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O melhor e o pior dos resultados do 3T22


Estamos em plena divulgação de resultados das empresas da bolsa, o que significa que em alguns dias inúmeras empresas da nossa carteira sugerida soltaram seus números.


Eu particularmente não gosto de operar na época de resultados, pois em minha opinião a volatilidade dos papéis aumenta demais e não é possível fazer uma boa análise da situação nos primeiros minutos de pregão.


Logo, o ideal na minha opinião é acompanhar os resultados e na sequência da temporada de divulgações atualizar os modelos para aí sim mexer na carteira.


Neste relatório vou comentar de forma suscinta o que eu gostei e não gostei nos resultados das recomendadas que foram divulgados nesta semana.

A partir da semana que vem, teremos mudanças na carteira, assim que passar a temporada de resultados ! As mudanças serão divulgadas nos próximos relatórios.


Aliás, sempre que meu cenário for para zerar um papel eu vou fazer um relatório e publicação avisando, tal como foi feito com as compras!


Além disso, tivemos um insight no Telegram de Petrobras, para fazer uma posição estratégica devido ao pagamento anunciado de dividendos:


Uma posição estratégica em Petrobras (PETR4):


Após o resultado da Petrobras a empresa anunciou dividendos R$3,34 por ação, um dividend yield de cerca de 12,4% sobre sua cotação de R$26,90 por ação em 09/11 e sobre seu valor de mercado atual de R$376 bilhões.

Dito isso, e ainda considerando que com a vitória de Lula a empresa caiu bastante, cerca de10%, pela provável Interferência do governo na política de preços da estatal, acredito que podemos fazer uma posição estratégica de cerca de 1% do Patrimônio total do investidor nela. (Seria cerca de 4% do nosso portfólio indicado de ações).

Considerando este yield estimado, a cotação ação vai ser ajustada, com a diminuição do preço pago de R$3,34 por ação (ajuste que sempre ocorre na cotação quando uma empresa paga dividendos) levando a um P/L de apenas 2x estimado para a empresa.


O P/L super baixo da empresa (veja quadro abaixo) leva a companhia a ter uma boa gordura e poder aceitar alguns desaforos que possam vir por aí e ainda assim permanecer barata frente a pares internacionais do seu porte... (veja o quadro).

Fonte: Comdinheiro


Como o mercado já precifica um cenário bem ruim para ela, acho q vale uma posição pequena, aproveitar o P/L muito baixo (justamente pelo risco que o mercado desconta nela) e receber os dividendos.


Imbróglio dos dividendos parece resolvido: No dia 08/11 o ministro do TCU rejeita suspensão de dividendos, que havia sido solicitada e feito as ações recuarem no dia posterior a divulgação dos dividendos.


Por fim, a Petrobras é uma ação muito bem acompanhada pelo mercado e por isso entendo que a média das estimativas de preço alvo forneça um bom indicativo do que os analistas (na média) esperam para a gigante.


Fonte: Yahoo Finance


Utilizando o preço alvo médio esperado temos um upside de 95%, mais o retorno de dividendos de 12,4%, o que parece interessante para montar esta posição estratégica que recomendei.


No pior cenário, os analistas esperam uma queda para R$13 por ação, no caso do analista mais pessimista da amostra, o que seria uma queda de 32% considerando o ganho estimado em dividendos nos próximos 12 meses.


No cenário mais otimista teríamos a ação a R$53, mas vamos ser mais conservadores e utilizar o cenário médio, o que já justificaria a posição na minha opinião.


Como riscos principais do case está uma interferência grande demais do governo na empresa, de forma que minasse totalmente seu lucro e balanço e/ou uma queda exagerada do petróleo no cenário internacional.


Cury – Mais um excelente resultado


A Cury já havia nos presenteado com previas operacionais excelentes, com crescimento de 37% na receita frente ao ano passado, um recorde histórico e alta geração de caixa no trimestre, de mais de R$60 milhões.

A empresa continua conseguindo manter margens elevadas, como mostra o gráfico, repassando a inflação com sucesso para o preço dos produtos.

Fonte: Cury


A novidade do 3T22 ficou por conta do lucro líquido consolidado de R$ 95 milhões no 3T22, 27% maior que no mesmo período de 2021.



Conclusão: Apesar de toda a alta do papel eu ainda não recomendei a venda total de Cury, apenas a venda de parte do lucro na forma de rebalanceamento da carteira, para comprar um pouco de Inter, que sofreu demais desde sua indicação.


Estou esperando para ver o que o novo governo vai anunciar para habitação popular, que pode dar uma ajuda boa pra Cury dependendo do que vier...


Além disso, o carrego de Cury é muito favorável, com uma operação baixa em necessidade de investimentos (Asset Light), alta geração de caixa, retorno sobre o patrimônio de 50% e dividendos de mais de 6% ao ano nos últimos anos.


Fonte: Cury


Não esqueça de sempre rebalançear sua carteira!


Sempre que uma ação da sua carteira subir muito e outra cair, eu sugiro que façam isso: podem ir vendendo aos poucos uma parte da posição que já subiu muito para comprar um pouco de posição nas recomendadas ações que caíram


Isto é o que eu chamo de rebalanceamento, ou seja, a manutenção dos percentuais alocados por meio de compras do que caiu muito com o valor de vendas do que subiu muito.


