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Atenção! Nova recomendação de investimento! A empresa mais barata da bolsa (imho) cresce sem parar! E ninguém está vendo... (menos eu)

por quanto tempo o dinheiro vai ficar na mesa?


Tem uma coisa curiosa que acontece no mercado financeiro brasileiro com uma certa regularidade:

uma empresa entrega resultado operacional histórico, com receita crescendo forte, margem EBITDA na máxima de todos os tempos, dívida zero, recompra agressiva de ações, e o mercado… bate palma com uma mão só, olha para o lado e continua ignorando.


Não porque a empresa seja ruim.


Mas porque ela tem um detalhe que assusta quem não leu o balanço direito — e encanta quem entendeu a tese.


Essa empresa existe, é listada na B3, negocia a múltiplos que fariam Warren Buffett coçar a cabeça (mas talvez ele torcesse o nariz pelo motivo errado), e acabou de divulgar o melhor trimestre da sua história.


Pela primeira vez cruzou a marca que pouquíssimas small caps brasileiras conseguem: R$ 100 milhões de EBITDA nos últimos doze meses.


Com crescimento de 60% sobre o período anterior.


Para você ter noção do nível de desconto que estamos falando:


O negócio operacional desta empresa — lucrativo, crescendo a dois dígitos, asset light e novas verticais acelerando na base +346% — está sendo implicitamente avaliado pelo mercado a menos de 2x EBITDA.


Um múltiplo que não se vê nem em empresa de commodities em ciclo de baixa.


Gera caixa, cresce duplo digito todo ano, expande margem consistentemente e não deve na praça. Precisa mais?????


O risco existe, sempre. Mas o que me interessa mesmo é a ASSIMETRIA. E aqui, ela é grande.


Agora me diz: você prefere descobrir isso antes ou depois de a ação corrigir esse desconto?

Os assinantes da Carteira ALL IN ONE já sabem qual empresa é essa.


Aliás NÓS JÁ GANHAMOS MUITO DINHEIRO COM ELA! VENDEMOS NO TOPO E EU QUERO REPETIR A DOSE!

(Se vc é assinante de longa data já deve ter sacado aqui de quem estou falando)

Se você não é assinante, está lendo a parte gratuita deste relatório

A parte que serve para você entender que existe uma oportunidade sendo analisada aqui.


A parte que não te diz o que fazer com ela.


...Os números completos, minha avaliação dos riscos reais (que existem e são relevantes), meu preço justo calculado, e se eu estou ou não recomendando a compra e em qual tamanho de posição, dado o perfil de risco específico desta tese...


A assinatura ALL IN ONE do Investe10 te dá acesso a este relatório completo, à carteira recomendada com alocações detalhadas, e a todos os outros relatórios que publico — incluindo empresas que já subiram 50%, 80%, mais de 100% depois da recomendação.


Tudo isso por menos do que você gasta num jantar razoável por mês.


Você pode continuar esperando que alguém te entregue a oportunidade mastigada depois que o mercado já precificou. Ou pode assinar agora e ler o relatório completo enquanto a assimetria ainda existe.


O paywall está logo abaixo. A decisão, como sempre, é sua.


[INÍCIO DO CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES ALL IN ONE]


Méliuz (CASH3): Alto potencial de valorização, tese assimétrica e o mercado pagando de cego - tudo que eu gosto!


Cotação: R$ 4,20 |

Setor: Tecnologia / Fintech / Bitcoin Treasury

EV/EBITDA ajustado: 1,35x


O que é a Méliuz hoje — e o que ela deixou de ser


Quem conheceu a Méliuz lá atrás como "aquela empresa de cashback", precisa atualizar o arquivo mental.


A empresa de 2026 é materialmente diferente da empresa que fez IPO em novembro de 2020 — quando saiu a R$ 9,00, caiu 6% no dia de estreia, e depois passou anos testando a paciência de quem comprou.


O negócio original — plataforma de cashback conectando consumidores a lojas parceiras — continua lá, mas deixou de ser tudo.


Hoje a Méliuz é três coisas ao mesmo tempo:


1. Um marketplace de cashback e fidelidade em aceleração. 


O Shopping Brasil, core business da empresa, faturou R$ 349 milhões em receita líquida em 2025, crescimento de 41% sobre 2024.


