exigido hoje simplesmente não se sustenta 🗳️ Guinada “market friendly”? Existe opcionalidade • Não é cenário-base • Mas é um 50/50 real • Vide Argentina: quando a chave vira, o fluxo não pede licença 🏗️ Vale #VALE3 desponta como símbolo desse movimento • ontem divulgou mais um dado formidável: Produção de minério +6% a/a no 4T25 • Números levemente acima das estimativas • ATUALIZEI MEU PREÇO ALVO, aqui: https://www.investe10.com.br/desempenho-das-carteiras 🌍 Geopolítica tensa = commodities firmes Ajuda o petróleo que também está subindo fortemente já quase nós usd70 , bem ao contrário do que diziam os que pregavam o fim do petróleo, que ia a usd45 • Risco Irã–EUA escalando • Hard assets voltam ao centro do jogo • Brasil senta bem nessa mesa 📌 Resumo da ópera • Brasil barato • Brasil líquido • Brasil produtor de commodities • Brasil com juro real fora da curva • Brasil com opcionalidade política 👉 Em suma: YES, GRINGO, COME TO BRAZIL 🇧🇷 #EWZ #Brasil #Emergentes #Commodities #Vale #VALE3 #Fluxo #Macro #Oportunidade NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO — ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

  • IPCA+15 SURPREENDE E MUDA O JOGO DOS JUROS

    📉 IPCA+15 de 0,20% veio abaixo das já fracas expectativas e trouxe um alívio relevante para o cenário inflacionário. ⛽ Corte de ~5% no preço da gasolina anunciado ontem pela #PETR4 ajuda ainda mais a segurar a inflação à frente. 📉 Corte da Selic cada vez mais perto. Com inflação rodando perto de 3,5%, estamos falando de juro real absurdo, perto de 11%. 🧠 Minha leitura: somando inflação comportada + alívio nos combustíveis + atividade mais fraca, não é nada absurdo imaginar a Selic abaixo de 12%. 🚀 Esse cenário é exatamente o que destrava valor em ativos sensíveis a juros. Quem quer se posicionar antes do corte, o link de compra está aqui 👇 👉 www.investe10.com.br/assine NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

  • O erro que engordou os EUA é o mesmo que mantém o Brasil em juros altos

    A pirâmide alimentar que jogou um país na obesidade explica décadas de Brasil em 2 minutos Por décadas, disseram aos americanos que a base da alimentação deveria ser pão, cereal, massa e açúcar. A gordura virou vilã. A proteína foi empurrada pro canto do prato. O resultado? Uma epidemia de obesidade, diabetes e doença metabólica. Hoje, a pirâmide por lá está sendo invertida. Carne, ovos, legumes e comida de verdade voltam à base. Carboidrato sobe pro topo — como complemento, não fundamento. A pergunta inevitável é: como erraram tanto, por tanto tempo? A resposta é desconfortável: não foi só erro científico. Foi um sistema inteiro se adaptando a uma premissa errada — e passando a viver dela. E é aqui que o Brasil entra. Quando o erro vira modelo A pirâmide alimentar não foi mantida porque funcionava. Foi mantida porque sustentava um ecossistema: indústria de grãos ultraprocessados baratos produtos “low fat” cheios de açúcar lobby política pública e, depois, uma indústria médica gigantesca tratando as consequências Quando a população começou a adoecer, o sistema não voltou à causa. Criou remédios, dietas, cirurgias e protocolos para administrar o estrago. O erro virou modelo de negócios. Agora troca o prato pelo orçamento público. O Brasil faz exatamente a mesma coisa com juros O Estado brasileiro é estruturalmente gastador. Gasta mal, gasta muito e gasta com rigidez. Mas, em vez de atacar a causa, o país escolheu administrar o sintoma. O sintoma atende pelo nome de juros altos. Sempre que o gasto explode: sobe a dívida aumenta o risco o investidor exige prêmio o juro sobe, vai junto E aí nasce a narrativa: “Juros altos são estruturais.” “Não tem alternativa.” “É o risco país.” Do mesmo jeito que diziam: “Gordura faz mal.” “Carbo é energia limpa.” “Caloria é caloria.” Quando alguém diz “não tem alternativa”, geralmente significa: ninguém quer mexer na causa O ciclo vicioso (idêntico) Na alimentação: Carbo como base → obesidade → doença → remédio → mais gasto → lobby → diretriz mantida No Brasil: Gasto alto → déficit → dívida → juros altos → baixo crescimento → arrecada pouco → mais déficit O sistema não quebra. Ele se acomoda ao erro. Quem paga a conta? Na pirâmide alimentar: a população, a produtividade, a saúde pública Nos juros: empresas, investimento, crescimento, inovação, indústria, emprego O custo é sempre difuso. O benefício, concentrado. Juros altos não são causa. São sintoma. Assim como obesidade não é causa — é sintoma de um modelo alimentar errado — juros altos são o reflexo direto de um modelo fiscal desorganizado. Enquanto o debate ficar preso em: “quanto deve cortar o juro” “quando o BC começa a afrouxar” Sem encarar: gasto eficiência prioridades estrutura do Estado Nada muda de verdade. --- Por que demora tanto pra corrigir? Nos EUA, isso significaria assumir que uma diretriz alimentar oficial ajudou a adoecer o país. No Brasil, significaria assumir que o problema não é o juro — é o Estado. E sistemas grandes resistem ao máximo a esse tipo de confissão. --- A correção nunca vem por virtude Ela vem quando o custo fica impagável. Nos EUA: obesidade virou crise nacional gasto em saúde explodiu os dados ficaram inegáveis No Brasil: dívida crescente crescimento baixo população envelhecendo menos espaço fiscal menos tempo A realidade sempre vence a narrativa. Assim como não era a gordura que engordava, não é o juro que trava o Brasil. O juro só revela o erro. Do mesmo jeito que a balança revela a dieta errada. Enquanto não mudarmos a base, continuaremos ajustando o topo — no prato e no orçamento. E pagando a conta, de novo. É exatamente por isso que, no investimento, eu não perco tempo tentando adivinhar o próximo corte de juros. Meu foco é outro: entender a base do sistema, identificar distorções e posicionar a carteira onde o mercado ainda está olhando errado. Porque quem entende a causa não depende do acaso. É assim que eu invisto — e é assim que conduzo minhas carteiras e análises. Se você quer acesso a essa leitura estrutural aplicada na prática, com decisões reais de alocação, as minhas assinaturas estão aqui: Assine: https://www.investe10.com.br/assine Entender o sistema muda o jogo. Investir antes do consenso muda o resultado.