Inter & CO (INBR32) – Crescimento pujante e melhora na rentabilidade ajustada


A Inter & CO (INBR32) registrou prejuízo líquido de R$ 29 milhões no 3T22 ante lucro de R$ 34,3 milhões no ano anterior.


Você pode me questionar, isso não é ruim?


Primeiro, o prejuízo foi impactado pela deflação do IPCA de 1,23%, como fruto da PEC que eliminou o ICMS da gasolina. Se ajustássemos por este fato o lucro seria R$53 milhões maior, o que indica que nos próximos tris a operação será muito provavelmente lucrativa.


Em segundo lugar, como estamos falando de um case de empresa de crescimento, é o crescimento nas receitas e não o resultado da última linha que o mercado costuma avaliar com mais detalhes.


Suas receitas totais no 3T22 atingiram R$ 850 milhões sendo 40% maiores que há um ano atrás, com destaque para o crescimento da receita líquida com serviços, de R$ 295 milhões, a qual foi 85% maior.

O gráfico abaixo mostra que o aumento no número de clientes vem crescendo e amadurecendo, ampliando a obtenção de receitas com estes nas mais diversas linhas de serviço.


Fonte: Inter


Por estes motivos, eu gostei do resultado do Inter e o mercado também, de forma que o Inter abriu com forte alta no pregão pós divulgação:


Fonte: Google


Conclusão: O Inter respondeu bem ao resultado, que mostrou continuidade no crescimento robusto e deve continuar assim desde que mantenha crescimento acelerado.


Afinal, este é um case de crescimento, não estamos olhando para dividendos neste estágio de maturação deste tipo de negócio.


C&A – 3T com ganho de caixa e eficiência, aguardemos o Natal!


A C&A (CEAB3) apresentou prejuízo de R$ 61 milhões no 3T22, menor que o lucro líquido de R$ 244 milhões no ano anterior, quando houve o reconhecimento de crédito fiscal de R$ 298 milhões.


Desta forma, podemos dizer que o resultado da linha final da empresa não se alterou significativamente de um ano para o outro, seguindo a tendencia já apontada pela sua gestão na teleconferência de resultados da divulgação do segundo trimestre, quando destacou que esperava uma desaceleração.


O lado positivo do resultado do 3T22 foi o controle de custos e despesas e aumento de eficiência!


A C&A teve aumento de margem bruta em 4,6 p.p para 49,3% no 3T22 e o aumento da margem Ebitda em 3,4 p.p para 9,9% com expansão do Ebitda em 61%, pela queda nas despesas. A C&A teve geração positiva de caixa de R$160 milhões.


Fonte: C&A


O lado negativo foi que as vendas em mesmas lojas não cresceram frente a um ano atras, o que levou a um crescimento de receita de apenas 5,1% basicamente pelo aumento de numero de lojas e preços.


Conclusão: As ações da C&A subiram 1,7% no pregão pós resultado, em um dia de queda da bolsa, mostrando que o mercado gostou da maior eficiência e geração de caixa de R$160 milhões.


Fonte: C&A


A verdade é que resultado do 3T não é muito significativo para avaliar players de varejo de moda, pois não é um trimestre com datas fortes de vendas.


O quarto trimestre sim é o grande trimestre responsável pelos resultados das varejistas, com Natal e Black Friday impulsionando as receitas e a gestão da empresa espera boas vendas.


Além disso, a C&A, é um case de turnaround das operações e o fato de começar a apresentar melhora de margens e de eficiência dos mais de R$600 milhões investidos nisso no último ano é um bom sinal.


A margem Ebitda melhorou, mas ainda falta bastante a recuperar para voltar ao que era no pré pandemia, como mostra o gráfico abaixo, e isso que faria muita diferença no resultado e preço da ação.


Fonte: C&A


Eu acho que a ação segue barata, aguardemos pelo 4T...


Por último, mas não menos importante, players de varejo como a C&A tendem a se beneficiar de aumentos reais no salário-mínimo e manutenção do auxilio Brasil, duas medidas que devem ser bandeiras do próximo governo.


Braskem – Fraco, mas o gatilho é a venda da operação!


A Braskem (BRKM5) reportou prejuízo líquido de R$ 1 bilhão no 3T22, ante lucro líquido de R$ 3,5 bilhões no 3T21.

A receita líquida caiu 10% na comparação ano a ano, ainda que tenha vindo acima da previsão média de analistas da Refinitiv, de R$ 22,9 bilhões.

O Ebitda recorrente somou R$ 1,96 bilhão no 3T21, queda de 74% frente ao 3T21, e este menor resultado operacional foi impactado por estes fatores:

1. menor volume de exportações de resinas no segmento Brasil, menor volume de vendas de PP nos Estados Unidos e PE no segmento México;

2. menores spreads internacionais de PE, PP e PVC no Brasil, PP nos Estados Unidos e Europa, e PE no México;

3. efeito contábil de realização dos estoques no montante líquido de US$ 77 milhões (R$ 400 milhões). Excluindo este efeito de realização dos estoques, o EBITDA Recorrente foi de US$ 448 milhões (R$ 2,4 bilhões).