GMV de R$ 5,6 bilhões.


Take rate em expansão, chegando a 8,2% no 1T26.


Novas verticais — Méliuz Prime, Méliuz for Brands, Nota Fiscal, Ads — já representam 30% da receita do segmento e crescem 346% ano contra ano.


2. Uma fintech em reestruturação. 


A área de Serviços Financeiros caiu 32% em 2025 (de R$ 62,8 mi para R$ 43 mi), impactada pela renegociação do acordo com o banco BV.


Isso dói nos números, mas a recuperação trimestral já aparece: no 4T25, a receita do segmento cresceu 23% sobre o 3T25.


5,3 milhões de contas digitais abertas e 286,8 mil cartões de crédito emitidos formam uma base que tem valor — e que ainda não foi devidamente monetizada.


3. Uma Bitcoin Treasury Company - e eu acho ótimo, pois nesse caso compramos 2 pelo preço de 1 : colocamos um pezinho no bitcoin e aop mesmo tempo investimos numa empresa cujo operacional está crescendo muito bem e saudavel, com otima geração de caixa!


Este é o elemento que divide opiniões, assusta os mais conservadores, e ao mesmo tempo é o principal driver de rerating da ação caso a tese funcione.


A empresa detém 604,7 bitcoins em custódia, avaliados em R$ 215 milhões no fechamento do 1T26 — crescimento de 892% sobre a posição de R$ 21,7 mi em março de 2025.


A estratégia segue o modelo da Strategy (ex-MicroStrategy):


Captar capital via emissão de ações e instrumentos atrelados ao BTC, usar o caixa operacional para acumular mais Bitcoin, e entregar para o acionista crescimento de Bitcoin por ação ao longo do tempo — o "Bitcoin Yield".


O programa de recompra de ações, que já retirou 6,7% do free float de circulação, também entra nessa conta:


em taxa anualizada, o programa representou um Bitcoin Yield de 12,42% — porque ao reduzir o número de ações em circulação, cada ação remanescente passa a ter participação proporcionalmente maior na posição de BTC.


Aliás, eu AMEI o último movimento da empresa. Entendendo que suas ações estão atrativas e baratas, optou por recompra em vez de comprar mais bitcoins, jogando muito bem com o momento do mercado. Achei inteligente e não radical.


Os números do 1T26: histórico sem asterisco no operacional


O 1T26 foi o melhor trimestre da história da Méliuz nos indicadores operacionais. Sem discussão. Coloca na tabela:

Indicador

1T26

1T25

Variação

Receita líquida

R$ 118,2 mi

R$ 100,4 mi

+18%

EBITDA ajustado

R$ 30,1 mi

R$ 17,3 mi

+74%

Margem EBITDA ajustada

25,5%

17,3%

+8,2 p.p.

Lucro ajustado

R$ 16,3 mi

R$ 12,0 mi

+36%

Lucro líquido contábil

-R$ 60,1 mi

+R$ 10,0 mi

Impacto Bitcoin

-R$ 76,4 mi

-R$ 2,0 mi

EBITDA LTM

R$ 105,3 mi

R$ 65,7 mi

+60%

O número que mais me impressiona não é o EBITDA isolado do trimestre.


É o EBITDA LTM (últimos 12 meses) de R$ 105,3 milhões, que marca a primeira vez que a empresa cruza a barreira dos R$ 100 milhões nessa janela.


Com 60% de crescimento sobre o período anterior.


E com margem EBITDA LTM de 22%, versus 17,2% um ano antes.


No acumulado dos últimos 12 meses até o 1T26, a receita líquida consolidada chegou a R$ 478,1 mi, alta de 25%.


Isso é uma empresa em aceleração operacional genuína, não uma história de corte de custo disfarçada de crescimento.


O lucro líquido contábil foi um prejuízo de R$ 60,1 milhões, inteiramente explicado pelo impairment de R$ 76,4 milhões na posição de Bitcoin, decorrente da cotação do ativo ter ficado abaixo do custo médio de aquisição no fechamento do trimestre (31 de março de 2026).


Isso é efeito não-caixa, mas é real contabilmente e vai continuar gerando volatilidade nos balanços enquanto a empresa mantiver a estratégia.