  • O dinheiro já começou a mudar de mão. E eu quero que ele vá para a sua

    Em 2025, quase todo mundo tomou a mesma decisão. Correu para dividendos. Não por convicção, mas por antecipação. Isso explica muita coisa do que aconteceu no mercado. Agora repare na virada silenciosa: se a renda passa a ser taxada, o incentivo muda. O dinheiro deixa de buscar fluxo e passa a buscar preço. Valorização. Reprecificação. Crescimento. É assim que o capital inteligente sempre se move. Antes do consenso. Antes da manchete. Quando você junta Selic em queda, fluxo estrangeiro voltando, dólar mais fraco e small caps deixadas para trás, a conclusão fica quase inevitável. O próximo ciclo não é de renda. É de crescimento. Foi essa leitura que me fez concentrar energia nas small caps — e não em qualquer uma. As small caps da assinatura são incríveis: empresas pouco acompanhadas, com fundamentos melhorando e assimetrias reais. Essa tese virou uma estratégia estruturada no Crescimento Extraordinário com Small Caps. Para novos clientes, deixei um incentivo para quem chegar antes: 50% de desconto com o código SMAL50. 👉 http://www.investe10.com.br/assine

  • Ibovespa bate recorde histórico com gringo comprando pesado - o q importa hj by www.investe10.com.br

    Entrada de R$ 7 bi de dinheiro gringo no Brasil só em janeiro! Em 2025 entraram R$ 20 bi = • Brasil volta ao radar como trade de Emergentes com dólar global mais fraco • JPMorgan estima potencial adicional de até US$ 25 bi em fluxo com Selic a 11,50% no fim de 2026 e Ibovespa a 190 mil pontos + Catalisadores são juros caindo esse ano e eleições E hoje saiu Atlasintel ... Lula contra Flávio 49% x 45% Diferença caiu 8 p.p. desde dezembro!!!! + O “filho” do Master caiu hoje… Will bank tem liquidação anunciada pelo BC .... A pergunta que fica: o "primo" do Master cai quando? + Tesouro dos EUA projeta petróleo a US$ 45 com Venezuela e Oriente Médio.... Mas a realidade mostra outra coisa... O Gás natural dispara nos EUA +21% no dia e +60% em apenas dois dias com Onda de frio histórica + Educação : após queda das educacionais em bolsa #seer3, #csed3, #anim3, #yduq3... Anup entra na Justiça para invalidar dados do Enamed + Pra ficar de olho: Juros d 30 anos doa EUA SOBEM E se aproximam de 5% E no Japão as taxas também não param de subir ... Pode dar problema mais pra frente . nesse cenário, fundo de pensão dinamarquês reduz exposição aos EUA mas jura q não tem "nada a ver com o Trump querer tomar pra si a Groelândia" ... A ver.... NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

  • CSED3, SEER3, BLAU3 e DEXP3: quando os desafios testam o curto prazo — e criam oportunidades no longo

    Quem investe com visão de longo prazo aprende, com o tempo, uma lição simples e poderosa:

  • 🔥 FATO OU MITO NA BOLSA? Smartfit #SMFT3 caiu 9% hoje por causa de uma polêmica em uma unidade?

