NOVA RECOMENDAÇÃO: O Patinho Feio das Fintechs Virou Cisne e o Mercado Ainda Não Olhou Direito
- Cristiane Fensterseifer

- há 7 horas
- 8 min de leitura
Era uma vez uma empresa brasileira que inventou a maquininha para o pequeno empreendedor.
Democratizou o recebimento de cartão para a barraca de pastel, para o prestador autônomo, para quem antes era invisível ao sistema financeiro.
Cresceu absurdamente. Fez IPO com festa na Nasdaq. Virou queridinha dos investidores.
E então... virou a ação esquecida.
Enquanto sua prima glamourosa lá do Rio de Janeiro virava a maior fintech do mundo por valor de mercado e sua rival de maquininha se reinventava feito fênix, essa empresa ficou relegada ao status de "compra mas ninguém pergunta por quê" nas carteiras dos analistas. P/L de 6x.
Crescimento de dois dígitos. Dividendo gordinho chegando. E o mercado: nada
Em 2025 a empresa voltou com uma mudança de estratégia que fez até bancões como o JP Morgan e o Goldman Sachs prestarem atenção.
Anunciou que vai distribuir quase R$ 3 bilhões entre dividendos e recompras até 2026.
Prometeu um crescimento de mais de 16% ao ano no lucro por ação até 2029.
E entregou — no 4T25 — um ROE de 18,4%, com lucro recorrente batendo R$ 678 milhões e superando as estimativas do mercado.
O mercado ainda negocia o papel a 6x lucros. Para uma empresa que cresce, paga dividendos e tem R$ 34 milhões de clientes com sede de crédito.
Quem é essa empresa? Qual o preço justo? Onde estão os riscos que ninguém está falando?
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