O CEO Gabriel Loures foi direto ao comentar: "Estamos gerando caixa e yield para o investidor, e é isso que importa."


Ele acrescentou que o Bitcoin já estava parcialmente se recuperando no momento da divulgação dos resultados, o que reverteria parte do impairment no 2T26.


A questão dos múltiplos: onde está o desconto absurdo


O core business do Méliuz opera com EV/EBITDA de 1,3x, representando P/L de 3,7x para 2026 e 2027.


O próprio balanço do 1T26 registrou EV/EBITDA consolidado de 1,35x.


Para você entender o tamanho desse desconto: uma empresa de tecnologia financeira crescendo receita a 18-26% ao ano, expandindo margem, com dívida zero e 52 milhões de usuários, poderia negociar a 10x EBITDA em condições normais de mercado na minha opinião.


A Méliuz negocia a 1,35x.


Mesmo que você desconte completamente o Bitcoin — como se ele valesse zero — o negócio operacional ainda seria barato de forma constrangedora.


O Enterprise Value da empresa, excluindo a posição de Bitcoin (R$ 215 mi) e o caixa (R$ 66,5 mi), fica em torno de R$ 160 milhões.


Uma operação que gera R$ 105 milhões de EBITDA por ano, crescendo, está custando menos de 2x EBITDA. Isso não é barato. Isso é presente.


A tese do Bitcoin: entendendo o que você está comprando


Preciso ser honesta aqui, porque é o ponto que mais gera confusão.


A Méliuz não é uma bet em Bitcoin puro. E eu não compraria se fosse este o caso

Tampouco é uma empresa indiferente ao Bitcoin.


É as duas coisas ao mesmo tempo, em proporções que você precisa entender antes de decidir se compra ou não.


O que funciona na tese:


A Strategy (ex-MicroStrategy) saiu de empresa de software irrelevante para um dos maiores detentores de Bitcoin do mundo, e o mercado a avalia hoje com prêmio sobre o valor do BTC em carteira — porque o mercado paga pela capacidade de continuar acumulando, não apenas pelo estoque atual.


A Méliuz está tentando replicar esse modelo em escala brasileira.


Com listagem de ADRs no OTCQX Markets americano sob o ticker MLIZY, cada ADR correspondendo a duas ações CASH3, a empresa está construindo infraestrutura para captar capital internacional e executar emissões com prêmio sobre o mNAV — que é o valor patrimonial ajustado de mercado, incluindo o Bitcoin pelo preço de mercado.


Quando a empresa consegue emitir ações a preço acima do mNAV e usar os recursos para comprar mais Bitcoin, cada ação existente "ganha" BTC indiretamente.


É um mecanismo de criação de valor que, quando funciona, é elegante.


Quando o Bitcoin cai forte, o efeito se inverte.


A Oranje (OBTC3), que estreou na B3 em outubro de 2025 com 3.650 bitcoins — quase 6x a posição da Méliuz, colocou a empresa em posição de menor escala dentro da própria tese que ajudou a popularizar no Brasil.


Ter a segunda maior posição não é o mesmo que ter a maior e em narrativa de mercado, escala

importa. Mas, enquanto NÃO É A MAIOR EM BTC, CASO DA OBTC3, a CASH3 tem A SEU FAVOR, não ser APENAS BITCOIN, TENDO UM LADO OPERACIONAL QUE COMO JÁ EXPLIQUEI, GERA MUITO VALOR AO TODO.


O que pode dar errado


Não sou do tipo que lista só o lado bom. Então:


1. Bitcoin em queda forte e sustentada. Se o BTC corrigir 50% e ficar nesse nível por trimestres seguidos, os impairments contábeis se acumulam, a narrativa de Bitcoin Treasury Company perde o brilho, e a captação para comprar mais BTC fica comprometida. A ação sofreria mais do que o Bitcoin em si como toda empresa alavancada na narrativa de um ativo.


Mas com a queda de 46% do btc desde seu pico entendo que isso ja ocorreu pelo menos em parte (tanto que a CASH3 chegou a R$10,0 e caiu mais de 60% até o preço atual de R$4,2 atual.

Google: cash3 btc usd e btc brl
google cash3
Google: cash3 btc usd e btc brl
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Como mencionei, tivemos CASH na carteira ALL IN ONE, compramos em 6/4/26 a R$3,76 e eu recomendei venda na Carteira All in One em 6/5/25 com ganho expressivo de 90%.