    Se você acha que a Bolsa funciona assim… talvez esteja investindo pelos motivos errados. A internet reage com emoção. 📊 O mercado reage com expectativa. Não foi um vídeo. Não foi um cancelamento. Não foi um episódio isolado. Foi margem. Foi concorrência. Foi revisão de futuro. A Bolsa não precifica o que já aconteceu. Ela precifica o que pode dar errado daqui pra frente. 👉 Quem vende por manchete costuma comprar topo. 👉 Quem entende fundamento atravessa correções. Vamos ver o que REALMENTE OCORREU: O QUE REALMENTE PESOU 📉 O mercado começou a rever expectativas Em evento fechado com investidores, houve: ⚠️ percepção de dificuldade de expandir margens em 2026 ⚠️ menor espaço para repasse de preços O PROBLEMA DAS MARGENS 📊 TotalPass pesa mais do que parece • Crescimento do TotalPass • Margem menor que plano tradicional • Pressão estrutural na rentabilidade 📌 Receita cresce 📉 Margem sofre NOVO FATOR DE RISCO 🇦🇺 Concorrência internacional no radar A chegada da F45 Training ao Brasil: • Presente em +70 países • Modelo premium / estúdios • Concorrência direta por público e preço 👀 Mercado antecipa problemas antes que eles apareçam. POR QUE A QUEDA VEIO AGORA? 📉 Correção após rali forte 📈 Em 2025, a ação subiu +44% 📉 Em 2026, investidores começam a perguntar: “E se o crescimento desacelerar?” 📌 Bolsa não olha o passado. Olha o que pode dar errado. VEREDITO FINAL ⚖️ FATO OU MITO? ❌ MITO: queda por polêmica pontual ✅ FATO: ajuste por • margens pressionadas • concorrência crescente • expectativas mais realistas para 2026 🧠 Emoção move redes. Quer parar de investir por manchete? Na Bolsa, quem reage a viral normalmente chega atrasado. No ALL IN ONE, o foco é: ✔ fundamento ✔ risco ✔ assimetria real 📉 Ruído passa. 📈 Estratégia fica. 💰 Expectativa move ações.

  • Mercados em “alívio tático”, mas com custo no radar | 15/01/2026 – o que importa hoje

    Trump sinaliza adiamento de ações contra o Irã e tom menos beligerante reduz prêmio de risco no curto prazo + PPI dez/25 nos EUA em +0,20% m/m (abaixo do consenso) com pressão concentrada em energia + China PBoC sinaliza espaço para estímulos e reduzir juros e o compulsório ao longo de 2026, apoio é direcionado ao crédito, sem buscar desvalorização cambial + Na Pesquisa Quaest (jan/26) Vantagem de Lula encurta e Tarcísio tem a menor rejeição e menor desvantagem no 2º turno já Flávio Bolsonaro melhora imagem + Moura Dubeux #MDNE3 caiu forte com follow-on pesado de até R$ 500 mi e diluição potencial: ~10% a ~19%, para pagar dividendos anunciados adiantados e crescimento - ´coisa que ocorre com ativo que entra muito na moda, na minha opinião + Movida #MOVI3 excelente previa operacional com queda relevante na alavancagem. Receita de locação +17% A/A, margem EBITDA sólida (40,7%) e Lucro líquido +65% A/A (bem acima do consenso) entregaram execução + narrativa + número. + MRV #MRVE3 também soltou boa previa no Brasil com Geração de caixa positiva no MCMV. Resia segue queimando caixa, sem vendas no trimestre + NÃO PERCA AS OPORTUNIDADES DO MERCADO ENTRE NOS GRUPOS GRATUITOS E INSCREVA-SE NA NEWS! COMPARTILHE! 📩 News gratuita de investimentos: https://www.investe10.com.br 📲 Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/J3TFmrrTTTvGRFgyd2UV09 📢 Telegram: https://t.me/+wreEmCuEwkgyYjc5 📸 Instagram: https://www.instagram.com/crisinveste 👩‍💼 CRISTIANE FENSTERSEIFER CNPI, CGA 🔍 Informações SELECIONADAS PRA VOCÊ INVESTIR BEM E SEM PERDER TEMPO!

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