Fonte: Braskem


Mesmo com o resultado fraco, importante ressaltar que a alavancagem medida pela relação dívida líquida ajustada/EBITDA Recorrente em dólares encerrou o trimestre confortável em 1,55 vezes.


Além disso a geração recorrente de caixa foi de R$ 1,6 bilhão, robusta mesmo para um resultado fraco.


Outro peso no resultado da empresa foi a variação cambial no resultado financeiro dada a depreciação do real e do peso mexicano final do período frente ao dólar.


Conclusão: O resultado foi fraco e a ação caiu 5% no primeiro pregão pós resultado, acumulando queda de 10% na semana pós resultado eleitoral, com o receio do mercado que a mudança de governo mele a venda da operação (controlada em conjunto pela Petrobras e Novonor).


Como acredito que a operação será vendida com um prêmio sob o preço de tela, o resultado fraco do 3T22 não elimina a tese ou recomendação da empresa na carteira e eu aproveitaria a queda para reforçar posição. Não podemos esquecer que no inicio do mês uma notícia de oferta de R$50 por ação fez a BRKM5 disparar 20% em um dia e hoje a ação está R$29,8.


Fonte: Valor Investe


3R – Lucro! Até que enfim!


A 3R Petroleum (RRRP3) teve lucro líquido a R$ 469,8 milhões no 3T22 do ano, revertendo prejuízo registrado em igual período de 2021.

O lucro da companhia veio 159% acima do esperado pelo mercado, que calculava R$ 181 milhões de lucro, segundo consenso da Bloomberg.

O crescimento do lucro é consequência direta do aumento de receita pelo aumento de produção com a incorporação de ativos comprados e revitalização dos mesmos, que você pode ver no gráfico abaixo:


Fonte: 3R


Fonte: 3R


O custo de extração do petróleo (lifting cost) está crescendo conforme indicado pela empresa, pelo perfil dos campos incorporados, dentro do esperado e provendo rentabilidade para a operação.


Conclusão: Começamos a ver o resultado aparecer, e eu entendo que é daí ora cima, com o aumento da produção e incorporação das próximas operações já adquiridas. Contínuo confiante na tese!!


Perceba que a 3R está com uma produção de 16 mil barris de petróleo equivalente (boe), dos 46 mil boe que terá quando completar as aquisições de Papa-Terra (esperada para os próximos meses) e Peroá (esperada para o início de 2023) – sinalizadas em cinza no gráfico abaixo.


Fonte: 3R


Além disso, a 3R pode ser destino de investidores que querem alocar em petróleo, mas não querem ficar em Petrobras com a troca de governo.


Banco do Brasil (BBAS3): Excelente e surpreendente resultado!


Mais um ótimo resultado do BB no 3T22, com Lucro Líquido Ajustado de R$ 8,4 bilhões, ou 62,7% a mais que no 3T21, fruto de crescimento na carteira de Crédito Ampliada de 19% ´para R$ 969,2 bilhões.


O ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido ou RSPL) de 21,8% é impressionantemente alto, mesmo para bancões privados com a melhor eficiência

Fonte: Banco do Brasil


O Índice de Basileia de 16,72% mantém a solidez do banco e apesar do receio do mercado com ingerências do novo governo, entendo que os ótimos resultados e os múltiplos baixos justificam uma posição no case.


ABC: Pequenino eficiente!


O resultado do ABC também mostrou crescimento no ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) com melhor rentabilidade do dinheiro do Patrimônio Liquido, remunerado pela Selic, além do crescimento das operações e da carteira de crédito e manutenção dos índices de provisão para devedores duvidosos em patamares confortáveis.


Fonte: ABC


Excelente resultado, com lucro 44% maior que no 3T21 e ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido ajustado) de 17,5%.


Fonte: ABC


Ambipar (AMBP3): Ebitda segue em alta


Apesar do lucro líquido da Ambipar cair 24% no 3T22 frente a um ano antes, para R$ 33,2 milhões, isso já era esperado dada a alavancagem financeira da empresa para crescer.


A alavancagem financeira (endividamento) está dentro do limite dos contratos, com 2,8 vezes Ebitda e a maior parte de longo prazo, de form que o crescimento da operação deve ser suficiente para pagar as dívidas.


Fonte: Ambipar


A prova do crescimento vem na receita líquida da companhia, de R$ 980 milhões, 59% maior do que no mesmo período de 2021, bem como no Ebitda de R$ 272 milhões, com alta de 69% ante frente ao ano passado.


O Ebitda também aumentou significativamente para R$272,6 milhões no 3T22, 69% maior que um ano antes. Nos 9M22 o crescimento é de 110,5% no Ebitda.


Fonte: Ambipar


Conclusão: Maior case de ESG da bolsa na minha opinião, com crescimento acelerado, a Ambipar parece valer o múltiplo atual, que apesar de não ser barato, também não parece exagerado para sua execução. Estou reavaliando o case e em breve passo a atualização para vocês.



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