Desde então o negocio cresceu, mas o BTC caiu cerca de 40% o que fez as ações da CASH3 cairem e abrirem nova oportunidade de compra na minha opinião.

OPERAÇÕES FECHADAS - AÇÕES ALL IN ONE - WWW.INVESTE10.COM.BR

Código da ação

Ganho ou perda

Data da venda sugerida

Preço na indicação de venda

Data de indicação de compra

Cotação na indicação de compra

 CASH3

90%

6/5/25

  7,15

6/4/23

  3,76


2. Competição crescente no modelo Bitcoin Treasury. 


A Oranje chega com mais BTC, mais nomes internacionais no cap table (Winklevoss, Adam Back, FalconX), e maior escala desde o dia 1. Se o mercado começar a precificar escala nessa categoria, a Méliuz pode perder o prêmio narrativo.


3. Serviços financeiros ainda em recuperação. A queda de 32% na receita do segmento em 2025 foi impacto da renegociação com o BV. A recuperação está em curso, mas ainda não confirmada em números consistentes.


4. Diluição futura. A estratégia de emitir ações para comprar Bitcoin implica diluição periódica dos acionistas atuais. O Bitcoin Yield teórico precisa superar essa diluição para fazer sentido. Quando funciona, ótimo. Quando o BTC cai no momento da emissão, você diluiu para comprar um ativo que caiu — e o acionista antigo paga a conta.


Por que acho que vale O INVESTIMENTO


Tirando os riscos da mesa por um segundo e olhando o quadro completo:


Uma empresa que gera R$ 105 milhões de EBITDA por ano, com dívida zero, crescendo a dois dígitos em receita e margem, em processo de diversificação de verticais (Nota Fiscal, Ads, Prime, serviços financeiros), com programa agressivo de recompra de ações, e com um ativo real em balanço (R$ 215 mi em Bitcoin) — que quando o BTC subir vai reverter os impairments contábeis que hoje machucam o resultado.


"apesar das contínuas melhorias operacionais, acreditamos que o negócio operacional do Méliuz, excluindo sua estratégia com Bitcoin, permanece subvalorizado pelo mercado." ESCREVEU UM BANCÃO


Eu concordo.


E entendo por que o mercado ainda não corrigiu isso: o prejuízo contábil recorrente causado pelos impairments de Bitcoin assusta quem olha só o lucro líquido sem ler as notas explicativas.


Quem pula direto para o "prejuízo de R$ 60 milhões" sem entender que é efeito não-caixa vai continuar evitando a ação. Isso, paradoxalmente, é o que mantém o desconto vivo.


Quando o Bitcoin se recuperar — e a posição atual já estava parcialmente revertida em abril — o lucro contábil vai aparecer, a narrativa vai mudar, e o mercado vai correr para pagar o que sempre deveria ter pagado.


Valuation: quanto vale a CASH3 no meu calculo?


Antes de qualquer número, uma nota metodológica importante:


Valuar a Méliuz hoje é um exercício em duas partes que precisam ser tratadas separadamente.


Uma empresa de tecnologia com crescimento acelerado e geração de caixa crescente — essa você desconta fluxos, aplica múltiplos, faz a conta normal.


E uma posição de Bitcoin em balanço — essa você marca a mercado e soma por fora, porque tentar descontar Bitcoin num DCF é a receita mais certa para chegar num número errado com muita precisão.


Feita a ressalva, vamos aos números.


O negócio operacional pelo DCF


Utilizei taxa de desconto de 15,7% pelo CAPM, construída sobre T-Bond americano de 4,5%, risco Brasil (EMBI+) de 2,2%, diferencial de inflação Brasil/EUA de 2 p.p., e prêmio de risco de mercado de 7% — com beta de 1,5, que reflete adequadamente a volatilidade histórica do papel.


Crescimento na perpetuidade de 4%, conservador frente ao histórico da empresa mas adequado para não embalar demais as projeções de longo prazo.


As projeções de receita partem de crescimento de 10% em 2026, desacelerando para 4% em 2027 e convergindo para 6-7% nos anos seguintes — abaixo do CAGR histórico de 30% da empresa, o que é deliberadamente conservador.


O EBITDA projetado para 2026 é de R$ 113,7 milhões, com margem de 22,6%, e estabiliza em torno de 19-20% nos anos seguintes à medida que a empresa matura.


O fluxo de caixa livre da firma projetado para os próximos quatro anos soma, já descontado a valor presente, R$ 181 milhões.


O valor terminal — calculado sobre o FCL de 2030 com crescimento de 4% na perpetuidade — adiciona mais R$ 325 milhões descontados.


Isso resulta num valor intrínseco do negócio operacional de R$ 506 milhões.


Somando Bitcoin e caixa


Aqui entra o segundo componente, que não deve ser misturado com o DCF.


A posição de 604,7 bitcoins, avaliada ao câmbio de R$ 5,10 com BTC a US$ 77.705, vale R$ 239,6 milhões.


O caixa disponível da empresa soma R$ 66 milhões. Dívida bruta: zero.


Caixa líquido e Bitcoin juntos cerca de R$ 300 milhões.


Valor total estimado para a empresa: R$ 506 milhões (DCF operacional) + R$ 300 milhões (BTC + caixa) = R$ 800 milhões.


Com cerca de 107 milhões de ações em circulação, isso implica preço justo de cerca de R$ 8 por ação — upside de 90% sobre a cotação atual de R$ 4,20.


Somando dividendos estimados de 5% nos próximos 12 meses (payout de 25% sobre lucro projetado de R$ 72 milhões), o retorno total projetado chega a 96% em 12 meses.


O que esse número diz — e o que ele não diz


DUAS observações que precisam acompanhar esse preço justo:


Primeiro: 72% do valor estimado para a empresa está em Bitcoin e caixa.


Isso não é necessariamente ruim — é o que está no balanço.


Mas significa que o valuation é altamente sensível ao preço do BTC.


Uma queda de 40% no Bitcoin, mantendo tudo o mais constante, reduziria o valor estimado da empresa em cerca de R$ 95 milhões, derrubando o preço justo para algo em torno de R$ 7,12.


Ainda assim, 70% de upside.


Uma queda de 60% no BTC levaria o preço justo para cerca de R$ 6,40 — ainda 52% acima da cotação atual.


Ou seja: mesmo estressando bastante o Bitcoin, o DCF operacional sustenta boa parte do desconto.


Segundo: o valuation operacional está pagando implicitamente o negócio por 2,8 anos de fluxo de caixa livre descontado — o FCF yield implícito é de 36%.


Isso é barato para qualquer empresa que cresce receita a dois dígitos e expande margem consistentemente.



Sensibilidade: o preço justo em diferentes cenários de Bitcoin

Preço do BTC (US$)

Valor BTC em carteira (R$ mi)

Preço justo estimado (R$)

Upside

0

0

6,00

43%

15.000

46

6,00

43%

30.000

92

6,00

+43%

50.000

154

7,00

+67%

77.705 (atual)

240

8,00

+90%

120.000

370

9,00

+114%

150.000

463

10,0

+138%

Todos os números em milhares de reais exceto quando indicado. Projeções de 2026 a 2029 são estimativas próprias baseadas em dados históricos reportados pela empresa e consenso de mercado. Não constituem garantia de resultado.


Repare que mesmo com Bitcoin à metade do preço atual, o upside ainda é de quase 50%.


Repare que vejo valor na empresa mesmo ZERANDO O BTC, APENAS PELA SUA PARTE OPERACIONAL!


Falando em operacional aqui estão em gráficos as minhas projeções:



Minha recomendação: COMPRAR 1,5% DO PATRIMÔNIO EM CASH3


Esta não é posição para quem não aguenta ver volatilidade no extrato.


O Bitcoin garante isso.


Mas para quem tem horizonte de no mínimo 18 meses, entende o que está comprando, e consegue separar o ruído contábil do resultado operacional real — o desconto aqui é real demais para ser ignorado.


Cristiane Fensterseifer é analista CNPI e CGA, fundadora do Investe10.com.br.


Investimentos em renda variável envolvem riscos, incluindo perda do capital investido. LEIA DISCLAIMER EM WWW.INVESTE10.COM.BR/DISCLOSURE


21/5/26


 
 
 
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